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:: 9/ago/2023 . 11:25

Confira vagas de emprego para cidade de Ilhéus

SineBahia divulga vagas de emprego para cidades do interior do estado nesta quarta-feira (9). — Foto: Reprodução/Associação Nacional dos Servidores Públicos, de Previdência e da Seguridade Social (Anasps)

Ilhéus

AUXILIAR ADMINISTRATIVO – Exclusiva Para Pessoas com Deficiência

Ensino médio
Experiência em carteira de trabalho
Possuir laudo médico
1 VAGA

AUXILIAR DE LIMPEZA – Exclusiva Para Pessoas com Deficiência
Ensino médio
Experiência em carteira de trabalho
Possuir laudo médico
1 VAGA

ENGENHEIRO DE PRODUÇÃO DE METALURGIA (ESTÁGIO)
Ensino superior cursando Engenharia
Possuir conhecimento em solid, work, auto card, ERP, Inglês básico e TPM.
1 VAGA

FOTÓGRAFO
Ensino médio
Experiência na função
Possuir conhecimento em informática
1 VAGA

ELETRICISTA
Ensino médio
Experiência em carteira de trabalho
Possuir curso NR10
2 VAGAS

MECÂNICO GERAL (DIESEL)
Ensino médio
Experiência em carteira de trabalho
1 VAGA

AUXILIAR DE MECÂNICO DE AUTOS EM GERAL
Ensino fundamental
1 VAGA

EMPREGADA DOMÉSTICA
Ensino médio
Experiência em carteira de trabalho
1 VAGA

VENDEDOR EXTERNO
Ensino médio
Experiência na função
Residir nas proximidades do centro
1 VAGA

PINTOR DE ESTRUTURAS METÁLICAS
Ensino médio
Experiência comprovada em carteira de trabalho
1 VAGA

ELETROMECÂNICO
Ensino médio
Experiência comprovada em carteira de trabalho
Possuir curso na área
1 VAGA

FISCAL CONTÁBIL
Ensino superior em Contabilidade
Experiência com exportação e importação do sistema contábil, Speed fiscal, DMA, DMD e substituição tributária
1 VAGA

AUXILIAR CONTÁBIL
Ensino médio
Experiência na função com escrituração contábil, OSX, auxiliação bancária, FD Contribuições, Speed fiscal e sistema contábil domínio ou outros.
1 VAGA

Mais de 160 mil baianos podem perder benefício de Tarifa Social de Energia, aponta Coelba; veja como regularizar situação

Mais de 160 mil baianos podem perder benefício de Tarifa Social de Energia — Foto: Divulgação

Mais de 160 mil baianos podem perder benefício de Tarifa Social de Energia — Foto: Divulgação

Cerca de 165 mil baianos podem deixar de receber o benefício de Tarifa Social de Energia Elétrica em maio, devido à desatualização cadastral, de acordo com o Ministério da Cidadania e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A informação foi dada pela Neoenergia Coelba, concessionária responsável pelo serviço na Bahia.

Os inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), que possuem o Número de Identificação Social (NIS), podem obter descontos de até 65% no valor da fatura de energia. Todas precisam manter os dados atualizados para não perderem o benefício.

Interessados que não possuem o NIS ou NB (BPC/LOAS), mas têm a renda menor do que meio salário-mínimo por pessoa na residência, também pode obter o número no CRAS.

Até o mês de junho, mais de 300 mil famílias corriam o risco de perder o desconto na conta de energia. Muitos dos que possuem o NIS não são titulares da conta de energia elétrica, o que impede o cadastramento de forma automática pela empresa ao cruzar informações com os dados do CadÚnico.

A distribuidora alerta aos consumidores a necessidade de manter os dados atualizados para garantir o desconto na fatura de energia.

Como se cadastrar na Tarifa Social

Para ter acesso ao desconto da Tarifa Social na conta de energia, que pode chegar a até 65%, e não pagar eventuais cobranças extras da bandeira tarifária, o cliente deve estar inscrito no CadÚnico. As famílias de baixa renda devem obter o NIS diretamente em um Cras do município onde reside.

Os usuários cadastrados, com renda mensal por pessoa menor ou igual a meio salário mínimo, também podem fazer a inscrição da Tarifa Social no site oficial.

