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:: ‘Notícias’

Confira vagas de emprego para cidade de Ilhéus

SineBahia divulga vagas de emprego para cidades do interior do estado nesta quarta-feira (9). — Foto: Reprodução/Associação Nacional dos Servidores Públicos, de Previdência e da Seguridade Social (Anasps)

Ilhéus

AUXILIAR ADMINISTRATIVO – Exclusiva Para Pessoas com Deficiência

Ensino médio
Experiência em carteira de trabalho
Possuir laudo médico
1 VAGA

AUXILIAR DE LIMPEZA – Exclusiva Para Pessoas com Deficiência
Ensino médio
Experiência em carteira de trabalho
Possuir laudo médico
1 VAGA

ENGENHEIRO DE PRODUÇÃO DE METALURGIA (ESTÁGIO)
Ensino superior cursando Engenharia
Possuir conhecimento em solid, work, auto card, ERP, Inglês básico e TPM.
1 VAGA

FOTÓGRAFO
Ensino médio
Experiência na função
Possuir conhecimento em informática
1 VAGA

ELETRICISTA
Ensino médio
Experiência em carteira de trabalho
Possuir curso NR10
2 VAGAS

MECÂNICO GERAL (DIESEL)
Ensino médio
Experiência em carteira de trabalho
1 VAGA

AUXILIAR DE MECÂNICO DE AUTOS EM GERAL
Ensino fundamental
1 VAGA

EMPREGADA DOMÉSTICA
Ensino médio
Experiência em carteira de trabalho
1 VAGA

VENDEDOR EXTERNO
Ensino médio
Experiência na função
Residir nas proximidades do centro
1 VAGA

PINTOR DE ESTRUTURAS METÁLICAS
Ensino médio
Experiência comprovada em carteira de trabalho
1 VAGA

ELETROMECÂNICO
Ensino médio
Experiência comprovada em carteira de trabalho
Possuir curso na área
1 VAGA

FISCAL CONTÁBIL
Ensino superior em Contabilidade
Experiência com exportação e importação do sistema contábil, Speed fiscal, DMA, DMD e substituição tributária
1 VAGA

AUXILIAR CONTÁBIL
Ensino médio
Experiência na função com escrituração contábil, OSX, auxiliação bancária, FD Contribuições, Speed fiscal e sistema contábil domínio ou outros.
1 VAGA

Mais de 160 mil baianos podem perder benefício de Tarifa Social de Energia, aponta Coelba; veja como regularizar situação

Mais de 160 mil baianos podem perder benefício de Tarifa Social de Energia — Foto: Divulgação

Mais de 160 mil baianos podem perder benefício de Tarifa Social de Energia — Foto: Divulgação

Cerca de 165 mil baianos podem deixar de receber o benefício de Tarifa Social de Energia Elétrica em maio, devido à desatualização cadastral, de acordo com o Ministério da Cidadania e a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A informação foi dada pela Neoenergia Coelba, concessionária responsável pelo serviço na Bahia.

Os inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), que possuem o Número de Identificação Social (NIS), podem obter descontos de até 65% no valor da fatura de energia. Todas precisam manter os dados atualizados para não perderem o benefício.

Interessados que não possuem o NIS ou NB (BPC/LOAS), mas têm a renda menor do que meio salário-mínimo por pessoa na residência, também pode obter o número no CRAS.

Até o mês de junho, mais de 300 mil famílias corriam o risco de perder o desconto na conta de energia. Muitos dos que possuem o NIS não são titulares da conta de energia elétrica, o que impede o cadastramento de forma automática pela empresa ao cruzar informações com os dados do CadÚnico.

A distribuidora alerta aos consumidores a necessidade de manter os dados atualizados para garantir o desconto na fatura de energia.

Como se cadastrar na Tarifa Social

Para ter acesso ao desconto da Tarifa Social na conta de energia, que pode chegar a até 65%, e não pagar eventuais cobranças extras da bandeira tarifária, o cliente deve estar inscrito no CadÚnico. As famílias de baixa renda devem obter o NIS diretamente em um Cras do município onde reside.

Os usuários cadastrados, com renda mensal por pessoa menor ou igual a meio salário mínimo, também podem fazer a inscrição da Tarifa Social no site oficial.

O cadastro pode ser feita por meio do WhatsApp da Neoenergia Coelba (71 3370-6350), site oficial, pelo telefone 116, ou em um dos pontos de atendimento da empresa espalhados por todo o estado.

Em 10 anos, leis sobre eleições e partidos sofreram uma modificação a cada seis meses no Congresso

Por Elisa Clavery e Karla Lucena, TV Globo e GloboNews — Brasília

Em 10 anos, leis sobre eleições e partidos sofreram uma modificação a cada seis meses no Congresso

Em 10 anos, leis sobre eleições e partidos sofreram uma modificação a cada seis meses no Congresso

O Congresso fez, entre 2013 e 2022, 19 modificações em legislações relacionadas a eleições e partidos. O número representa que, nos últimos 10 anos, aproximadamente uma modificação foi realizada a cada seis meses.

16 alterações foram feitas um ano antes da data de alguma eleição — seja municipal ou nacional.

