Jamil, Kácio e Enoch completam 03 meses presos e devem passar as festividades detidos

Presos desde o dia 21 de março na Operação Citrus deflagrada pela 8ª Promotoria de Justiça de Ilhéus e com apoio da Gaeco (Grupo Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais), os acusados são apontados pela justiça de fazerem parte de uma organização criminosa que aplicavam fraudes e superfaturamento em licitações e contratos feitos na Prefeitura Municipal de Ilhéus e Câmara de Vereadores por meio de empresas laranja lideradas pelo empresário Enoch Andrade em valores superiores a R$ 25 milhões.
Durante o tempo que estão presos, os advogados impetraram vários pedidos de habeas corpus no TJBA, mas, todos foram negados por unanimidade pelos desembargadores. A juíza Emanuele Vita, titular da 1ª Vara Criminal de Ilhéus, durante esse período realizou audiências de custodia com os acusados, como também interrogou as testemunhas de defesa e acusação, além de outros réus, que foram beneficiados com o esquema, mas que ainda respondem em liberdade. Os interrogatórios serão retomados no dia 24 de julho, após o recesso junino.
Matéria: Fábio Roberto















