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:: ‘Polícia’

Corpo do professor que sumiu foi achado em Ilhéus, em dedos; suspeito do desaparecimento é preso

Um homem foi preso neste domingo (5) em Ilhéus, no sul da Bahia, por ser suspeito do desaparecimento do professor Valdemir Queiroz de Amorim, de 65 anos, em janeiro deste ano. De acordo com a Polícia Civil, um corpo foi encontrado, também em Ilhéus, no sábado (4), e um irmão do professor afirma tratar-se de Valdemir. A vítima estava sem os dedos indicadores.

Apesar desse reconhecimento inicial do irmão da vítima, a coordenadora regional de Ilhéus, delegada Katiana Amorim Teixeira, informou que está aguardando o resultado de exames. A prisão do suspeito foi cumprida por equipes da Delegacia de Proteção ao Turista (Deltur) e da 7ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin).

O professor, que atua na rede estadual de ensino de Itabuna, também no sul da Bahia, desapareceu após ir passar o fim de semana na sua casa de praia, no Cururupe, em Ilhéus, no dia 27 de janeiro e, desde então, não entrou mais em contato com a família. O carro e os documentos da vítima foram encontrados com o suspeito do desaparecimento.

Conforme detalhou a delegada Katiana Amorim, Valdemir saiu de Itabuna dirigindo o próprio carro na companhia do suspeito, com destino à casa de praia.

“Testemunhas informaram que os dois foram vistos no local e na madrugada seguinte viram o carro saindo. No sábado pela manhã já não viram mais Valdemir e o investigado”, detalhou a delegada.

No dia 31 de janeiro foram realizados saques da conta bancária da vítima. A delegada informou que a equipe de investigação analisou as imagens das câmeras de segurança do banco, que mostraram o suspeito realizando os saques ao lado de um homem, ainda não identificado.

“As transações foram feitas com a digital da vítima, o que nos faz acreditar que utilizaram o dedo de Valdemir ou fizeram um molde de silicone com as digitais”, explicou Katiana.

A Polícia Civil detalhou que o corpo encontrado no sábado, além de estar sem os dedos indicadores, tinha estado de putrefação e foi localizado em um matagal, no bairro Cidade Nova, em Ilhéus.

A 1ª Delegacia Territorial (DT) de Ilhéus foi acionada, expediu as guias periciais e o IML removeu o corpo, que vai passar por necrópsia e exames para identificação.

“Familiares vão no DPT para tentar fazer o reconhecimento, porém o irmão de Valdemir esteve na Deltur [Delegacia de Proteção ao Turista] e, ao ver a foto do corpo, observou um dos pés sem dois dedos e disse que a vítima já havia perdido o membro em decorrência de complicações do diabetes”, explicou Katiana Amorim.

A oitiva do suspeito foi realizada. Ele vai ser submetido ao exame de corpo de delito e posteriormente seguirá para o sistema prisional.

Valdemir Queiroz morava no bairro Santo Antônio, em Itabuna e ensinava no Colégio Estadual Valdelice Soares Pinheiro. //g1

Pais são presos suspeitos de homicídio e ocultação de cadáver de bebê; homem teria enterrado criança viva

Imagem aérea da cidade do Conde

Um casal foi preso no sábado (4), em um povoado de Conde, município do Litoral Norte da Bahia, suspeito de homicídio e cultação de cadáver do bebê que esperavam. De acordo com a Polícia Civil, a mãe teria induzido o aborto fazendo uso de medicações. A criança nasceu e, em seguida, com o auxílio do pai, foi enterrada viva. 

Uma adolescente também é suspeita de envolvimento no crime. Não há detalhes se ela foi apreendida. Os mandados de prisão preventiva do casal foram cumpridos por equipes da Delegacia de Proteção ao Turista (Deltur) de Conde, com o apoio da 2ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin) de Alagoinhas.

Segundo testemunhas, o Conselho Tutelar da cidade recebeu uma denúncia anônima sobre o caso. Diante disso, o Conselho procurou a polícia, que iniciou as investigações. Informações levantadas pelos policiais indicam os pais da criança, presos no povoado de São Francisco do Riacho Seco, em Conde, como responsáveis pela ação.

Empresário preso por estuprar a ex-esposa foi condenado por tentar matar seis pessoas a tiros

Por g1 Santos

Ricardo preso por agredir e estuprar ex-esposa já foi condenado por tentar matar seis pessoas — Foto: Reprodução

Ricardo preso por agredir e estuprar ex-esposa já foi condenado por tentar matar seis pessoas — Foto: Reprodução

O empresário Ricardo Penna Guerreiro, de 46 anos, preso preventivamente após ser denunciado pela ex-esposa, Juliana Rizzo, de 34, por agressão e estupro, enquanto estava dopada por remédios para depressão, já foi condenado a 37 anos e quatro meses de prisão por tentar matar a tiros seis pessoas em uma choperia de Praia Grande, no litoral de São Paulo.