Pelo princípio de anualidade, uma mudança nas regras eleitorais só pode valer para as eleições seguintes se for aprovada um ano antes. Por esse motivo, muitas vezes, os parlamentares aprovam modificações às pressas.

Em 2017, por exemplo, a lei que criou o fundo eleitoral para financiamento de campanha foi sancionada em 6 de outubro — exatamente um ano antes do pleito de 2018, que ocorreu no dia 7 de outubro.

Agora, os parlamentares se preparam para uma nova reforma eleitoral. Desta vez, mais ampla e com alcance em toda a legislação partidária e eleitoral, revogando leis vigentes e unificando regras em uma única norma.

O texto já foi aprovado na Câmara em 2021, mas está parado no Senado em razão de críticas a pontos considerados polêmicos da proposta (entenda mais abaixo).

Para valer nas eleições de 2024, a reforma precisa ser aprovada pelo Senado e retornar à Câmara, também com aprovação, até outubro deste ano.

O relator da proposta, senador Marcelo Castro (MDB-PI), tem trabalhado no parecer da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Até agora, contudo, não há certeza por parte dos parlamentares se a aprovação em dois meses será possível.

Segundo líderes ouvidos pela reportagem, o projeto estava previsto para a agenda do Senado do segundo semestre deste ano e “está no radar”. Mas, até agora, as articulações sobre o tema não avançaram, o que pode dificultar a votação de um código tão complexo num curto prazo.

A expectativa é que o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Alexandre de Moraes, receba Marcelo Castro na próxima semana para discutir a proposta.

Mudanças no passado

Algumas das mudanças que ocorreram nos últimos anos são apontadas por especialistas como positivas — como a que criminaliza a violência política contra mulheres e a que criou a possibilidade de partidos se unirem em federações partidárias, ambas de 2021.

Outras, contudo, são vistas como retrocessos. Por exemplo, a mudança na Lei dos Partidos que, em 2015, limitou a responsabilização civil e criminal de dirigentes partidários em caso de desaprovação de contas e ilícitos praticados pela sigla.

Com isso, a punição do dirigente passou a acontecer somente se for comprovada “conduta dolosa que importe enriquecimento ilícito e lesão ao patrimônio do partido”.

O cientista político e diretor do Transparência Partidária, Marcelo Issa, avaliou que a mudança torna praticamente inalcançável a punição e cria “forte desestímulo à boa governança partidária”.

Também em 2015, o Congresso limitou a sanção para o partido que tenha as contas desaprovadas. Desde então, neste caso, a sigla é obrigada “exclusivamente” a devolver os valores irregulares, com uma multa máxima de 20% do valor.

Antes da alteração, havia a possibilidade de suspender repasses de cotas do fundo partidário e cancelar o registro do partido.

“Constatar que boa parte das propostas apresentadas ou das alterações realizadas flexibiliza regras e obrigações de partidos e candidatos, enfraquece mecanismos de controle ou suaviza sanções, é inevitável concluir que em grande medida o que motiva esse processo são interesses casuísticos orientados à perpetuação e expansão do poder de mandatários e dirigentes partidários”, afirma Issa.

Embora reconheça que as leis eleitorais e partidárias tenham de ser aprimoradas, devido às mudanças tecnológicas, por exemplo, o cientista político afirma que “desde a redemocratização, nunca realizamos duas eleições com as mesmas regras”.

“Alterações excessivamente frequentes podem criar insegurança jurídica e inclusive impedir até mesmo que se avaliem os efeitos de novas regras no médio prazo”, diz.

Luiz Gustavo de Andrade, secretário-geral da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Política (Abradep), avalia que, de 2021 até agora, o Senado conseguiu avançar no debate sobre o código.

“O decurso do tempo foi benéfico, pois permitiu que juristas, em sua maioria, concordassem com a necessidade das várias leis eleitorais precisarem ser consolidadas em um único documento, um código, que garantisse uniformidade e coerência, algo que não temos no cenário atual”, afirma.

O especialista destaca, contudo, que a demora para analisar a proposta da nova reforma deixou o texto desatualizado em alguns pontos — por exemplo, em relação às federações partidárias.

Para Andrade, seria positivo aproveitar o debate para tratar da responsabilização de plataformas digitais na veiculação de conteúdos ilegais, desinformação e matérias que causem instabilidade institucional.

“Em que pese o TSE tenha resolução sobre o tema e a Corte tenha sido rigorosa no combate às fake news nas últimas eleições, é muito mais pertinente que a regulamentação parta do legislador”, diz.

Nova reforma

Câmara aprova texto-base do novo Código Eleitoral
Câmara aprova texto-base do novo Código Eleitoral

Aprovado em setembro de 2021 pela Câmara, o Novo Código Eleitoral tem 898 artigos e quase 400 páginas.

Entre outras mudanças, o texto proíbe a divulgação de pesquisas eleitorais na véspera e no dia do pleito e obriga institutos a informar o percentual de acerto das pesquisas realizadas nas últimas cinco eleições.

