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:: 10/jun/2016 . 9:21

Presidente da Republica, Michel Temer suspende por dois anos Concurso Publico

Os Brasileiros foram surpreendidos com as da realização de Concursos Públicos, por dois anos, como medida de contenção de despesas. Novas  informações traremos a qualquer instante sobre essa lamentável medida, que por certo desestimula e decepciona àqueles que veem estudando  arduamente, investindo financeiramente para a busca da sua estabilização. Lamentável!

“LEI DO PRIMEIRO EMPREGO” VAI ABRIR 9 MIL VAGAS NA BAHIA

carteira de trabalhoO Governo da Bahia regulamentou o Projeto Estadual de Incentivo à Concessão de Estágio e Primeira Experiência Profissional, instituído pela Lei 13.459/2015. O programa vai beneficiar adolescentes e jovens egressos da rede de educação profissional do Estado.

Segundo o governo Rui Costa (PT), até 2017, nove mil vagas serão abertas só nos órgãos estaduais. “Com esse projeto, o Estado está estimulando que a iniciativa privada e prefeituras, juntamente com o conjunto de órgãos do Governo do Estado, acolham estudantes e egressos da rede estadual de Educação Profissional. O mais importante da ação é o impacto positivo para milhares de estudantes que terão a oportunidade de uma inserção cidadã no mundo do trabalho”, explicou o secretário da Educação Walter Pinheiro.

Os estudantes atuarão em empresas públicas e privadas por meio de contratos de estágio, de aprendizagem ou de primeiro emprego. A seleção será feita com base no rendimento escolar, a partir de um banco de dados disponibilizado pela Secretaria da Educação do Estado ao Serviço de Intermediação para o Trabalho (Sinebahia).

Projeto de Lei propõe feriado no Dia de São João em Ilhéus

O prefeito em exercício de Ilhéus, Carlos Machado (Cacá), entregou nesta quinta-feira, 9, ao presidente da Câmara de Vereadores, Tarcísio Paixão, acompanhado pelo vice-presidente, vereador Ivo Evangelista, Projeto de Lei (PL) que propõe a criação de feriado municipal em 24 de junho, quando se comemora o Dia de São João. Em mensagem encaminhada ao legislativo, o Executivo argumenta que a medida foi solicitada após “diversas manifestações, especialmente do comércio, bancos e servidores públicos municipais”.

Ilhéus já possui dois feriados relativos a questões religiosas – de São Jorge e Nossa Senhora da Vitória, padroeiros do município, e pode ampliar esse número até o limite de quatro, de acordo com a Lei Federal nº 9.093/95, que já inclui a Sexta-feira da Paixão.  Com isso, o gestor argumenta que a data consagra São João Batista, responsável por batizar Jesus Cristo nas águas do Rio Jordão e, depois, santificado pela Igreja Católica.

Além disso, “é costume em Ilhéus, não somente na sede, mas também nos distritos, os festejos em comemoração ao dia de São João, cuja data oficial é 24 de junho. Daí a necessidade de declarar feriado neste dia tão importante para a grande maioria da população ilheense”, finaliza o prefeito em exercício.

FALTA DE ÁGUA AMEAÇA TURISMO EM ILHÉUS

torneira destAlém do sofrimento dos moradores de Ilhéus devido à crise hídrica, o problema também pode virar uma preocupação para o setor turístico. O alerta foi feito por um ouvinte do Programa Gil Gomes, da rádio Santa Cruz AM.

Segundo o ouvinte, as pessoas que viajam no tempo livre podem ter receio de escolher um destino turístico que sofre com a falta de água.

Até o momento, a crise não afeta a zona sul, que concentra boa parte da rede hoteleira de Ilhéus. No entanto, o problema prejudica a rotina dos moradores do centro e das zonas norte e oeste. As hospedarias dessas áreas poderão ser as primeiras a sentir um eventual desaquecimento do turismo por causa da falta de água.