De acordo com o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), a tentativa de homicídio aconteceu em 2000, quando Ricardo tinha 24 anos. Só em 2019, porém, ele recebeu a sentença – o caso foi julgado após decisão do júri popular.

O juiz havia determinado o cumprimento da pena em regime fechado, mas a defesa do réu conseguiu Junto ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) um habeas corpus que garantiu, até então, que Ricardo respondesse pelo crime em liberdade.

O advogado de defesa, Eugênio Malavasi, disse que o processo sobre a condenação está em tramitação e não se manifestará

O crime

Ricardo e um outro homem armado teriam se desentendido com o grupo formado por seis pessoas e atirado contra elas. Duas foram feridas na ação criminosa que, à época, foi registrada como tentativa de homicídio.

Os disparos foram feitos na Avenida Ayrton Senna da Silva, no bairro Xixová, em frente ao principal e mais movimentado shopping da cidade.

Segundo o documento do TJ-SP, os dois atiradores tentaram matar as vítimas “por motivo fútil e utilizando-se de recurso que dificultou a defesa das vítimas, mediante disparos de arma de fogo”.

Advogado é investigado por falsificar documento em mais de 200 processos e obter ganhos indevidos de R$ 304 mil

Por g1 BA

Sede do Ministério Público da Bahia (MP-BA), em Salvador  — Foto: Alan Oliveira/G1

Sede do Ministério Público da Bahia (MP-BA), em Salvador — Foto: Alan Oliveira/G1

Um advogado é alvo de uma operação do Ministério Público da Bahia (MP-BA), nesta quarta-feira (25), em Salvador. Segundo o órgão, ele falsificou e usou documento falso em pelo menos 217 processos judiciais.

As investigações do MP-BA apontam que, desde 2018, ele falsificava a própria fatura de consumo de serviço de televisão a cabo, para usá-la em processos judiciais. Dos 217 processos, 36 foram contra uma única empresa de telefonia.

O advogado não teve nome divulgado pelo Ministério Público, que detalhou que ele usava a própria fatura para comprovar residência de clientes, e também usava o documento em processos contra diversas empresas.

O MP-BA detalhou ainda que algumas das ações foram encaminhadas à Justiça sem o conhecimento dos supostos beneficiários. Por causa disso, além do crime de uso e falsificação de documento particular, o órgão também apura se houve apropriação indébita.

Com as falsificações, o advogado ganhou R$ 304.846,96 em processos, sendo R$ 58.264,84 de uma ação envolvendo a mesma empresa. Por causa disso, a operação foi batizada de “Fatura”. Mandados de busca e apreensão são cumpridos na casa do advogado, nesta manhã, na capital baiana.

A operação envolve o Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco) do MP-BA, a 19ª Promotoria de Justiça Criminal de Salvador e a Delegacia de Repressão ao Estelionato e Outras Fraudes (Dreof).

Conheça a travesti que é atriz e investigadora da Polícia Civil : ‘Minha família tem orgulho de mim’

Por Juliana Netto, g1

Fernanda Aleixo, investigadora travesti da Polícia Civil de Juiz de Fora — Foto: Fernanda Aleixo/Arquivo Pessoal

Fernanda Aleixo, investigadora travesti da Polícia Civil de Juiz de Fora — Foto: Fernanda Aleixo/Arquivo Pessoal

Dia 13 de setembro ficará marcado como a data em que Fernando Aleixo Marliere tomou a decisão de solicitar o uso do nome social nos documentos pessoais, em uma longa batalha de descobertas e transformações.

Em novembro do ano passado, a travesti apareceria publicamente como Fernanda em uma coletiva de imprensa da Polícia Civil em Juiz de Fora.

Segundo a investigadora, de 33 anos, embora vítima de olhares desconfiados em alguns momentos, a reação dos colegas policiais e das pessoas com quem lida diariamente na Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (DEAM) é positiva.

Personagem interpretada na peça 'Paraíso' fez Fernanda se ver como travesti — Foto: Fernanda Aleixo/Arquivo Pessoal

Personagem interpretada na peça ‘Paraíso’ fez Fernanda se ver como travesti — Foto: Fernanda Aleixo/Arquivo Pessoal

“Mesmo com quatro anos de terapia, eu falava que eu não conseguia entender a minha ansiedade, que não cessava. Tentava interpretar, mas não ia. Então, em 2018, fiz uma peça de teatro, com o pessoal do OAndarDeBaixo. Nessa peça eu era uma travesti de cabaré, de barba e cabelo curto. Pedi uma amiga para gravar o ensaio, onde eu dublava uma música da Christina Aguilera. À noite, assisti ao vídeo e vi. Descobri a minha travesti interna”.

O desafio diário da profissão

 

g1 solicitou à Polícia Civil informações a respeito de profissionais da corporação que se assumem LGTBQIA+, mas não obteve resposta.

