O crime ocorreu há mais de duas décadas no sul da Bahia, em Itabuna, e teve repercussão internacional. No dia 14 de janeiro de 1998, o jornalista foi vítima de uma emboscada e acabou executado a tiros na porta de casa. Marcone Sarmento foi denunciado pelo Ministério Público estadual como um dos executores. Ele chegou a ser julgado, mas foi absolvido pela participação no crime em 2005.
O MP recorreu da decisão e o Tribunal de Justiça julgou que a absolvição era manifestamento contrária à prova dos autos. Um novo julgamento foi marcado e acontecerá na próxima semana (14 anos depois), às 8h, no Fórum Ruy Barbosa. Outras duas pessoas também foram julgadas por envolvimento na ação criminosa, sendo uma delas condenada a 18 anos de prisão e outra absolvida a pedido do MP.
















O Tribunal do Júri condenou nessa quarta-feira, 15, em Ilhéus, Adriano Barreto e Thadeu Oliveira, julgados sob acusação de serem responsáveis pelas mortes de Regiane Vitório e José Fernando Bispo, em março de 2010. Cada um pegou 16 anos de prisão.
Policiais da Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE/Cacaueira) se uniram em uma ação solidária e doaram sangue nos municípios de Ilhéus e Itabuna, na manhã desta quarta-feira (15). A iniciativa, que resultou na arrecadação de cerca de 50 bolsas de sangue, faz parte da programação do 13° Aniversário de implantação da especializada. Além da ação solidária, a programação comemorativa, que segue até o dia 23 de maio, inclui competições esportivas, atividades lúdicas e exercícios operacionais policiais. “A ação pretende aproximar e integrar a sociedade, além de salvar vidas”, destaca o major da Cipe/Cacaueira, Ricardo Silva.
O Ministério Público do Rio de Janeiro encontrou indícios de que o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) utilizou a compra e venda de imóveis no Estado para lavar dinheiro. As movimentações irregulares foram observadas após o órgão pedir à Justiça a quebra do sigilo bancário e fiscal de 95 pessoas e empresas relacionadas ao parlamentar. De acordo com os promotores, entre 2010 e 2017, Flávio lucrou R$ 3,089 milhões em transações bancárias quando ainda era deputado estadual. Há suspeitas de subfaturamento nas compras e superfaturamento nas vendas. Nesse período, ele chegou a investir R$ 9,425 milhões na compra de 19 imóveis, entre salas e apartamentos.