Essas alterações são vistas por especialistas como um cerceamento de informações para o eleitor. Analistas afirmam ainda que a proibição de divulgação de pesquisas de institutos confiáveis às vésperas das eleições pode estimular a circulação de números falsos, confundindo os eleitores.

▶️ Outras mudanças

  • Pagamento de despesas com fundo partidário

projeto lista uma série de despesas que podem ser pagas com recursos públicos do fundo partidário — como propagandas políticas, transporte aéreo e compra de bens móveis e imóveis.

O texto diz, ainda, que a verba pode ser usada em “outros gastos de interesse partidário, conforme deliberação do partido político”. Isso, segundo especialistas, abre brecha para que qualquer tipo de despesa seja paga com o fundo — desde helicóptero a churrascos com cerveja.

  • Prestação de contas por meio da Receita Federal

projeto prevê que a apresentação dos documentos de prestação de contas dos partidos (arrecadação e despesas) deve ser feito por meio de sistema da Receita Federal.

Atualmente, o processo é realizado por ferramenta da Justiça Eleitoral. Técnicos afirmam que a mudança atrapalha as tabulações e os cruzamentos de dados feitos pela Justiça Eleitoral.

  • Limite para multas

A proposta estabelece o teto de R$ 30 mil para multas a partidos por desaprovação de contas. Hoje, a legislação prevê que a multa será de até 20% do valor apontado como irregular, o que segundo especialistas pode chegar na casa dos milhões no acumulado.

Além disso, o projeto prevê que a devolução de recursos públicos usados irregularmente pelos partidos deve ocorrer somente “em caso de gravidade”.

Contratação de empresas para auditorias de contas

A proposta aprovada pela Câmara permite que partidos contratem, com recursos do fundo partidário, empresas privadas para auditar a prestação de contas.

Isso, na visão de técnicos, “terceiriza” o trabalho da Justiça Eleitoral, que hoje faz o acompanhamento diretamente, sem intermediários.

  • Punição por fake news

A proposta cria uma punição para quem divulgar ou compartilhar fatos “que sabe ou gravemente descontextualizados” com o objetivo de influenciar o eleitor. A pena, segundo a proposta, é de um a quatro anos e multa.

A pena pode ser aumentada, por exemplo, se o crime for cometido por meio da internet ou se for transmitido em tempo real; com uso de disparos de mensagem em massa; ou se for praticada para atingir a integridade das eleições para “promover a desordem ou estimular a recusa social dos resultados eleitorais”.

  • Alteração no período de inelegibilidade

O projeto altera o período de inelegibilidade definido pela Lei da Ficha Limpa – o prazo continua sendo de oito anos, mas começará a contar a partir da condenação e não mais após o cumprimento da pena.

Durante a votação dos destaques, os deputados incluíram dispositivo que torna inelegível, por oito anos, o mandatário que renunciar durante processo de cassação. Atualmente, o trecho já faz parte da Lei da Ficha Limpa, mas estava fora do Código.

  • Crime de ‘caixa dois’

Também cria o crime de “caixa dois”, que consiste “doar, receber ou utilizar nas campanhas eleitorais, próprias ou de terceiros, para fins de campanha eleitoral, recursos financeiros, em qualquer modalidade, fora das hipóteses e das exigências previstas em lei”.

A Justiça, no entanto, poderá deixar de aplicar pena se a omissão ou irregularidade na prestação de contas se referir a valores de origem lícita e não extrapolar limite legal definido para a doação e para os gastos.

Na avaliação do Transparência Partidária, o dispositivo que limita a atuação da Justiça Eleitoral a verificar a regularidade da origem e a destinação dos recursos também dificulta a fiscalização do “caixa dois”.

Mulher é achada morta em caixa de água em Canavieiras

Uma mulher identificada como Viviane Souza Santos, de 22 anos, foi encontrada morta com marcas de estrangulamento dentro do tanque de água, na casa onde morava na cidade de Canavieiras, sul da Bahia. O caso aconteceu na Rua H, no bairro Jardim Burundanga. O principal suspeito do crime é seu ex-companheiro, que ameaçava a mulher. Pessoas ao redor sentiram falta da jovem e acionaram os policiais. Uma pessoa foi ouvida e depois liberada. O corpo de Viviane foi levado para o Departamento de Polícia Técnica de Ilhéus. O caso é investigado pela Polícia Civil.

70ª CIPM aumenta fiscalização na zona norte de Ilheus

As guarnições da 70ª Companhia Independente de Policia Militar (70ª CIPM) e da Companhia Independente de Polícia de Proteção Ambiental (CIPPA-PS), intensificaram a fiscalização sonora na Zona Norte de Ilhéus.

Com o objetivo de combater sons abusivos e festas clandestinas, foi realizado policiamento ostensivo no litoral norte de Ilhéus, bem como nos distritos e povoados do município.

Fonte: ASCOM 70ª CIPM

Saúde na Comunidade: Prefeitura promove mega ação para atender moradores do Malhado neste sábado

saúde na comunidade; sesau

Os moradores do bairro Malhado e entorno serão contemplados com os serviços do Programa Saúde na Comunidade no próximo sábado (12). A mega ação acontece na UBS Sarah Kubitschek (Parque Infantil), das 8h às 12h. O paciente deve comparecer munido de original e cópia do CPF, cartão do SUS e comprovante de residência.