Fernanda Aleixo em entrevista à TV Integração, em Juiz de Fora — Foto: Reprodução/TV Integração

Fernanda Aleixo em entrevista à TV Integração, em Juiz de Fora — Foto: Reprodução/TV Integração

Em um meio ainda predominantemente masculino, o inusitado fato de ser uma investigadora travesti, de batom, brincos e outros acessórios femininos, chama atenção. Os olhares curiosos — e por vezes preconceituosos — não são incomuns.

No entanto, em equipe de trabalho, ela se diz segura e aceita.

“Não tenho o costume de participar de muitas operações de rua. Nas poucas que fui, não senti preconceito. Há as pessoas que ficam de longe debochando, mas as que se aproximam e conversam reagem bem. Quem tem coragem de chegar até mim, elogia minha coragem”, contou.

 

“Tenho um amigo da polícia que é gay, que estava com meias rosas, e foi chamado de viado em uma operação, mas comigo isso nunca aconteceu”.

Independência

 

Segundo a investigadora, parte da confiança em se assumir, além do lado psicológico que vem sendo trabalhado ano a ano na terapia, tem a ver com o apoio que recebe.

“Quando me assumi gay, minha mãe, que é professora, espalhou para a família toda. Demorei mais para eu falar com meu pai, caminhoneiro, mas temos uma ótima relação. Minha sobrinha de 9 anos adora me maquiar. Minha família tem orgulho de mim”.

 

Ainda segundo Fernanda, a independência financeira e o teatro facilitaram todo o processo.

Fernanda Aleixo é investigadora da Polícia Civil em Juiz de Fora — Foto: Fernanda Aleixo/Arquivo Pessoal

Fernanda Aleixo é investigadora da Polícia Civil em Juiz de Fora — Foto: Fernanda Aleixo/Arquivo Pessoal

O bom humor e a paz consigo mesma são, conforme ela, itens necessários para os desafios diários:

“Tenho que tá internamente muito bem, pois todo dia que saio de casa pode vir um deboche, uma provocação. E acho que isso não vai mudar, mesmo que seu fique completamente feminina. Vai mudar a forma como eu recebo. Se eu ficar nessa energia negativa, eu não vivo. Gera um sentimento muito forte de ódio, mas se eu pensar nisso, não vou viver.”

Sem ficar presa aos rótulos, o riso vem até mesmo na hora de dizer como prefere ser chamada. “As pessoas ficam na dúvida se me chamam de ele ou ela. Às vezes eu também me perco e vou me transformando mentalmente”.

Vítima de golpe contratou buffet com lagosta e recebeu panela com macarrão no aniversário de 15 anos da filha

Por g1 BA e TV Bahia

Vítima de golpe contratou buffet com lagosta e recebeu panela com macarrão no aniversário de 15 anos da filha — Foto: Reprodução/TV Bahia

Vítima de golpe contratou buffet com lagosta e recebeu panela com macarrão no aniversário de 15 anos da filha — Foto: Reprodução/TV Bahia

A analista de logística Suzane Velame conta que ficou revoltada ao contratar um buffet com lagosta, camarão, açaí, entre outros alimentos e receber apenas uma panela de macarrão no aniversário de 15 anos filha, em Salvador. A mulher é umas das 40 pessoas que denunciam a empresa MV Cerimonial por não cumprir acordos feitos em contratos.

“Frustração é o resumo do que foi a festa. A gente passou o ano inteiro se dedicando na organização desse evento, a realização de um sonho. Eu como mãe nunca tinha feito uma festa para minha filha. Então era a festa dos sonhos, os 15 anos”, disse a baiana.

“Eu fico até emocionada de lembrar aconteceu as coisas no dia. Um dano irreparável, mesmo que a gente consiga restituir o valor, esse dia não vai voltar mais”.

 

Suzane Velame afirmou que o evento teve a presença de 140 pessoas. O buffet foi contratado para 200 convidados.

“A comida do buffet foi apenas uma panela de macarrão para 140 pessoas. Ficou faltando mini hambúrgueres, açaí, emprestados, lagosta e camarão. A mesa de antepastos estava vazia, as bebidas vieram erradas, também ficou faltando funcionários, foi um caos completo”, lamentou a mãe da aniversariante.

Vítima de golpe contratou buffet com lagosta e recebeu panela com macarrão no aniversário de 15 anos da filha — Foto: Reprodução/TV Bahia

Vítima de golpe contratou buffet com lagosta e recebeu panela com macarrão no aniversário de 15 anos da filha — Foto: Reprodução/TV Bahia

A comida da festa não foi o único problema que preocupou a família da adolescente. Suzane também tinha contratado um drone para filmar a entrada da aniversariante no evento, mas não recebeu o serviço.

“Eu tinha contratado um drone para fazer a filmagem dela entrando na festa 17h, com o pôr do sol, porque o tema era tropical. Não tinha nada arrumado do lado de fora, nem mesinhas, toalhas, flores que eram para ter na entrada, e não tinha nada pronto para fazer a filmagem”, relatou.

