Gilton Thomaz

O prefeito Mário Alexandre lamenta o falecimento do poeta cordelista Gilton Silva Thomaz, aos 73 anos, ocorrido na manhã desta sexta-feira (28). Ele era membro do Teatro Popular de Ilhéus (TPI) e se destacou por seu trabalho, que possui grande relevância na região cacaueira e muito contribui para a cultura ilheense.

Neste momento de despedida, Mário Alexandre presta as sinceras condolências aos familiares e amigos por esta inestimável perda, rogando a Deus que na sua infinita misericórdia conforte a todos. Ele deixa quatro filhos.

Seus poemas são lidos diariamente por turistas do Brasil e do mundo, que visitam a cidade e apreciam os cordéis pendurados em varais de barbante na Casa de Cultura Jorge Amado e em diversos espaços culturais e históricos do município.   “Uma pessoa respeitada e muito querida no meio artístico. Deixo o meu abraço fraterno e os votos de força para que todos possam ser confortados na fé”, disse o prefeito.

O legado de Gilton Thomaz seguirá imortalizado nos inúmeros livretos de cordel, com destaque para O Corno no Cordel; Jesus Cristo no Cordel; História do Alfaiate Mata-Sete; A corrida da lebre e a tartaruga; O homem que enganou o Diabo com o Bicho da Mulher; Carta de Satanás a um Pastor; Lampião, entre muitos outros escritos ao longo da sua carreira.

Ele também produziu belíssimas poesias que foram publicadas no Diário de Ilhéus, Diário do Sul e A Região. Desde 2002, fazia parte da diretoria do TPI, colaborando com o trabalho desenvolvido pelo grupo, principalmente nos famosos espetáculos “Pega – Pá – Capá” e “Teodorico Majestade – as últimas horas de um prefeito”.

O velório e o sepultamento ocorreram no Cemitério São Jorge, no Alto do Basílio. Que o Espírito Santo seja o refúgio e a fortaleza na vida de cada um.