Serão ofertados os seguintes serviços: aferição de pressão arterial, medição de glicemia, coleta de exames laboratoriais, exame preventivo, Eletrocardiograma, consulta médica (clínico geral), multivacinação, teste de acuidade visual, vacinação antirrábica, atendimento odontológico e ultrassonografias: abdominal, mama, transvaginal e próstata.

A Secretaria de Saúde explica que para a realização de ultrassonografia também é indispensável a apresentação da solicitação médica. Cada paciente terá direito a apenas um procedimento.

O Saúde na Comunidade visa assegurar assistência em diversas regiões do município, por meio de um atendimento itinerante e contínuo, conforme a demanda de cada localidade. Nos últimos 15 dias, a iniciativa beneficiou a população residente na zona rural, incluindo os distritos de Banco Central, Pimenteira, Maria Jape e Carobeira.

“O nosso foco é ampliar a Atenção Básica, garantindo serviços de prevenção, com atendimento médico em todas as unidades, serviços de Odontologia, Enfermagem, vacinação e acompanhamento das famílias”, afirmou o prefeito Mário Alexandre destacando ainda a construção de novas unidades básicas de saúde na cidade.

O quê? Saúde na Comunidade – bairro Malhado

Quando? 12 de agosto (sábado), das 8h às 12h

Onde? UBS Sarah Kubitschek (Parque Infantil)

Nomeação perfeita: Carla Serafim assume Secretaria de Política para as Mulheres

A criação da pasta torna o município mais igualitário, justo e seguro para as mulheres

Em pleno Agosto Lilás, mês de conscientização no combate à violência contra as mulheres e no dia em que se comemora 17 anos da sanção da Lei Maria da Penha, a Prefeitura de Ilhéus se torna pioneira na região sul da Bahia e cria a Secretaria de Política das Mulheres, uma das primeiras pastas voltadas para as mulheres no estado. E para liderá-la, foi nomeada Carla de Sá Serafim. A nova secretária já atuava na prefeitura como superintendente de Relações Institucionais e Comunitárias, desde 2019 e agora passa a cuidar de todas as ações de valorização da mulher.

Como secretária municipal, Carla passa a trabalhar diretamente na promoção da igualdade entre mulheres e homens no mercado de trabalho, bem como combater todas as formas de preconceito e discriminação herdadas de uma sociedade patriarcal e excludente. A secretária está muito animada com o trabalho e destaca a importância da pasta. “Agradeço ao prefeito Mário Alexandre pela sensibilidade e por entender a relevância social deste projeto, construído a várias mãos e que contou desde o começo com a valorosa contribuição da deputada estadual Soane Galvão. Seguiremos atuantes, em prol de uma Ilhéus mais justa e igualitária”.

Perfil da secretária

Carla Serafim é natural de Itapetinga, no Sudoeste baiano, graduada em Marketing e Publicidade, pós-graduada em Gestão Pública e Administração, com cursos na área financeira e administrativa. Em 1995, tornou-se Gerente Administrativa da DIREC/14 (Diretoria Regional de Educação e Cultura). Em 1999, participou da Municipalização da Saúde de Itapetinga, sendo capacitada pela Universidade Federal de Feira de Santana e passando a atuar na Secretaria de Saúde de lá, como gestora financeira.

Em 2005, assumiu a Educação de Itapetinga e posteriormente, tornou-se chefe de gabinete do prefeito Michel Hagge. Nesta época, participou da execução do Plano Diretor no município. Em 2008, assumiu o cargo de assessora parlamentar, na Assembleia Legislativa da Bahia, ao lado da então deputada estadual Virgínia Hagge. Depois, seguindo seu marido, Euler Oliveira Paiva, que trabalha no Banco do Brasil, passou a residir em diversas localidades.

Neste período, Carla se submete ao Cadastro Curricular e Avaliação do Bradesco Vida e Previdência. Atua na instituição por 10 anos, até chegar a Ilhéus, em 2019. Foi neste período que Carla, a convite do prefeito Mário Alexandre e da primeira-dama e deputada estadual, Soane Galvão, assumiu a Superintendência de Relações Institucionais e Comunitárias, cargo que ocupava até ser nomeada como titular da Secretaria de Políticas para as Mulheres.

Texto:  Franklim Deluzio

Servidores da Prefeitura de Ilhéus podem aderir ao PDV até 21 de outubro; entenda condições

Palácio Paranaguá

Os servidores municipais que preenchem os requisitos para adesão ao novo Programa de Desligamento Voluntário (PDV) terão até o dia 21 de outubro deste ano para formalizar o requerimento no Setor de Protocolo da Prefeitura de Ilhéus, de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h.

O programa é destinado aos servidores estatutários ou celetistas da ativa com direito a aposentadoria por tempo de serviço e/ou contribuição, assim como os que ingressaram na justiça até a data do início de tramitação da Lei nº 4.233/23, pedindo reintegração contra a demissão pelo fato de estarem aposentados. A iniciativa oferece benefício do pagamento de 35% da média salarial nos últimos 12 meses, durante 15 anos.