O coordenador de merchandaising Jeovando Ferreira também pretendia fazer a festa de aniversário de 15 anos da filha. — Foto: Reprodução/TV Bahia

O coordenador de merchandaising Jeovando Ferreira também pretendia fazer a festa de aniversário de 15 anos da filha. — Foto: Reprodução/TV Bahia

O coordenador de merchandaising, Jeovando Ferreira, também pretendia fazer a festa de aniversário de 15 anos da filha. O valor pago foi R$ 15.400, mas ele afirma que a empresa propôs que o evento fosse adiado em quatro meses.

“A empresa tentou adiar a data do evento, mas eu não consigo prorrogar, porque tenho familiares com passagens compradas, vestidos comprados”, disse o pai da adolescente.

Casamento não realizado

 

O contador Erik Santana Mônica também denuncia a empresa por golpe. — Foto: Reprodução/TV Bahia

O contador Erik Santana Mônica também denuncia a empresa por golpe. — Foto: Reprodução/TV Bahia

O contador Erik Santana Mônica também denuncia a empresa por golpe. Ele e a noiva venderam a motocicleta do casal para conseguir o dinheiro e realizar um sonho: a festa de casamento.

“Escolhemos a empresa, pagamos tudo. Demos a entrada de R$ 4 mil no PIX e passamos o resto no cartão: parcelas de mil e poucos reais”, contou.

Com a data da festa marcada, mas sem conseguir falar com a empresa, o casal registrou um Boletim de Ocorrência na Polícia Civil e busca alternativas.

“Tudo marcado, certo, e agora gente vai ver o que vai fazer. Correr atrás de empréstimo, amigos que possam ajudar e aí vamos ver o que vai acontecer”, relatou, decepcionado.

Segundo o contador, a empresa MV Cerimonial não responde as mensagens.

“Buscamos a empresa, ligamos e ninguém atende celular. Só dá desligado, eles não respondem WhatsApp, não atendem ligações e aí estamos sem saber o que fazer”.

Entenda o caso

Pelo menos 11 eventos foram cancelados pela empresa em Salvador, em janeiro, com a justificativa de que o cerimonial precisa passar por reestruturação por causa da pandemia da Covid-19.

De acordo com a empresa, a devolução do dinheiro investido pelos clientes não pode ser feita de forma imediata. Em nota enviada para os clientes, o cerimonial cita a Medida Provisória 1.101/2022, que entrou em vigor durante a pandemia da Covid-19. Segundo o cerimonial, os valores serão devolvidos na forma no prazo relacionado até 31/12/2023. [Veja a nota completa no final da reportagem]

Segundo a Polícia Civil, foram registradas duas denúncias contra os proprietários do cerimonial entre os dias 8 e 16 de janeiro. Um dos clientes também registrou ocorrência de crime contra a honra e os casos são apurados pela 12ª Delegacia de Itapuã.

Em um grupo no WhastApp, 40 pessoas afirmam estarem na mesma situação e procuram soluções.

Segundo a advogada Fabiana Lemos, especialista em direito do consumidor, algumas cláusulas contratuais estão sendo usadas equivocadamente pela empresa como argumentos para os cancelamentos. Uma delas seria a Medida Provisória citada na nota, que vale apenas para eventos cancelados até o dia 31 de janeiro de 2022.

“A lei contempla os anos de 2020, 2021 e 2022, ou seja, aquelas festas não realizadas nesses anos até dezembro de 2022 tem um prazo para reembolso prorrogado. Neste caso, todos os eventos foram designados para janeiro de 2023, já sem incidência da pandemia deu Covid-19 de uma forma tão intensa. Então não há possibilidade de ter como justificativa essa medida provisória, porque não não há nenhum tipo de decreto de isolamento social”, afirmou.

Confira a nota da empresa na íntegra:

Como foi amplamente divulgado pela imprensa, o SARSCoV-2 (COVID-19) gerou desestruturação mundial. Tal desestruturação mundial ainda angaria espaço no tempo atual. O setor de eventos, dentre todos os que existem, certamente, foi o mais prejudicado. Prova disso, foi todo influxo derivado da Lei nº 14.046, de 2020, Lei n.º 14.148/21, que instituiu o Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos, bem como, a Medida Provisória 1.101/2022. As leis não foram – e provavelmente não serão – suficientes.

A principal causa do cancelamento é a necessidade de reestruturação da empresa, derivada das fortes consequências do COVID-19 e posteriormente a seu fortalecimento, cremos na retomada das atividades

A MV CERIMONIAL é empresa séria, e baseada na Medida Provisória 1.101/2022, informa a todos os CONTRATANTES que os respectivos valores serão devolvidos na forma da Medida provisória, inclusive no prazo relacionado até 31/12/2023. Infelizmente, sabemos que muitos eventos – já pagos – precisarão ir para outros locais e outros ambientes e a MV CERIMONIAL não possui recursos financeiros para reembolso imediato.

