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:: ‘Polícia’

Atenção: Polícia investiga golpe envolvendo compra e venda de rim na Bahia

Perfil que oferece fortuna por órgão foi denunciado pelo governo; entenda

Está a fim de ganhar US$ 500 mil? Convertendo, dá algo em torno de R$ 1,6 milhão. Além do dinheiro, há uma viagem para outro país sem precisar se preocupar por passagens ou hospedagem. Mas a proposta não é à toa – e a viagem não é de férias. O objetivo é salvar a vida de alguém que pena na fila do transplante. E aqueles US$ 500 mil é o que se paga por um órgão. Seu rim, mais especificamente. Você tem dois, né? Não deve ter problema. E aí, topa?
Traduzida em bom português, essa é a proposta feita na última segunda-feira (5) num grupo do Facebook sobre transplantes na Bahia. O autor do texto é um rapaz chamado Craig Jonhson, supostamente da Nigéria, interessado em comprar um rim. Ele fez a proposta para os cerca de 40 mil membros da página “Transplantes Bahia”. Somente no estado, há 838 pessoas esperando por um rim e, no ano passado, 102 morreram enquanto aguardavam pelo órgão. Uma pessoa chegou a se interessar e se colocou à disposição para vender o órgão.
Virou caso de polícia. As imagens com a proposta de Craig Jonhson foram levadas ontem ao Grupo Especializado de Repressão aos Crimes por Meios Eletrônicos (GME), da Polícia Civil da Bahia, que vai investigar. É que a página onde a proposta de compra do rim foi feita pertence à Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab). A coordenação de comunicação digital da pasta desativou os comentários e excluiu a postagem, depois de dois dias.

Delegado é preso acusado de roubo, extorsão e falsidade ideológica

O delegado Arthur Ferreira dos Santos foi preso, ontem (9), em Salvador, sob a suspeita e roubo, extorsão e falsidade ideológica. Segundo o G1, a informação foi divulgada pela Polícia Civil.
De acordo com a polícia, a prisão foi efetuada por agentes da Corregedoria da Polícia Civil (Correpol) e da Coordenação de Operações Especiais (COE/PC), na 7ª Delegacia, no bairro do Rio Vermelho, onde o delegado trabalhava. Conforme a Polícia Civil, o mandado de prisão é temporária.
O delegado ficará custodiado na carceragem da Correpol, no Rio Vermelho. A polícia não detalhou os crimes cometidos pelo delegado e nem quando eles ocorreram.
Matéria: Blog Verdinho Itabuna

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Ontem, no Dia da Mulher, funcionária de lotérica é morta a facadas pelo marido

 

No Dia da Mulher, é comum que flores sejam distribuídas como forma de comemorar a data e de deixar o dia de alguma mulher mais especial. Mas para Marizeth Silva do Nascimento, de 39 anos, moradora de Maracás, no Vale do Jiquiriçá, a quarta-feira, (8) de Março, foi o seu último dia. Segundo informações da Polícia Militar ao Blog Marcos Frahm, Marizeth foi morta a facadas no início da manhã e o principal suspeito do crime é o próprio companheiro, Marcos José, que encontra-se foragido.

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Urgente: Carros do Conselho Tutelar de Ilhéus estão parados por falta de gasolina

Apuramos hoje pela manhã que os dois carros do Conselho Tutelar de Ilhéus estão parados por falta de gasolina. A quem cabe a responsabilidade? O mais agravante: ao visitarmos detectamos que  existem lá três crianças, desde o período da manhã que precisam se levadas para Uruçuca, segundo foi apurado no Conselho, onde residem seus familiares e os Conselheiros estão impedidos de fazer o serviço. E como ficará a situação destas crianças?

Apuramos também, que estas crianças forma recolhidas após denuncia da comunidade do Iguape que estranharam nas imediações do Chocolate Caseiro no bairro do Iguape, as mesma encontravam-se sozinha procurando o Conselho Tutelar. Diante da falta de gasolina para os carros foi imediato  informado ao Ministério Público, que cedeu um veículo para tirarem essas crianças do perigo eminente. Aguarda-se agora solução, ou seja, gasolina para que o Conselho complete o seu trabalho, e as crianças cheguem ao seu seio familiar.