Como funciona a adesão?

O protocolo requerendo a adesão ao PDV deverá ser dirigido à Secretaria de Gestão, acompanhado dos documentos pessoais; certidão negativa de processo administrativo junto à Corregedoria-Geral do Município; carta de concessão ou protocolo de pedido de aposentadoria junto ao INSS e certidão de distribuição do Juízo Cível e Criminal da Comarca de Ilhéus.

O servidor estatutário ou celetista já em gozo do benefício previdenciário será desvinculado do Município com o deferimento da adesão ao PDV. Já o servidor que ainda não goza do benefício previdenciário ficará vinculado ao serviço público até a data do comunicado de concessão do benefício do INSS e do deferimento da adesão do PDV.

Conforme a Prefeitura, o servidor aderente que obtiver a concessão da aposentadoria junto ao INSS deverá informar tal fato à Secretaria de Gestão no prazo de 30 dias do recebimento do comunicado, sob pena de perda do direito ao programa. Outra vantagem significativa é para aqueles servidores já afastados que estão em litígio judicial.

Os profissionais podem pacificar o processo aderindo ao PDV. As verbas indenizatórias não têm incidência nem no imposto de renda nem no INSS, por serem fracionadas em 15 anos. Cerca de 350 servidores aderiram ao PDV anterior.

Ilhéus no combate à violência contra a mulher: como funciona a rede de assistência

Agosto Lilás - Violência contra Mulheres

Hoje, a Lei Maria da Penha completa 17 anos desde que foi sancionada. A Lei é de extrema importância para a proteção da mulher, já que “cria mecanismos para coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher, nos termos (…) da Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Mulheres e da Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência contra a Mulher”, como está no resumo na própria Lei nº 11.340/06.

Nestes anos, tivemos muitos avanços acerca deste tema, porém, ainda é muito pouco perto da quantidade de mulheres vítimas de violências, desde físicas e sexuais, até as psicológicas, tanto no seio familiar como em ambientes profissionais.

Em meio ao Agosto Lilás, mês de conscientização no combate à violência contra a mulher, a Superintendência de Comunicação (Sucom) conversou com Mariana Maltez, coordenadora do Centro de Atendimento à Mulher (CRAM), para entender onde Ilhéus se encontra nessa luta e o que está sendo feito para garantirmos uma realidade de acolhimento, segurança e esperança para as mulheres vítimas de violência.

Confira a entrevista.

Sucom  17 anos da Lei Maria da Penha. Ilhéus avançou no combate à violência contra a mulher?

Mariana – Avançou muito, desde a implementação do CRAM, em 2015, incluindo toda a rede operante neste combate como a Delegacia para a Mulher (DEAM ), a Defensoria Pública, com sobretudo os encaminhamentos para solicitação de deferimento de medida protetiva de urgência, com mais celeridade, as Varas crimes e o avanço mais recente, que é a Secretaria de Política para as Mulheres, promovendo igualdade entre homem e mulher  e combatendo qualquer forma de discriminação, de preconceito e violência contra as mulheres.

Sucom – “Sofri algum tipo de violência. Onde posso buscar ajuda”?

Mariana – Em toda rede de atendimento e enfrentamento. Atendimento como o CRAM, a Delegacia para as Mulheres, a Defensoria Pública. E enfrentamento, o que diz respeito a outras políticas, né? Política de assistência social, educação, saúde, são caminhos para que essa mulher, a partir de uma identificação, ela possa ser devidamente encaminhada. O CRAM é uma porta de entrada muito importante. Muitas vezes ela chega através de lá, mesmo antes de registrar um boletim de ocorrência e lá ela já é assistida, fortalecida e encaminhada para os órgãos competentes, dando continuidade a toda essa assistência necessária.

Sucom – “Fiquei sabendo sobre uma situação de violência, como posso denunciar”?

Mariana – O Disque 180 é um canal de utilidade pública, que funciona 24 horas por dia e pode ser feito através do telefone ou por mensagem. A denúncia pode ser anônima e após esse relato, a escuta do serviço, ele encaminhará para os órgãos competentes.

Sucom – De acordo com o boletim “elas Vivem: dados que não se calam”, da Rede de Observatórios da Segurança, cerca de um caso de violência contra a mulher acontece por dia (em 2022, o aumento dos casos foram de 58%). Qual é a situação de Ilhéus neste quadro? Mariana – Ainda não existe em Ilhéus o cruzamento de dados de todos os órgãos que assistem a mulher vítimas de violência. Falando do CRAM, em 2022, foram 90 novas mulheres acolhidas e atendidas no serviço. Fazendo um comparativo em relação ao mesmo período, até julho deste ano, em relação a 2022, 58 mulheres em 2022, 60 mulheres até o momento. Não houve um crescimento, mas também não houve uma diminuição. E a gente tende em relação a pós pandemia, um aumento significativo.

 

CRAM - Agosto Lilás - Violência contra Mulheres

Sucom – Também estamos liderando o ranking da região no número de feminicídios, de acordo com o mesmo órgão. Por que tantas mulheres ainda são vítimas?