Prisão de Daniel Alves: o que se sabe e o que falta saber

Por Sávio Ladeira, g1

Daniel Alves em imagem de dezembro de 2022, durante a Copa do Mundo do Catar — Foto: Andre Penner/AP

Entenda prisão de Daniel Alves por suposta agressão sexual na Espanha

Entenda prisão de Daniel Alves por suposta agressão sexual na Espanha

A Justiça espanhola determinou a prisão preventiva e sem fiança do jogador brasileiro Daniel Alves nesta sexta-feira (20), por conta de um processo que o acusa de ter estuprado uma mulher em uma boate de Barcelona.

 

O jogador brasileiro Daniel Alves foi detido após prestar depoimento em Barcelona, na Espanha, no dia 20 de janeiro de 2023 — Foto: Lucas Figueiredo/CBF e Reuters

O jogador brasileiro Daniel Alves foi detido após prestar depoimento em Barcelona, na Espanha, no dia 20 de janeiro de 2023 — Foto: Lucas Figueiredo/CBF e Reuters

Veja o que se sabe e o que falta saber sobre a denúncia de agressão sexual envolvendo o jogador Daniel Alves:

O que aconteceu?

 

Na madrugada do dia 30 de dezembro, a suposta vítima alegou que foi estuprada por Daniel Alves no banheiro da boate “Sutton”, em Barcelona.

Detalhes do depoimento dado à polícia foram revelados pelos jornais da Espanha. Nele, segundo a imprensa, ela conta que o jogador a impediu de sair do banheiro, agarrou e colocou a mão dela sobre o seu pênis, a jogou no chão, ordenou que ela fizesse sexo oral – o que ela recusou e resistiu, – bateu nela e a penetrou com força até ejacular.

Até o momento, só se sabe essa versão dada no depoimento e obtida pela imprensa. O depoimento não foi divulgado oficialmente. Não havia câmeras no local onde aconteceu a agressão. Inicialmente, Daniel Alves negou que isso tenha acontecido e disse que não conhecia a mulher. Depois, segundo a imprensa local, o jogador mudou a versão e disse que a relação foi consensual.

Testemunhas viram indo ao banheiro e depois chorando após sair de lá. Quando a polícia chegou no local, o jogador já havia ido embora. Segundo o jornal “El Periódico”, a polícia disse que encontrou traços de sêmen no banheiro.

Relatórios médicos apontam que a vítima tinha sinais de agressão compatíveis com estupro.

Por que Daniel Alves foi preso?

Daniel Alves atendeu a um pedido dos investigadores e foi voluntariamente até a delegacia em Barcelona. Depois de prestar depoimento sobre o caso, ele foi detido.

Posteriormente, foi levado até uma juíza da Catalunha, onde prestou um depoimento de 45 minutos. Após ouvi-lo, a juíza acatou o pedido de prisão preventiva sem fiança feito pela promotoria e pelos advogados da vítima.

Na decisão pela prisão, a juíza citou quatro motivos:

  • Daniel Alves não tem endereço fixo na Espanha
  • O denunciado tem plenas condições financeiras de fugir
  • Não há acordo de extradição entre a Espanha e o Brasil
  • Há risco de obstrução de justiça por parte do jogo
Daniel Alves é detido em Barcelona durante depoimento e levado para custódia judicial

Por que Daniel Alves estava Espanha?

 

No final de dezembro, quando aconteceu o suposto crime, Daniel Alves estava em Barcelona tirando alguns dias de férias após disputar a Copa do Mundo do Catar.

O jogador mora atualmente no México, mas foi semana passada à Espanha para o velório de sua sogra, que morreu no dia 13 de janeiro.

Antes de voltar ao México, ele foi até a delegacia prestar depoimento.

Onde Daniel Alves está preso?

 

O jogador está preso na Penitenciária Brians 1, que fica a cerca de 30 km do centro de Barcelona.

Até quando Daniel Alves ficará na cadeia?

 

Daniel Alves está preso, mas ainda não foi julgado. A Justiça espanhola decretou a prisão preventiva, mas não determinou um prazo para ele ser solto ou julgado.

Para crimes de agressão sexual, que incluem o estupro, o Código Penal espanhol prevê pena de um a 15 anos, dependendo da gravidade do caso, que pode ser reduzida a multas.

Como funciona a investigação na Espanha?

 

Pela legislação da Espanha, uma pessoa investigada pode ser presa durante o depoimento, caso os interrogantes entendam que há elementos que justifiquem a detenção.

No sistema espanhol, a Justiça também faz sua própria investigação sobre um caso, ainda que haja um inquérito policial.

Em paralelo, o Ministério Público pode fazer uma denúncia, como ocorreu nesta situação.

Quando a denúncia chega à Justiça, um tribunal designa um magistrado chamado juiz de instrução, que fica encarregado de reunir provas de um caso para determinar se se trata ou não de crime ou delito. Caso determine que sim, esse magistrado encaminha então o caso para julgamento

Quem é a suposta vítima de estupro?