Estamos portanto já no final da tarde e nada até o momento aconteceu. Lamentável! Com a palavra as autoridades ilheenses

Câmara aprova penas maiores para estupro. Por que não castração química?

Deputados endurecem contra estupradores.

Deputados endurecem contra estupradores.

O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou a emenda substitutiva da deputada Laura Carneiro (sem partido-RJ) ao Projeto de Lei 5452/16, do Senado, que tipifica o crime de divulgação de cenas de estupro e aumenta a pena para estupro coletivo.

Segundo a emenda, poderá ser apenado com reclusão de 1 a 5 anos, se o fato não constituir crime mais grave, aquele que oferecer, vender ou divulgar, por qualquer meio, fotografia, vídeo ou outro tipo de registro audiovisual que contenha cena de estupro ou de estupro de vulnerável.

Devido às mudanças, a matéria retorna ao Senado.

Especial Dia da Mulher:’É muito difícil um homicídio contra uma mulher não se configurar como feminicídio’, diz promotora; BA tem 474 mortes em 2017


Por Danutta Rodrigues, G1 BA

 

Pesquisadora Clara Flores fala sobre o que é feminicídio, segundo o código penal

Pesquisadora Clara Flores fala sobre o que é feminicídio, segundo o código penal

Em 2017, 474 homicídios contra mulheres foram registrados na Bahia, segundo dados da ouvidoria geral da Secretaria de Segurança pública do estado. Desses, 74 são feminicídios. [No vídeo acima, saiba mais sobre a lei]

Sob a ótica da promotora do Ministério Público da Bahia, Livia Vaz, e da pesquisadora Clara Flores Seixas, o G1 destaca dificuldades no entendimento adequado da lei e problemas em obter números precisos da morte de mulheres pela condição de gênero.

Promotora do Ministério Público, Livia Vaz (Foto: Divulgação/MP-BA)Promotora do Ministério Público, Livia Vaz (Foto: Divulgação/MP-BA)

Promotora do Ministério Público, Livia Vaz (Foto: Divulgação/MP-BA)

Promotora Lívia Vaz

*Livia Vaz é coordenadora do Grupo de Atuação Especial em Defesa da Mulher e População LGBT – GEDEM

“É muito difícil um homicídio contra uma mulher não se configurar como feminicídio. Não é só em relação à violência doméstica familiar. Também se considera feminicídio quando o crime envolve o menosprezo à mulher”, Lívia Vaz.

“Muitas vezes não é um crime que ocorre dentro da convivência familiar. Quando ela é estuprada e morta, por exemplo. Muitos casos chegam na delegacia e não são enquadrados como feminicídio”.

“O acréscimo do feminicídio de mulheres negras beirou a quase 54%. Isso revela que nós temos, para além de questão de gênero, uma questão racial, como uma vulnerabilidade sobreposta para as mulheres negras. Além do machismo, sexismo e desigualdade, tem o racismo.

“Os dados têm quem levar em consideração a questão qualitativa. No momento de se divulgar, não se faz a perspectiva de raça e isso dificulta a avaliação. Nós precisamos de políticas públicas específicas para as mulheres negras”.

“Ainda não há uma legislação específica para o transfeminicídio. Mas, apesar da lei não falar expressamente, se você entende a condição de mulher, a identificação como mulher, independentemente da cirurgia de redesignação sexual ou mudança do nome social, a mulher trans e travesti deve ser protegida pela Lei Maria da Penha e pelo sistema de Justiça”

“Apesar da lei que trouxe a qualificação do feminicídio ser nova, de março de 2015, não justifica mais não estarmos atentos às especificidades do crime de feminicídio, que o homicídio que ocorre contra a mulher na condição de ser do gênero feminino. Infelizmente, esses equívocos em não enquadrar o crime como feminicídio mostra uma violência institucional em relação à mulher”

“Quando a Polícia Civil não tipifica o feminicídio e remete ao Ministério Público, é muito possível que o MP discorde e inclua a tipificação do feminicídio. É difícil romper essa desigualdade de gênero e violência que também são tão reproduzidas nas instituições. É a violência invisível”

“A violência invisível é uma série de atos e comportamentos que são reproduzidos diariamente. A chantagem emocional, o menosprezo à mulher, uma série de comportamentos considerados naturais. Ainda é muito difícil que a sociedade e as instituições entendam certas violências contra a mulher que são essas situações de menosprezo”.