Mariana – É uma realidade multifatorial. Muitas mulheres dependem financeiramente, muitas delas com baixa escolaridade e com baixas oportunidades de trabalho, também, muito presente a dependência emocional, onde essa mulher tá aprisionada a este relacionamento nocivo e não consegue enxergar o seu valor, eu potencial, sua autoestima, seu amor próprio minando cada vez mais. Outra questão é que a mulher muitas vezes, nesse relacionamento de controle, ela se sente insegura para fazer a denúncia, para buscar ajuda, por conta das ameaças e do controle excessivo, e dessa forma elas não conseguem buscar esse apoio e encerrar esse ciclo de violência.

Sucom – Qual o papel do CRAM nessa luta contra a violência contra as mulheres?

Mariana – O CRAM é um espaço, um órgão social especializado. Um espaço de acolhimento, de cuidado e escuta dessa mulher, de forma multidisciplinar. Ele é um serviço próprio e específico e que respeita os limites e a autodeterminação dessa mulher e por isso, muitas vezes, o processo é de construção e fortalecimento dessa mulher, para que ela consiga se libertar desse ciclo, reconhecendo o seu valor, os seus direitos e as agressões como violência.

Sucom – Como o poder público pode trabalhar para que este quadro de violência contra as mulheres diminua?

Mariana – Fomentar e fortalecer cada vez mais as políticas públicas para as mulheres com serviços específicos de combate, de campanha, mas também através da rede intersetorial. Olhares sensíveis para essa causa. Então, a gente poderia dizer que é política de enfrentamento.

Sucom – Quais são as principais ações realizadas hoje em Ilhéus sobre o assunto?

Mariana – E como já dito, de fato existe em Ilhéus uma rede atuante, operante, voltada para o combate à violência contra a mulher. Mas também existem outros movimento, que ainda não citei, mas que conversam em prol desta causa, como a UBM, um movimento feminista muito atuante, o Conselho Municipal da Mulher de Ilhéus, a Frente Parlamentar para as Mulheres, Varas que tem projetos voltados para esta causa. Então, são muitos serviços, órgãos unidos, unindo forças e atuantes neste combate.

CRAM - Agosto Lilás - Violência contra Mulheres

Sucom – O que pode ser implementado?

Mariana – A Ronda Maria da Penha, que é um serviço da Polícia Militar, de fiscalização, voltado exclusivamente para essa problemática e que já se encontra em andamento, não está ativa em Ilhéus ainda, mas se encontra em andamento. E poderia dizer também, já como um grande avanço, a Casa da Mulher Brasileira, que é uma proposta de um espaço humanizado, integrado de atendimento e assistência à mulher em situação de violência. A Prefeitura já firmou esse contrato, já é realidade a construção dessa casa.

Sucom – Existe uma rede de apoio à vítima de violência?

Mariana – Sim, toda essa rede já citada é que forma uma grande e preciosa teia de assistência, de cuidado e apoio a essa mulher, pelo fim da violência. E existe uma ordem estabelecida para ela buscar algum serviço, o importante é ela realmente acessar e buscar ajuda. Essa é uma preciosa oportunidade de reconstrução e ressignificação da vida dessa mulher. Então a mulher liberta para uma vida feliz e segura.

A Prefeitura de Ilhéus atua nesta luta

Atenta à importância da criação de políticas de valorização às mulheres, combatendo tanto violências diretas, que colocam suas vidas e segurança em risco, como as que sofrem diariamente pelas injustiças e preconceitos no dia a dia, no mercado de trabalho, por conta das desigualdades salariais e afins, a Prefeitura de Ilhéus cria uma pasta dedicada, a Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres, cuja a secretária será nomeada nesta Reforma Administrativa.

Outra iniciativa garantida é a Casa da Mulher Brasileira, conquistada recentemente e que será um aparelho importantíssimo para garantir ainda mais apoio às mulheres ilheenses. “Uma iniciativa extremamente importante. A nossa população estava precisando dessa casa, que vai ampliar a defesa das mulheres vítimas de violência, atendendo Ilhéus e toda a região”, destacou o prefeito Mário Alexandre.

 

maria da penha

Maria da Penha/Foto: Jarbas Oliveira

 

Quem foi Maria da Penha?

Maria da Penha é uma lutadora, que buscou por justiça e tornou-se ativista do direito das mulheres. Ela foi vítima de violência doméstica e tentativa de homicídio pelo seu marido e pai das três filhas, o economista colombiano Marco Antonio Herredia Viveros.

Em 1983, Maria sofreu uma primeira tentativa de homicídio que a deixou paraplégica. Na segunda tentativa de homicídio, o marido a empurrou da cadeira de rodas e tentou eletrocutá-la embaixo do chuveiro. Ele foi a júri duas vezes, uma em 1991  e outra, em 1996, em que o réu foi condenado a dez anos e seis meses, mas recorreu.

O caso demorou mais de 15 anos para ser definitivamente julgado e acabou sendo denunciado à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), que acatou a denúncia de um crime de violência doméstica pela primeira vez. Marco Antonio foi preso em 28 de outubro de 2002 e cumpriu apenas dois anos de prisão. Hoje está em liberdade.