 

A identidade da denunciante não foi revelada. O que se sabe sobre ela é que tem 23 anos e foi para a boate com amigas. Um grupo de mexicanos as convidou para entrar na área VIP, onde estava o jogador, mas não se sabe qual é a relação dela com esse grupo.

O que Daniel Alves disse sobre o caso?

 

Na quinta-feira (5), durante entrevista a um programa de TV na Espanha, Alves alegou que estava apenas dançando, sem invadir o espaço de ninguém. Ele alegou ainda não conhecer a mulher e disse não ter “que perguntar quem está no banheiro” quando quer usá-lo.

“Eu estive nesse lugar, e quem me conhece sabe que eu adoro dançar, mas sem invadir o espaço de ninguém, respeitando os espaços. E quando você vai ao banheiro não tem que perguntar quem está lá para usar o banheiro. Não sei quem é essa senhorita, nunca a vi. Nestes anos todos nunca invadi o espaço de ninguém sem autorização”, declarou o jogador, que se queixou também dos danos da denúncia à sua família.

Depois, os jornais “El País” e “El Periódico” afirmaram que, no depoimento à juíza que determinou sua prisão, Daniel Alves mudou sua versão e assumiu que teve uma relação sexual com a mulher, mas negou ter sido violento ou cometido agressão sexual.

Daniel Alves teve seu contrato rescindido?

O jogador, que recentemente fez parte da Seleção Brasileira na Copa do Mundo do Catar em 2022, no auge da sua carreira passou por dois grandes times da Espanha: Sevilla e Barcelona.

Seu contrato mais recente era com o Los Pumas, um time mexicano, que já declarou que ele está automaticamente fora do time após a acusação de agressão sexual.

Mãe acusada de matar seu filho Rafael, de apenas 11 anos, é condenado a 30 anos de cadeia

Por Redação, RBS TV Passo Fundo e g1 RS

Caso Rafael: veja leitura da sentença contra Alexandra Dougokenski

Caso Rafael: veja leitura da sentença contra Alexandra Dougokensk

mulher acusada de matar o próprio filho em Planalto, no Norte do Rio Grande do Sul, em maio de 2020, foi condenada a 30 anos e dois meses de prisão pelo crime nesta quarta-feira (18). Alexandra Salete Dougokenski respondia pela morte de Rafael Mateus Winques, de 11 anosEntenda o caso abaixo.

Alexandra deverá iniciar o cumprimento da pena em regime fechado, mantida sob prisão preventiva. Além disso, ela também foi condenada a cumprir mais seis meses de detenção e 30 dias-multa.

Os jurados consideraram a ré culpada pelos crimes de homicídio qualificado (motivo torpe, motivo fútil, asfixia, dissimulação e recurso que dificultou a defesa), ocultação de cadáverfalsidade ideológica e fraude processual.

Segundo o advogado de Alexandra, Jean Severo, a defesa deve recorrer da condenação e pedir a anulação do júri.

Do lado de fora, integrantes da promotoria, responsável pela acusação, foram recebidos com festa por populares.

Alexandra é amparada pelo advogado durante júri em Planalto — Foto: Juliano Verardi/TJRS

Alexandra é amparada pelo advogado durante júri em Planalto — Foto: Juliano Verardi/TJRS

Três dias de júri

 

Na segunda-feira (16), primeiro dia do julgamento, depuseram uma ex-professora de Rafael e dois delegados que participaram da investigação. Na terça (17), os jurados ouviram familiares da vítima e da ré, como o irmão de Rafael e filho de Alexandra, o pai do menino, além do irmão e a mãe da acusada.

 

Rafael Mateus Winques está desaparecido desde sexta-feira  — Foto: Divulgação/Polícia Civil

Rafael Mateus Winques está desaparecido desde sexta-feira — Foto: Divulgação/Polícia Civil

No terceiro dia de júri, houve interrogatório da ré Alexandra Dougokenski. Ela responsabilizou o ex-companheiro Rodrigo Winques pela morte do filho. Tanto Rodrigo quanto sua defesa negam a versão apresentada pela ré.

“Me disse a todo momento que, se eu contasse alguma coisa, ele ia voltar e matar toda a minha família”, afirmou.

VÍDEO: mãe de Rafael Winques fala sobre dia da morte da criança

Após essa etapa, os jurados assistiram ao debate entre acusação e defesa, antes de se reunirem para definir a sentença de Alexandra. “Mãe nenhuma colocaria o corpo do próprio filho no lixo, na casa do lado”, afirmou o promotor Diogo Taborda.

A defesa sustentou que o pai de Rafael seria responsável pelo crime, sugerindo que ele havia mentido sobre sua localização no dia da morte do menino. “A absolvição da Alexandra é uma oportunidade de reconstruir a vida do filho. Vocês vão estar absolvendo duas pessoas: ela e esse menino”, disse o advogado Jean Severo.

Do lado de fora do fórum, manifestantes pediram “justiça” no caso e “pena máxima” para Alexandra.