Agravo

Dilma defende consulta para que população decida se quer novas eleições

Ivan Richard – Repórter da Agência Brasil
Brasília - A presidenta afastada Dilma Rousseff durante entrevista exclusiva com a TV Brasil, em parceria com a Rede Minas, gravada no último domingo, dia 5 (Imagem TV Brasil)
Brasília – A presidenta afastada Dilma Rousseff, em entrevista exclusiva à TV Brasil, em parceria com a Rede Minas, gravada no último domingo (5).  A entrevista foi feita pelo jornalista Luis Nassif, a convite da empresa Imagem TV Brasil

A presidenta afastada Dilma Rousseff defendeu hoje (9), em entrevista especial concedida à TV Brasil, uma consulta popular caso o Senado não decida pelo seu impedimento. Ao apresentador Luís Nassif, Dilma disse que é a população que tem que dizer se quer a continuidade de seu governo ou a realização de novas eleições. “O pacto que vinha desde a Constituição de 1988 foi rompido e não acredito que se recomponha esse pacto dentro de gabinete. Acredito que a população seja consultada”, disse.

Para ela, o país não conseguirá superar a crise com o governo interino. Dilma acredita que o povo não terá confiança no comando de Temer pelo fato de ele não ter passado pelo crivo das urnas. “Como você acha que alguém vai acreditar que os contratos serão mantidos se o maior contrato do país, que são as eleições, foi rompido?”, indagou. “Não acho possível fazer pacto nenhum com o governo Temer em exercício”, completou.

Dilma criticou uma vez mais a admissibilidade do processo de afastamento usando como o argumento o fato de que, embora a Constituição preveja o impeachment, ela também estipula que é preciso haver crime para que se categorize o impedimento. “Não é possível dar um jeitinho e forçar um pouquinho e tornar esse artigo elástico e qualificar como crime aquilo que não é crime. Os presidentes que me antecederam fizeram mais decretos do que eu. O senhor Fernando Henrique [Cardoso] fez entre 23 e 30 decretos do mesmo tipo”, disse, referindo-se aos decretos de suplementação orçamentária que embasaram o pedido de impeachment feito pelos advogados Hélio Bicudo, Miguel Reale Jr. e Janaína Pascoal.

“Não é o meu mandato, mas as consequências que tem sobre a democracia brasileira tirar um mandato. Isso não afeta só a Presidência da República, afeta todos os Poderes”, disse ela.

Dilma disse que reivindica voltar ao posto por compreender que não cometeu crime. Ela criticou os que defendem um semiparlamentarismo, ou eleição indireta, por considerar que isso traria um grande risco ao país. A presidenta afastada defendeu que haja uma reforma política que discuta o tema. “Não temos que acabar com o presidencialismo, temos que criar as condições pela reforma política”.

Nesse contexto, ela defendeu novamente a consulta popular. “Só a consulta popular para lavar e enxaguar essa lambança que está sendo o governo Temer”. Segundo ela, nos momentos de crise pelo qual o Brasil passou, na história da democracia recente, foi com o presidencialismo que o país superou as crises. “Foi sempre através do presidencialismo que o país conseguiu dar passos em direção à modernidade e à inclusão”.

Eduardo Cunha

Para Dilma, no final do seu primeiro mandato, começou a se desenhar, especialmente na Câmara dos Deputados, um movimento político “do centro para a direita”, com o surgimento de pautas conservadoras, processo, segundo ela, comandado pelo então líder do PMDB e hoje presidente afastado da Casa, Eduardo Cunha (RJ). “Ele é o líder da direita no centro. O processo culmina na eleição dele”, disse.

Com a ascensão de Cunha à presidência da Câmara, a interlocução do governo com o Casa ficou inviabilizada, de acordo com ela, porque o peemedebista tem “pauta própria”. “O grande problema de compor com o Eduardo Cunha é que ele tem pauta própria. No momento em que o centro passa ter pauta própria, uma pauta conservadora, a negociação fica difícil”. Dilma voltou a defender a tese de que o peemedebista acatou a denúncia dos advogados contra ela em retaliação ao fato de o PT não ter se comprometido a votar, no Conselho de Ética, contra a abertura do processo de cassação do mandato de Cunha.

“Atribui-se a mim não querer conversar com parlamentares. Agora, não tem negociação com certo tipo de práticas. Quando começa o aumento da investigação que a Procuradoria-Geral da República faz sobre ele [Cunha], qual a reação dele? Ou você me dá três votos ou eu aceito a questão do impeachment. E a imprensa relata. Trata-se de uma chantagem explícita.”

Política externa

A presidenta afastada também criticou as ações tomadas pelo ministro das Relações Exteriores, José Serra, em relação a alguns países vizinhos. Ela defendeu a aproximação do Brasil com países da região e com a África, iniciada no governo Lula e mantida na sua gestão. “Fomos capazes de refazer nossas relações com a América Latina e com a África. Ter uma visão de fechar embaixada é ter uma visão minúscula da política externa”.