Após as tentativas de homicídio, Maria da Penha começou a atuar em movimentos sociais contra violência e impunidade e hoje é coordenadora de Estudos, Pesquisas e Publicações da Associação de Parentes e Amigos de Vítimas de Violência (APAVV) no Ceará. A história de Maria da Penha pode ser conhecida na biografia que escreveu em 1994, intitulada “Sobrevivi… Posso contar”.

(Fonte: Defensoria Pública do Espírito Santo. Disponível em: www.defensoria.es.def.br/historia-de-maria-da-penha)

Em homenagem a Jorge Amado, Seduc promove Festival de Talentos a partir desta quinta-feira (10)

festival de talentosA Secretaria de Educação (Seduc) realiza a partir desta quinta-feira (10) mais uma edição do Festival de Talentos dos Anos Finais do Ensino Fundamental e da Educação de Jovens e Adultos (EJA). As apresentações acontecem no Teatro Municipal de Ilhéus e integram programação especial montada em homenagem ao escritor Jorge Amado, que se estivesse vivo completaria 111 anos no dia 10 de agosto.

Sob o tema, “Ilhéus: cultivando os Talentos da Nossa Terra”, o projeto visa celebrar as grandezas e riquezas da cidade, promovendo a valorização da história e comunidade local, bem como estimular a integração dos estudantes por meio de expressões artísticas pertencentes às manifestações culturais da coletividade que estejam presentes no cotidiano dos ilheenses.

O Festival de Talentos envolve cerca de 7 mil alunos dos Anos Finais e 900 da EJA, regularmente matriculados nas escolas da rede municipal de educação da sede e do campo.

A iniciativa objetiva ainda interagir com a juventude, por intermédio das linguagens artísticas; favorecer a elevação da autoestima do estudante; explorar o potencial educativo, estimulando a criação de obras de arte; promover um ambiente educacional prazeroso; revelar novos talentos e proporcionar aos estudantes a expressão e a comunicação em artes, mantendo uma atitude de busca pessoal.

A participação é aberta apenas para alunos da EJA I e II, que se apresentarão na quinta-feira (10), e dos Anos finais – Fundamental II, que subirão ao palco na sexta-feira (11). Cada escola ficou responsável por fazer sua etapa seletiva internamente. As unidades puderam inscrever todas as modalidades artísticas por etapa/modalidade de ensino.

As apresentações podem ser individuais ou coletivas e compreendem as seguintes modalidades: Dança, Música, Audiovisual e Literatura.

Programação

– 10/08 (quinta-feira), das 18h às 22h (estudantes da EJA I e II);

– 11/08 (sexta-feira), das 8h às 12h e das 13h30 às 17h (estudantes dos Anos Finais – Fundamental II)

Hoje é Dia: 200 anos de Gonçalves Dias, o poeta indianista

O Hoje é Dia abre a semana de 6 a 12 de agosto, destacando o Dia Mundial do Pedestre, comemorado em 8 de agosto.

A data, criada pelas Nações Unidas, chama atenção para os riscos à vida e à segurança dos pedestres. De acordo com o Ministério da Saúde, cerca de 5.300 pedestres morrem atropelados por ano. A maioria dos pedestres que perderam a vida no trânsito possuem entre 40 e 79 anos.

Brasília comemora 25 anos de respeito à faixa de pedestre
Hoje é Dia – Brasília comemora 25 anos de respeito à faixa de pedestre – Antonio Cruz/Agência Brasil

As causas vão desde desrespeito às leis de trânsito, imprudência, até o incorreto desenho das vias e falta de sinalização adequada. Confira a reportagem completa no telejornal Repórter Brasil.

Dia Internacional dos Povos Indígenas

No dia 9 de agosto é celebrado o Dia Internacional dos Povos Indígenas. A data foi escolhida pelas Nações Unidas em 1994 para expressar o reconhecimento internacional desses povos. A ONU afirma que os indígenas compõem cerca de 1/3 da população mais pobre do mundo e são expostos a uma série de problemas, como doenças, discriminação, baixa expectativa de vida e ameaças territoriais.

De acordo com o IBGE, atualmente o Brasil tem cerca de 1,6 milhão de pessoas indígenas que convivem diariamente com desafios, como pobreza, invasão de terras e transtornos psicológicos.

Entre 2019 e 2022, 535 indígenas tiraram a própria vida. A maior parte, no estado do Amazonas, onde 208 suicídios foram registrados. Os dados estão no Relatório Violência contra os Povos Indígenas no Brasil, do Conselho Indigenista Missionário (Cimi).

Brasília (DF), 05/06/2023 - Povos indígenas de diversas etnias montam acampamento em Brasília para mobilização contra o Marco Temporal. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil
Hoje é Dia – Brasília (DF), 05/06/2023 – Povos indígenas de diversas etnias montam acampamento em Brasília para mobilização contra o Marco Temporal. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil – Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, de 2021, também mostra que a taxa de mortalidade por suicídio em indígenas é quatro vezes superior à da população não indígena.