O cadastro pode ser feita por meio do WhatsApp da Neoenergia Coelba (71 3370-6350), site oficial, pelo telefone 116, ou em um dos pontos de atendimento da empresa espalhados por todo o estado.

Em 10 anos, leis sobre eleições e partidos sofreram uma modificação a cada seis meses no Congresso

Por Elisa Clavery e Karla Lucena, TV Globo e GloboNews — Brasília

Em 10 anos, leis sobre eleições e partidos sofreram uma modificação a cada seis meses no Congresso

Em 10 anos, leis sobre eleições e partidos sofreram uma modificação a cada seis meses no Congresso

O Congresso fez, entre 2013 e 2022, 19 modificações em legislações relacionadas a eleições e partidos. O número representa que, nos últimos 10 anos, aproximadamente uma modificação foi realizada a cada seis meses.

16 alterações foram feitas um ano antes da data de alguma eleição — seja municipal ou nacional.

Pelo princípio de anualidade, uma mudança nas regras eleitorais só pode valer para as eleições seguintes se for aprovada um ano antes. Por esse motivo, muitas vezes, os parlamentares aprovam modificações às pressas.

Em 2017, por exemplo, a lei que criou o fundo eleitoral para financiamento de campanha foi sancionada em 6 de outubro — exatamente um ano antes do pleito de 2018, que ocorreu no dia 7 de outubro.

Agora, os parlamentares se preparam para uma nova reforma eleitoral. Desta vez, mais ampla e com alcance em toda a legislação partidária e eleitoral, revogando leis vigentes e unificando regras em uma única norma.

O texto já foi aprovado na Câmara em 2021, mas está parado no Senado em razão de críticas a pontos considerados polêmicos da proposta (entenda mais abaixo).

Para valer nas eleições de 2024, a reforma precisa ser aprovada pelo Senado e retornar à Câmara, também com aprovação, até outubro deste ano.

O relator da proposta, senador Marcelo Castro (MDB-PI), tem trabalhado no parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Até agora, contudo, não há certeza por parte dos parlamentares se a aprovação em dois meses será possível.

Segundo líderes ouvidos pela reportagem, o projeto estava previsto para a agenda do Senado do segundo semestre deste ano e “está no radar”. Mas, até agora, as articulações sobre o tema não avançaram, o que pode dificultar a votação de um código tão complexo num curto prazo.

A expectativa é que o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Alexandre de Moraes, receba Marcelo Castro na próxima semana para discutir a proposta.

Mudanças no passado

Algumas das mudanças que ocorreram nos últimos anos são apontadas por especialistas como positivas — como a que criminaliza a violência política contra mulheres e a que criou a possibilidade de partidos se unirem em federações partidárias, ambas de 2021.

Outras, contudo, são vistas como retrocessos. Por exemplo, a mudança na Lei dos Partidos que, em 2015, limitou a responsabilização civil e criminal de dirigentes partidários em caso de desaprovação de contas e ilícitos praticados pela sigla.

Com isso, a punição do dirigente passou a acontecer somente se for comprovada “conduta dolosa que importe enriquecimento ilícito e lesão ao patrimônio do partido”.

O cientista político e diretor do Transparência Partidária, Marcelo Issa, avaliou que a mudança torna praticamente inalcançável a punição e cria “forte desestímulo à boa governança partidária”.

Também em 2015, o Congresso limitou a sanção para o partido que tenha as contas desaprovadas. Desde então, neste caso, a sigla é obrigada “exclusivamente” a devolver os valores irregulares, com uma multa máxima de 20% do valor.

Antes da alteração, havia a possibilidade de suspender repasses de cotas do fundo partidário e cancelar o registro do partido.

“Constatar que boa parte das propostas apresentadas ou das alterações realizadas flexibiliza regras e obrigações de partidos e candidatos, enfraquece mecanismos de controle ou suaviza sanções, é inevitável concluir que em grande medida o que motiva esse processo são interesses casuísticos orientados à perpetuação e expansão do poder de mandatários e dirigentes partidários”, afirma Issa.

Embora reconheça que as leis eleitorais e partidárias tenham de ser aprimoradas, devido às mudanças tecnológicas, por exemplo, o cientista político afirma que “desde a redemocratização, nunca realizamos duas eleições com as mesmas regras”.