Lava Jato

Perguntada sobre a Operação Lava Jato e os casos de corrupção deflagrados no país recentemente com a ação da Polícia Federal e do Ministério Público, Dilma que disse que o grande problema da corrupção é o controle privado que se faz das verbas do Estado. “Não se pode fazer a escandalização de investigações sobre o crime de corrupção. O que tem que se fazer é, doa a quem doer, investigar e punir. Quando for as empresas é aplicar multas. Há uma hipocrisia imensa em relação a essa questão das investigações”.

Celso Kamura

Sobre as denúncias de que teve despesas com cabeleireiro pagas com dinheiro de propina, Dilma disse ter comprovantes de todas gastos que teve com o cabeleireiro Celso Kamura e a cabeleireira particular que a acompanha até hoje.

Dilma contou que conheceu Kamura após o fim do tratamento a que se submeteu para combater um linfoma, em 2009, por meio da empresa responsável por sua campanha à presidência. Kamura, segundo ela, a ajudou na fase em que seus cabelos voltaram a crescer. Para ela, esse tipo de acusação é uma tentativa intimidá-la. “Eles não vão me calar porque vão falar do meu cabelo. A sorte é que tenho todos os comprovantes do pagamento, de transporte dele [Kamura] e da minha cabeleireira particular. Também disseram que comprei um teleprompter. Já viu alguém ter um teleprompter pessoal? Para que eu quero um teleprompter? Essa eu achei fantástica”, ironizou, referindo-se ao aparelho usado pelas TVs que mostra o texto a ser falado por apresentadores de telejornais e programas jornalísticos.

Estudantes têm até hoje para se inscrever no ProUni

Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil

Hoje (10) é o último dia para se inscrever no Programa Universidade para Todos (ProUni). O programa seleciona estudantes para receber bolsas de estudo em instituições particulades de ensino superior com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). As inscrições podem ser feitas pela internet, no site do ProUni, até as 23h59, no horário de Brasília.

Serão ofertadas, no segundo semestre deste ano, 125.442 bolsas – 57.092 integrais e 68.350 parciais – em 22.967 cursos de 901 instituições de ensino superior.

O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 13 deste mês. Os cursos de administração, com 12.500 vagas, direito, 8.561, e pedagogia, 7.139, são os que oferecem mais vagas. Além disso, os cursos de engenharia somados têm 14.410 vagas.

O programa é dirigido tanto aos estudantes egressos do ensino médio na rede pública, quanto àqueles que tenham vindo da rede particular na condição de bolsistas integrais. Podem concorrer a bolsas integrais os estudantes que comprovem renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até um salário mínimo e meio. Às bolsas parciais, podem concorrer aqueles com renda familiar per capita máxima de três salários mínimos.

Para se inscrever na segunda edição de 2016, o candidato deve ter participado do Enem de 2015 e obtido no mínimo 450 pontos na média das notas. Além disso, não pode ter tirado nota 0 na redação. No momento da inscrição, será necessário informar o número de inscrição e a senha usados no Enem.

Selecionados no Sisu podem fazer a matrícula a partir de hoje

Mariana Tokarnia – Repórter da Agência Brasil

Os estudantes selecionados no Sistema de Seleção Unificada podem fazer a matrícula nas instituições de ensino a partir de hoje (10). O prazo vai até o dia 14. O estudante deve verificar, na instituição de ensino em que foi aprovado, o local, horário e os procedimentos para a matrícula.

O resultado está disponível para consulta na página do programa, na internet. Para acessar o resultado, o estudante precisa do número de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2015 e da senha.

O Sisu seleciona candidatos às vagas em universidades federais e institutos federais de Educação, Ciência e Tecnologia com base na nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Puderam participar do Sisu os estudantes que fizeram o Enem de 2015 e não tiraram 0 na redação.

Nesta edição foram ofertadas 56.422 vagas, em 65 universidades federais e estaduais e institutos federais.

Lista de espera

Está aberto o prazo para aqueles que não foram selecionados se inscreverem na lista de espera do programa. Isso pode ser feito até o dia 17 de junho. Os candidatos na lista começarão a ser convocados a partir do dia 23 de junho.

Para participar da lista, o candidato deve acessar o sistema e, em seu boletim, clicar no botão que corresponde à confirmação de interesse em participar da lista de espera do Sisu. É importante certificar-se de que sua manifestação foi registrada. Ao finalizar a confirmação, o sistema emitirá uma mensagem.



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