Pesquisadora Clara Flores (Foto: Danutta Rodrigues/G1)Pesquisadora Clara Flores (Foto: Danutta Rodrigues/G1)

Pesquisadora Clara Flores (Foto: Danutta Rodrigues/G1)

Pesquisadora Clara Flore

*Clara Flores é mestra em ciências sociais pela UFBA e autora da tese “Do pensamento feminista ao código penal: O processo de criação da lei do feminicídio no Brasil”

“A mulher não morre por ser mulher só porque ela tem uma vagina. Existe uma construção social que subalterniza a mulher, que coloca ela no lugar de objeto, que dá aos homens essa capacidade de exercer o poder sobre as mulheres”

“Então, não é uma questão biológica. Se ela é vista como uma mulher na sociedade, não tem porque não compreender como feminicídio. Além do que, como uma mulher trans, tem o cruzamento de várias maneiras de opressão. O ódio sobre aquela mulher muitas vezes é maior, é mais intensificado”

“Se uma mulher foi morta, a polícia tem que partir sempre da hipótese do feminicídio, mesmo que não tenham evidências no primeiro olhar. Só que na prática é exatamente o contrário que acontece. A tendência é enquadrar só nos casos de violência doméstica”

“O feminicídio é uma forma extrema de violência de gênero, que resulta na morte da mulher. A importância de se criar uma tipificação própria é justamente para diferenciar dos demais homicídios, dizer que as mulheres estão morrendo em um contexto muito diferente do que os homens morrem. Elas morrem muitas vezes em casa, ou, mesmo que na rua, nesse contexto de que o machismo e o patriarcado exercem influência para que essas mortes ocorram”

“Se você olhar os dados de assassinatos de mulheres e comparar com o de homens, óbvio que vai ser um número muito menor. Mas, existe, de fato, uma curva ascendente do feminicídio, no nosso caso, as mulheres estão morrendo em casa”

“Esse fenômeno das mulheres serem mortas por serem mulheres está na fundação dessa nação Brasil, que se constitui em um processo colonizador, que estupra, que mata as mulheres, que estupra as mulheres negras. Algumas autoras latino-americanas estudam sobre isso, de como o processo de colonização foi um processo que atuou diretamente no corpo das mulheres”

“No momento em que a gente dá uma categoria própria [o feminicídio], a gente volta o olhar e a gente lança luz sobre os aspectos e problemas que até então não eram vistos. As mulheres estavam morrendo e continuavam morrendo, mas ninguém olhava para isso como uma expressão da violência de gênero, como expressão da desigualdade entre homens e mulheres. Então, no momento em que você dá nome, é uma maneira de visibilizar”

“O objetivo é mudar a abordagem desses crimes, tanto no direito, nas sentenças, mas também na mídia. Mais do que um combate mais direto, todo esse movimento que se criou, das pessoas falarem sobre feminicídio, de ir para os jornais como feminicídio, colocar na ordem do dia é uma das coisas mais importantes dessa lei”

‘Ela morreu só na mente dos outros…tenho ela viva ainda’, diz pai de grávida baleada pelo marido dois dias antes do parto na BA


Por Danutta Rodrigues, G1 BA

 

Daiane Reis Mota foi assassinada pelo marido em dezembro de 2017 (Foto: Arquivo pessoal)Daiane Reis Mota foi assassinada pelo marido em dezembro de 2017 (Foto: Arquivo pessoal)

Daiane Reis Mota foi assassinada pelo marido em dezembro de 2017 (Foto: Arquivo pessoal)

As horas de dor e angústia à busca da filha desaparecida às vésperas do parto ainda estão latentes na voz do comerciante Rubem Oliveira Mota, de 56 anos.