Manifestação de populares no lado de fora do fórum de Planalto — Foto: Juliano Verardi/TJRS

Manifestação de populares no lado de fora do fórum de Planalto — Foto: Juliano Verardi/TJRS

Nova investigação

A Justiça de Farroupilha, na Serra, determinou que a Polícia Civil realize novas investigações sobre a morte de José Dougokenski, ex-companheiro de Alexandra. Ele foi encontrado morto em 2007, num caso inicialmente concluído como suicídio. A família suspeita que ele tenha sido morto e por isso o caso foi reaberto.

O juiz Enzo Carlo de Gesu determinou que a polícia vá até a casa da vítima, em Linha Julieta, interior de Farroupilha, para ver se ela ainda existe e para que lá possa ser feita a reconstituição do caso. Por fim, o juiz solicitou o registro de ligações à Brigada Militar no dia 5 de fevereiro de 2007, quando José foi encontrado morto.

José é o primeiro marido de Alexandra Dougokenski, e morreu na casa do casal, em Farroupilha, em 2007 — Foto: Arquivo pessoal

José é o primeiro marido de Alexandra Dougokenski, e morreu na casa do casal, em Farroupilha, em 2007 — Foto: Arquivo pessoa

Júri cancelado

 

O julgamento havia começado em março de 2022, mas foi encerrado cerca de 11 minutos depois, devido a um desentendimento entre a defesa e a acusação. Os defensores da ré levantaram questão de ordem, mencionando a existência de um suposto áudio que foi encontrado no telefone do pai de Rafael, Rodrigo Winques, enviado às 23h55 do dia 15 de maio, ou seja, depois do crime.

Caso Rafael: 1º sessão de júri tem discussão e é encerrada após 11 minutos no RS

Rafael desapareceu no dia 15 de maio de 2020. A mãe dizia ter deixado a criança no quarto para dormir e quando acordou, no dia seguinte, ele não estava mais no local. Conforme o relato da mãe à polícia, a cama estava desarrumada e a porta da casa encostada. O local não tinha sinais de arrombamento.

A mãe de Rafael, até então considerado desaparecido, deu uma entrevista pedindo ajuda para encontrar o filho. “A gente quer uma luz, uma noticiazinha que, sabe, que diga ‘a gente viu esse menino em tal lugar'”, disse Alexandra. Na época, a polícia não descartava nenhuma linha de investigação.

A Polícia Civil encontrou o corpo de Rafael no dia 25 de maio, por volta das 17h30. Alexandra Dougokenki confessou o crime, dizendo que teria dado um medicamento para o filho, considerado por ela um menino nervoso. A suspeita foi presa.

Rafael Winques, menino morto em Planalto — Foto: Reprodução/RBS TV

Rafael Winques, menino morto em Planalto — Foto: Reprodução/RBS TV

Mandados de busca e prisão são cumpridos em Pau Brasil durante operação em reserva indígena

Armas, celulares e notebook foram apreendidos — Foto: Centro de Inteligência da Polícia Militar

Armas, celulares e notebook foram apreendidos — Foto: Centro de Inteligência da Polícia Militar

Cinco mandados de prisão e 11 de busca foram cumpridos nesta quinta-feira (12), na Reserva Indígena Caramuru, em Pau Brasil, no sul da Bahia, durante a operação Arabutã.

A operação aconteceu após homicídios ocorridos na região. No entanto, a polícia não detalhou quais foram os assassinatos, nem que são os alvos da ação.

Além dos mandados, foram aprendidas uma pistola, uma espingarda artesanal, dois celulares, um notebook, 220g de drogas e 65 munições.

Os suspeitos e todo o material apreendido foram apresentados na delegacia para o devido processo legal.

As buscas aconteceram na ação conjunta entre as Polícias Civil, Centro de Inteligência da Polícia Militar, Comandante de Policiamento Especializado Cacaueira e Rondesp- Sul.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

220g de drogas também foram apreendidas durante a operação — Foto: Centro de Inteligência da Polícia Militar

Uma pistola e foram apreendidas durante operação em reserva indígena no sul da Bahia — Foto: Centro de Inteligência da Polícia Militar

Uma pistola e foram apreendidas durante operação em reserva indígena no sul da Bahia — Foto: Centro de Inteligência da Polícia MilitarBuscas aconteceram de maneira conjunta entre as Polícias Civil, Centro de Inteligência da Polícia Militar, Comandante de Policiamento Especializado Cacaueira e Rondesp- Sul. — Foto: Centro de Inteligência da Polícia Militar

Buscas aconteceram de maneira conjunta entre as Polícias Civil, Centro de Inteligência da Polícia Militar, Comandante de Policiamento Especializado Cacaueira e Rondesp- Sul. — Foto: Centro de Inteligência da Polícia

Preso em Ilhéus, foragido da Justiça, ex-estudante de odontologia volta a ser preso na BA; homem é apontado por causar lesões e mutilações em pacientes

Ex-estudante de odontologia volta a ser preso em Ilhéus, sul da Bahia

ex-estudante de odontologia apontado por lesão corporal e exercício ilegal da profissão em cidades da Bahia, foi preso novamente nesta quinta-feira (12), ao desembarcar no aeroporto Jorge Amado, em Ilhéus, no sul do estado.

