Conforme a polícia, Paulo Henrique e Emerson, são investigados por ameaçar e matar moradores de algumas localidades de Amélia Rodrigues que não obedeciam as ordens do grupo criminoso.
A última vítima de Paulo e Emerson foi Giselma dos Anjos Rocha, de 58 anos. A mulher foi morta em 17 de fevereiro deste ano por ter dado uma garrafa de água para uma guarnição da PM que patrulhava a região.
“Ela foi morta durante a madrugada quando retornava de uma cavalgada, acompanhada do esposo e neto, um adolescente de 14 anos. Os criminosos fizeram uma tocaia no meio do mato e dispararam contra os três. O homem e o adolescente sobreviveram, mas a mulher não. Ela foi baleada com cerca de seis tiros e não satisfeitos, eles ainda deram 10 facadas nela”, relatou o delegado de Amélia Rodrigues, Idelfonso Monteiro.
Após o assassinato de Giselma, a Polícia Civil iniciou as investigações e junto com a Polícia Militar, intensificou as ações na região. Diante da pressão policial, os criminosos deixaram a região de Amélia Rodrigues com destino a outras localidades e cidades do país.
Paulo Henrique, foi um dos suspeitos que optou pela mudança de estado e foi capturado no aeroporto de Salvador. No momento da prisão do suspeito, um homem identificado como Ederaldo Oliveira, acompanhava Paulo Henrique. Ederaldo foi detido para averiguações e a polícia constatou que ele não participava do grupo criminoso, mas conhecia o suspeito. O homem foi liberado.
De acordo com a polícia, um homem conhecido como Milelo, também suspeito de integrar o grupo criminoso. Milelo está foragido e é procurado pela polícia.
Após a prisão, Paulo Henrique foi apresentado no posto da Polícia Civil no Aeroporto Internacional de Salvador e, em seguida, conduzido para a delegacia de Amélia Rodrigues. Já Emerson foi apresentado, logo depois da prisão, na mesma unidade policial.