A esperança de encontrar a filha viva deu lugar à luta por justiça quando o corpo foi achado no dia 17 de dezembro de 2017. A jovem Daiane Reis Mota, de 25 anos, foi assassinada com um tiro na nuca pelo marido, Adilson Prado Lima Júnior. Ele ainda ajudou a família a procurar a vítima após o suposto sumiço.

O caso da jovem de Serrinha, cidade a 180 quilômetros de Salvador, é um dos 74 feminicídios registrados na Bahia em 2017, segundo dados da Ouvidoria Geral de Polícia da Secretaria de Segurança Pública do estado. As narrativas alegadas pelos acusados dos crimes, como o ciúme, se repetem e tentam esconder a principal motivação: a condição de ser mulher.

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Preso o Monstro: Homem é preso por estuprar três sobrinhas; uma delas está grávida

Um homem acusado de estuprar três sobrinhas e engravidar a mais velha delas foi preso nesta segunda-feira (5). Identificado como Climério Manoel dos Santos, de 50 anos, ele violentava sexualmente as garotas desde quando elas tinham 8, 10 e 12 anos.

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PM descobre arsenal em Ilhéus e suspeito é preso

Um homem de 38 anos foi preso com oito armas de fogo industrializadas e artesanais na manhã de terça-feira (6) em Ilhéus. A prisão foi efetuada por policiais militares da 70ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) logo após receberem denúncia do arsenal escondido pelo acusado.
Ao chegar no imóvel denunciado, localizado no bairro Salobrinho, a guarnição fez o cerco e, após as buscas, encontrou o homem com dois revólveres, uma pistola e  cinco espingardas, além de várias munições.

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Câmara Federal anuncia repasse de R$ 230 milhões ao Ministério da Segurança Pública

Heloisa Cristaldo – Repórter da Agência Brasil

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, anunciou hoje (6) o repasse de R$ 230 milhões para o Ministério Extraordinário da Segurança Pública. A verba será usada para combater as drogas e a violência contra a mulher.

Do total repassado à pasta, R$ 200 milhões são oriundos do próprio orçamento da Câmara e R$ 30 milhões foram deslocados da folha de pagamento dos servidores da Casa.

Segundo Rodrigo Maia, a medida é uma colaboração imediata da Câmara dos Deputados com a pasta da Segurança Pública. “Muito mais do que isso, [estamos] dando uma sinalização fundamental para sociedade brasileira, que nós entendemos a mensagem do povo brasileiro: o recurso público precisa ser tratado de forma diferente por todos os Poderes”, disse o deputado.

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Monstro: Homem é preso por estuprar três sobrinhas na Bahia; adolescente de 14 anos está grávida

Segundo a polícia, Climério Manoel dos Santos começou a abusar das crianças há, pelo menos, 2 anos, quando as vítimas tinham 8, 10 e 12 anos. O suspeito chegou a negar os crimes, mas acabou confessando os abusos contra as sobrinhas durante depoimento.

Climério teve o mandado de prisão preventiva cumprido e será encaminhado ao Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador. Não foi informado o tempo de gestação de uma das vítimas.

Promotora de Justiça Ediene Lousado é mantida no cargo de chefe do MP-BA até 2020


Por G1 BA

Promotora de Justiça Ediene Lousado foi mantida no cargo de chefe do MP-BA pelo governador Rui Costa. (Foto: Divulgação/MP-BA)Promotora de Justiça Ediene Lousado foi mantida no cargo de chefe do MP-BA pelo governador Rui Costa. (Foto: Divulgação/MP-BA)

Promotora de Justiça Ediene Lousado foi mantida no cargo de chefe do MP-BA pelo governador Rui Costa. (Foto: Divulgação/MP-BA)

A promotora de Justiça Ediene Santos Lousado foi escolhida, nesta terça-feira (6), pelo governador da Bahia, Rui Costa, para continuar como chefe do Ministério Público do Estado (MP-BA) por mais dois anos. A decisão será publicada no Diário Oficial de quarta-feira (7), segundo o governo.

Ediene agora permanece no posto até 2020. A promotora será reconduzida ao cargo na próxima quinta-feira (8).

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