Paulo Henrico Almeida era considerado foragido pela Polícia Federal desde 2021, após ter sido condenado a 1 ano e 8 meses em regime semiaberto. Durante os quase dois anos foragido, o ex-estudante seguia fazendo extrações e implantes.

Ele é suspeito de causar lesões e mutilações em pelo menos 20 pessoas atendidas por ele. Uma das vítimas teve nove dentes extraídos de uma só vez.

Devido os crimes, ele foi preso pela primeira vez no dia 30 de setembro de 2019, em Itabuna, mas em 2020, a justiça concedeu o direito de responder o processo pelo exercício ilegal da profissão em liberdade.

Paulo Henrico se apresentava como estudante de odontologia, mas atuava como dentista formado. Em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, o Conselho Regional de Odontologia (CRO) o denunciou pela atuação irregular, em maio de 2019. Já em Itabuna, no sul da Bahia, a Polícia Civil pediu a suspensão temporária da clínica onde ele atuava.

O pedido de habeas corpus foi solicitado por advogados à Vara Criminal da Comarca de Vitória da Conquista, no sudoeste do estado. Ele responderá pelo crime no conjunto penal de Itabuna.

Ex-estudante de odontologia investigado por lesão corporal na BA é preso novamente — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Ex-estudante de odontologia investigado por lesão corporal na BA é preso novamente — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Nove dentes extraídos

 

Homem teve nove dentes extraídos de uma só vez por falso dentista na Bahia  — Foto: Reprodução/TV Santa Cruz

Homem teve nove dentes extraídos de uma só vez por falso dentista na Bahia — Foto: Reprodução/TV Santa Cruz

Entre as vítimas de Paulo Henrico, está um homem que disse ter nove dentes extraídos de uma só vez, durante uma consulta no município de Itabuna.

A vítima, que preferiu não se identificar, contou que procurou o suspeito sem saber que ele não era um profissional formado. Ele disse que estava com uma inflamação em um dos dentes e destacou que foi surpreendido com as extrações.

Segundo o homem, o procedimento foi realizado no mesmo dia em que ele passou por consulta com Paulo, que ainda receitou remédios.

Idosa morre após ser espancada

Suspeito foi preso pela PM — Foto: Redes sociais

Suspeito foi preso pela PM — Foto: Redes sociais

Uma idosa foi morta, na manhã desta quinta-feira (12), no bairro Cristo Rei, na cidade de Dias D’Ávila, na Região Metropolitana de Salvador. O suspeito do crime foi encaminhado para uma Unidade de Pronto Atendimento (Upa).

A vítima foi identificada como Elisabete Nunes de Oliveira, 68 anos. De acordo com informações iniciais, a idosa foi agredida até a morte quando saiu para levar o lixo para fora de casa. O suspeito é um homem que aparentava estar em surto psicótico.

Em nota, a Polícia Militar afirma que foi acionada com a informação de que um homem teria espancado uma mulher até a morte em um condomínio na região. Após identificarem o suspeito, a PM realizou a prisão.

O homicídio é investigado pela Polícia Civil do município. Não há detalhes sobre o sepultamento da vítima.

Suspeito tenta matar homem após saber que vítima não votou em seu irmão

Imagem aérea de Santa Maria da Vitória na Bahia — Foto: Divulgação

Imagem aérea de Santa Maria da Vitória na Bahia — Foto: Divulgação

Um homem foi preso por suspeita de tentativa de homicídio, no município de Santa Maria da Vitória , no oeste da Bahia. O caso aconteceu após uma divergência política.

De acordo com a Polícia, os homens conversavam amigavelmente em um bar no bairro Setor Roberto, quando a vítima foi questionada por não apoiar o irmão do suspeito, que é vereador do município. Após afirmar que não tinha interesse em apoiar o vereador na política, e que não havia votado nele, o suspeito saiu do estabelecimento.

Momentos depois, o suspeito retornou e disparou contra o alvo. Os homens entraram em luta corporal, a vítima tomou a arma do agressor e disparou contra ele. O tiro acertou o pescoço.

Em nota, a Polícia Civil informou que o suspeito tem 35 anos e precisou fazer traqueostomia, na tarde de ontem (11), no Hospital do Oeste (HO). A vítima também realizou um procedimento cirúrgico no braço. Ambos os envolvidos seguem internados no hospital.

A arma utilizada no crime é um revólver de calibre 32, adulterado para calibre 38.

O suspeito deve responder por homicídio qualificado e porte ilegal de arma de fogo, de uso proibido, após a identificação da alteração de calibre.

O caso é investigado pela Polícia Civil, que já ouviu algumas testemunhas.



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