“Alterações excessivamente frequentes podem criar insegurança jurídica e inclusive impedir até mesmo que se avaliem os efeitos de novas regras no médio prazo”, diz.

Luiz Gustavo de Andrade, secretário-geral da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Política (Abradep), avalia que, de 2021 até agora, o Senado conseguiu avançar no debate sobre o código.

“O decurso do tempo foi benéfico, pois permitiu que juristas, em sua maioria, concordassem com a necessidade das várias leis eleitorais precisarem ser consolidadas em um único documento, um código, que garantisse uniformidade e coerência, algo que não temos no cenário atual”, afirma.

O especialista destaca, contudo, que a demora para analisar a proposta da nova reforma deixou o texto desatualizado em alguns pontos — por exemplo, em relação às federações partidárias.

Para Andrade, seria positivo aproveitar o debate para tratar da responsabilização de plataformas digitais na veiculação de conteúdos ilegais, desinformação e matérias que causem instabilidade institucional.

“Em que pese o TSE tenha resolução sobre o tema e a Corte tenha sido rigorosa no combate às fake news nas últimas eleições, é muito mais pertinente que a regulamentação parta do legislador”, diz.

Nova reforma

Câmara aprova texto-base do novo Código Eleitoral
Câmara aprova texto-base do novo Código Eleitoral

Aprovado em setembro de 2021 pela Câmara, o Novo Código Eleitoral tem 898 artigos e quase 400 páginas.

Entre outras mudanças, o texto proíbe a divulgação de pesquisas eleitorais na véspera e no dia do pleito e obriga institutos a informar o percentual de acerto das pesquisas realizadas nas últimas cinco eleições.

Essas alterações são vistas por especialistas como um cerceamento de informações para o eleitor. Analistas afirmam ainda que a proibição de divulgação de pesquisas de institutos confiáveis às vésperas das eleições pode estimular a circulação de números falsos, confundindo os eleitores.

▶️ Outras mudanças

  • Pagamento de despesas com fundo partidário

projeto lista uma série de despesas que podem ser pagas com recursos públicos do fundo partidário — como propagandas políticas, transporte aéreo e compra de bens móveis e imóveis.

O texto diz, ainda, que a verba pode ser usada em “outros gastos de interesse partidário, conforme deliberação do partido político”. Isso, segundo especialistas, abre brecha para que qualquer tipo de despesa seja paga com o fundo — desde helicóptero a churrascos com cerveja.

  • Prestação de contas por meio da Receita Federal

projeto prevê que a apresentação dos documentos de prestação de contas dos partidos (arrecadação e despesas) deve ser feito por meio de sistema da Receita Federal.

Atualmente, o processo é realizado por ferramenta da Justiça Eleitoral. Técnicos afirmam que a mudança atrapalha as tabulações e os cruzamentos de dados feitos pela Justiça Eleitoral.

  • Limite para multas

A proposta estabelece o teto de R$ 30 mil para multas a partidos por desaprovação de contas. Hoje, a legislação prevê que a multa será de até 20% do valor apontado como irregular, o que segundo especialistas pode chegar na casa dos milhões no acumulado.

Além disso, o projeto prevê que a devolução de recursos públicos usados irregularmente pelos partidos deve ocorrer somente “em caso de gravidade”.

Contratação de empresas para auditorias de contas

A proposta aprovada pela Câmara permite que partidos contratem, com recursos do fundo partidário, empresas privadas para auditar a prestação de contas.

Isso, na visão de técnicos, “terceiriza” o trabalho da Justiça Eleitoral, que hoje faz o acompanhamento diretamente, sem intermediários.

  • Punição por fake news

A proposta cria uma punição para quem divulgar ou compartilhar fatos “que sabe ou gravemente descontextualizados” com o objetivo de influenciar o eleitor. A pena, segundo a proposta, é de um a quatro anos e multa.

A pena pode ser aumentada, por exemplo, se o crime for cometido por meio da internet ou se for transmitido em tempo real; com uso de disparos de mensagem em massa; ou se for praticada para atingir a integridade das eleições para “promover a desordem ou estimular a recusa social dos resultados eleitorais”.