200 anos de Gonçalves Dias

Nascido em Caxias, no Maranhão, em 10 de agosto de 1823, Antônio Gonçalves Dias completaria 200 anos nesta quinta-feira.

Escritor, jornalista, advogado, professor, teatrólogo e poeta, Gonçalves Dias foi um expoente do romantismo brasileiro e da tradição literária conhecida como indianismo.

Entre suas obras famosas estão Canção do Exílio, o poema I-Juca Pirama e Ainda uma vez, Adeus que trata da história de amor mal resolvida entre o poeta e Ana Amélia.

Enfim te vejo! — enfim posso,

Curvado a teus pés, dizer-te,

Que não cessei de querer-te,

Pesar de quanto sofri.

Muito penei! Cruas ânsias,

Dos teus olhos afastado,

Houveram-me acabrunhado

A não lembrar-me de ti!

O escritor foi pesquisador das línguas indígenas e do folclore brasileiro. No poema I-Juca Pirama, Gonçalves Dias narra a captura de um guerreiro Tupi pelos Timbiras, quando o capturado faz um apelo de vida em seu canto de morte.

Sou bravo, Sou forte, Sou filho do Norte,

Guerreiros, ouvi!

Meu canto de morte,

Guerreiros, ouvi:

Sou filho das selvas,

Nas selvas cresci;

Guerreiros, descendo

Da tribo tupi.

Em 1864, aos 41 anos, Gonçalves Dias morreu no naufrágio do navio Ville de Boulogne, vindo da Europa com destino ao Brasil. Seu corpo nunca foi encontrado.

50 anos do Hip Hop

Foi em 11 de agosto de 1973 que o DJ jamaicano Kool Herc comandou uma festa emblemática no Bronx, em Nova York, que marcou o início dessa importante cultura, iniciada nos Estados Unidos. O movimento cultural une música, dança, ação social, e se espalhou pelo mundo. Aqui no Brasil, a cidade de São Paulo se tornou o maior polo de hip hop da América Latina.

Produtores e militantes do Hip Hop pedem que o movimento seja reconhecido como Patrimônio Cultural do Brasil. Um dossiê que mapeou o percurso do Hip Hop no Brasil, identificando formas de expressão e lugares que compõem o movimento nos vários estados brasileiros, foi entregue ao Instituto do Patrimônio Histórico Artístico Nacional (Iphan).

Brasília/DF, 17/07/2023, O movimento Hip Hop brasileiro, durante marcha da Cultura Hip Hop em celebração ao Cinquentenário mundial da Cultura Hip Hop. Foto: José Cruz/Agência Brasil
Hoje é Dia – Brasília/DF, 17/07/2023, O movimento Hip Hop brasileiro, durante marcha da Cultura Hip Hop em celebração ao Cinquentenário mundial da Cultura Hip Hop.- José Cruz/Agência Brasil

Sétima reunião do secretariado estadual destaca investimento de R$ 3,6 bilhões do Governo da Bahia, segundo maior do Brasil

O governador Jerônimo Rodrigues comandou, neste sábado (05), no Centro de Operações de Inteligência (COI), no Centro Administrativo da Bahia (CAB), em Salvador, a 7ª reunião do secretariado, que contou com a participação do vice-governador, Geraldo Junior, de todos os titulares das 25 pastas do Governo, além de gestores estratégicos. No encontro, foi realizado um balanço das atividades desenvolvidas por cada área até o momento, com destaque para o dado da Secretaria da Fazenda (Sefaz), que confirma o investimento de R$ 3,6 bilhões feito pelo Executivo estadual baiano no primeiro semestre como o segundo maior do Brasil, quase o dobro do terceiro colocado, o Pará, atrás apenas de São Paulo.

“Fizemos uma avaliação dos programas mais estratégicos, como o Bahia sem Fome, que é um eixo muito forte do nosso governo. Destacamos o orçamento, como está a situação financeira, os investimentos. Já entregamos muitas escolas, muitos hospitais. Agora, é o custeio de profissionais, materiais e equipamentos de saúde ou de educação que vai requerer da gente um cuidado muito sério. E, é claro, estamos planejando o futuro”, declarou Jerônimo, que já programou a próxima reunião para setembro.

O governador lembrou ainda que o Plano Plurianual 2024-2027 (PPA) será entregue até o final do mês de agosto e que, a partir dele, o governo vai pensar nos próximos anos.  O secretário do planejamento, Cláudio Peixoto, apresentou um resumo do PPA, que fez uma grande escuta em todos os 27 Territórios de Identidade do estado, com capacitação de servidores e a elaboração de um orçamento vinculado ao Programa de Governo Participativo (PGP) e ao resultado dessa escuta.

A coordenação dos Colegiados Territoriais – órgãos de participação social que auxiliam no planejamento – também participou da reunião, apresentando a política de desenvolvimento territorial que visa impulsionar a intersetorialidade e integrar políticas públicas. Por fim, o secretário de Comunicação, André Curvello, apresentou uma avaliação que mostrou a aceitação e aprovação do governo.

 

Fotos: Antônio Queirós/GOVBA



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