:: 2/dez/2017 . 14:33
Ilhéus sedia Seminário Gestores Públicos do Sul da Bahia
Ao representar o prefeito Mário Alexandre Sousa, na abertura do Seminário Gestores Públicos do Sul da Bahia, que acontece no Hotel Tororomba, em Ilhéus, o secretário municipal de Relações Institucionais, Sérgio Souza, destacou a importância do estímulo das instituições públicas ao desenvolvimento econômico local e o papel de protagonismo que as Prefeituras devem exercer para estimular a prática dos pequenos negócios em seus municípios. “Trago, portanto, a mensagem do prefeito de Ilhéus, desejando a todos vocês, novos gestores públicos, esse olhar especial para esta importante parcela da economia nacional”, afirmou.
O Seminário Gestores Públicos do Sul da Bahia é uma iniciativa que integra o Programa de Apoio Gerencial e Institucional às Prefeituras do Território Litoral Sul (AGIR-LS), realizada pela Amurc, em parceria com a Universidade Estadual de Santa Cruz. A ideia, segundo o Pró-reitor de Extensão da Uesc, Alessandro Santana é “discutir demandas locais e buscar soluções efetivas, que venham atender o desenvolvimento econômico local”.
Assinado, em Salvador, contrato para execução da Estrada Temática do Cacau e do Chocolate
O vice-governador da Bahia, João Leão, assinou, durante a 29ª edição da Feira Internacional da Agropecuária (Fenagro), que acontece no Parque de Exposições de Salvador, o contrato para a realização das intervenções que resultarão na implantação da Estrada do Cacau e do Chocolate, entre os municípios de Ilhéus e Uruçuca. De acordo com o secretário municipal de Turismo e Esportes (Sertur), Roberto Lobão, que esteve presente à solenidade, o ato é uma espécie de autorização da Ordem de Serviço para a implementação do projeto.
“A proposta do governo da Bahia é ainda estruturar o funcionamento do roteiro para esta alta estação e, nesse sentido, ficaram acertadas algumas medidas que visam desburocratizar o processo”, assegura Lobão. Caberá à Associação de Turismo de Ilhéus (Atil) a execução do projeto, conforme convênio assinado pelo presidente da entidade, Rafael Espírito Santo, com o Estado. “O governo da Bahia assegura, portanto, uma antiga reivindicação do trade turístico local, fortalecendo o nosso turismo rural e de negócio”, disse Lobão.
Centenário de Mestre Didi é celebrado com lançamento de documentário apoiado pelo Governo do Estado
Com apoio do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Promoção da Igualdade Racial do Estado (Sepromi), o documentário, lançado na quinta-feira (30), integra o conjunto de ações em comemoração ao centenário do ‘artista-sacerdote’. “No sábado [2 de dezembro], dia do nascimento de Mestre Didi, o governo estadual irá promover duas grandes ações para marcar essa data tão importante. O tombamento do Ilê Assipá e a nomeação do viaduto da Orlando Gomes em homenagem ao Mestre Didi. Reverências a essa figura tão importante e de reconhecimento na década internacional da afrodescendência”, explicou titular da Sepromi, Fabya Reis.
A nomeação do viaduto acontece no equipamento viário construído na Avenida Orlando Gomes, em frente ao Senai/Cimatec, às 14h, com descerramento de placa de homenagem.Em seguida, acontece a cerimônia de tombamento do Ilê Asipá, comunidade religiosa fundada pelo sacerdote em 1980, realizada pelo Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural (Ipac), órgão vinculado à Secretaria de Cultura do Estado (Secult), na rua da Gratidão, nº 8, em Piatã,onde ocorrerá o tombamento.
A filha de Mestre, Nidia Maria dos Santos, ressaltou a importância das atividades. “É uma homenagem legal, e fico feliz que as pessoas estejam lembrando e celebrando a memória dele. É importante que os jovens tenham acesso e possam conhecer mais sobre a vida que ele levou e a importância que eu deu para a nossa cultura.”
Sobre Mestre Didi
Artista plástico, escritor e sacerdote supremo do culto à ancestralidade no Brasil e na África, Mestre Didi foi um difusor da cultura baiana. com uma vasta obra influenciada pelas tradições do candomblé, o Alápini do terreiro Ilê Asipá ajudou a encurtar distancias e fortalecer os laços entre a cultura da Bahia e do continente africano. Em suas obras ele difundiu costumes, línguas, estéticas, literatura e mitologia dos povos africanos, principalmente a religião, aprofundando o conhecimento dos alunos sobre as influências dessa cultura na formação nacional brasileira.