  • Alteração no período de inelegibilidade

O projeto altera o período de inelegibilidade definido pela Lei da Ficha Limpa – o prazo continua sendo de oito anos, mas começará a contar a partir da condenação e não mais após o cumprimento da pena.

Durante a votação dos destaques, os deputados incluíram dispositivo que torna inelegível, por oito anos, o mandatário que renunciar durante processo de cassação. Atualmente, o trecho já faz parte da Lei da Ficha Limpa, mas estava fora do Código.

  • Crime de ‘caixa dois’

Também cria o crime de “caixa dois”, que consiste “doar, receber ou utilizar nas campanhas eleitorais, próprias ou de terceiros, para fins de campanha eleitoral, recursos financeiros, em qualquer modalidade, fora das hipóteses e das exigências previstas em lei”.

A Justiça, no entanto, poderá deixar de aplicar pena se a omissão ou irregularidade na prestação de contas se referir a valores de origem lícita e não extrapolar limite legal definido para a doação e para os gastos.

Na avaliação do Transparência Partidária, o dispositivo que limita a atuação da Justiça Eleitoral a verificar a regularidade da origem e a destinação dos recursos também dificulta a fiscalização do “caixa dois”.

Mulher é achada morta em caixa de água em Canavieiras

Uma mulher identificada como Viviane Souza Santos, de 22 anos, foi encontrada morta com marcas de estrangulamento dentro do tanque de água, na casa onde morava na cidade de Canavieiras, sul da Bahia. O caso aconteceu na Rua H, no bairro Jardim Burundanga. O principal suspeito do crime é seu ex-companheiro, que ameaçava a mulher. Pessoas ao redor sentiram falta da jovem e acionaram os policiais. Uma pessoa foi ouvida e depois liberada. O corpo de Viviane foi levado para o Departamento de Polícia Técnica de Ilhéus. O caso é investigado pela Polícia Civil.

70ª CIPM aumenta fiscalização na zona norte de Ilheus

As guarnições da 70ª Companhia Independente de Policia Militar (70ª CIPM) e da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (CIPPA-PS), intensificaram a fiscalização sonora na Zona Norte de Ilhéus.

Com o objetivo de combater sons abusivos e festas clandestinas, foi realizado policiamento ostensivo no litoral norte de Ilhéus, bem como nos distritos e povoados do município.

Fonte: ASCOM 70ª CIPM

Saúde na Comunidade: Prefeitura promove mega ação para atender moradores do Malhado neste sábado

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Os moradores do bairro Malhado e entorno serão contemplados com os serviços do Programa Saúde na Comunidade no próximo sábado (12). A mega ação acontece na UBS Sarah Kubitschek (Parque Infantil), das 8h às 12h. O paciente deve comparecer munido de original e cópia do CPF, cartão do SUS e comprovante de residência.

Serão ofertados os seguintes serviços: aferição de pressão arterial, medição de glicemia, coleta de exames laboratoriais, exame preventivo, Eletrocardiograma, consulta médica (clínico geral), multivacinação, teste de acuidade visual, vacinação antirrábica, atendimento odontológico e ultrassonografias: abdominal, mama, transvaginal e próstata.

A Secretaria de Saúde explica que para a realização de ultrassonografia também é indispensável a apresentação da solicitação médica. Cada paciente terá direito a apenas um procedimento.

O Saúde na Comunidade visa assegurar assistência em diversas regiões do município, por meio de um atendimento itinerante e contínuo, conforme a demanda de cada localidade. Nos últimos 15 dias, a iniciativa beneficiou a população residente na zona rural, incluindo os distritos de Banco Central, Pimenteira, Maria Jape e Carobeira.

“O nosso foco é ampliar a Atenção Básica, garantindo serviços de prevenção, com atendimento médico em todas as unidades, serviços de Odontologia, Enfermagem, vacinação e acompanhamento das famílias”, afirmou o prefeito Mário Alexandre destacando ainda a construção de novas unidades básicas de saúde na cidade.

O quê? Saúde na Comunidade – bairro Malhado

Quando? 12 de agosto (sábado), das 8h às 12h

Onde? UBS Sarah Kubitschek (Parque Infantil)



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