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:: ‘Itabuna’

Homem coloca caixão na porta do INSS em Piracicaba em protesto por perda de benefício: ‘alegam que estou falecido’

Por EPTV e g1 Piracicaba e Região

Em protesto por falta de pagamento, aposentado coloca caixão na porta do INSS em Piracicaba — Foto: Edijan Del Santo/EPTV

Em protesto por falta de pagamento, aposentado coloca caixão na porta do INSS em Piracicaba — Foto: Edijan Del Santo/EPTV

Em protesto por falta de pagamento da aposentadoria há sete meses, um morador de Piracicaba (SP) colocou um caixão na porta do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ele diz que está tentando provar que está vivo para voltar a receber o benefício.

O aposentado Ricardo Santana de Arruda Leme colocou o caixão vazio na porta da agência de Piracicaba por volta das 7h desta quinta-feira (2). Ele conta que está com dificuldade para conseguir provar que está vivo.

“Eles alegam que eu estou falecido, que eu estou em óbito”, lamentou indignado.

Ricardo conta que um advogado fez todo procedimento para tentar retomar o benefício, mas que o INSS deu um prazo de 85 dias para retornar com a solução.

“Faz sete meses que eu não recebo. Não é justo, eu acho que eu não mereço isso. Eu trabalhei direitinho minha vida toda”, argumentou.

Aposentado protesta na porta do INSS por falta de pagamento do benefício em Piracicaba — Foto: Edijan Del Santo/EPTV

Aposentado protesta na porta do INSS por falta de pagamento do benefício em Piracicaba — Foto: Edijan Del Santo/EPTV

Segundo ele, o problema começou quando um criminoso falsificou seu documento em outro estado e de fato morreu. Quando ele se aposentou, há sete anos e meio, o problema já tinha acontecido, mas ele conseguiu provar que estava vivo. Agora a mesma situação veio à tona e o impede de receber o benefício há sete meses.

Colocar o caixão no local foi a forma que Ricardo encontrou de chamar atenção para a situação. “Porque tem mais gente nessa situação.

Valeu a pena

Depois de duas horas de protesto na frente da agência do INSS, o aposentado conseguiu atingir o objetivo pretendido: ele recebeu um documento informando que voltaria a receber o benefício.

“Estou muito aliviado. Acho que a gente deve correr atrás daquilo que tem direito. Fui muito bem atendido”, comemorou.

A reportagem entrou em contato com o INSS para saber o porquê da demora em retomar o benefício. Até esta publicação não houve retorno.

35 mulheres foram agredidas física ou verbalmente por minuto no Brasil em 2022, diz pesquisa

Violência contra a mulher — Foto: Wagner Magalhães/G1

Violência contra a mulher — Foto: Wagner Magalhães/G1

O ano de 2022 foi especialmente difícil para as mulheres no Brasil: todos os indicadores de violência contra a mulher subiram no ano passado, de acordo com a quarta pesquisa “Visível e Invisível – a Vitimização de Mulheres no Brasil” – do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e do Datafolha divulgada nesta quinta-feira (2).

  • Nos últimos 12 meses, 28,9% (18,6 milhões) das mulheres relataram ter sido vítima de algum tipo de violência ou agressão, o maior percentual da série histórica;
  • Isso significa que 35 mulheres foram agredidas física ou verbalmente por minuto no país.

 

Entre os dias 9 e 13 de janeiro de 2023, 1.042 mulheres com 16 anos ou mais foram entrevistadas em 126 municípios de pequeno, médio e grande porte. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos na amostra nacional e de três pontos para mais ou para menos na amostra do módulo de autopreenchimento.

Em relação à última pesquisa, que foi feita entre abril de 2020 e março de 2021, o crescimento foi de 4,5 pontos percentuais, o que revela um agravamento das violências sofridas por mulheres no Brasil (veja arte abaixo).

Mas o que ocorreu em 2022?

Os pesquisadores dizem que não é possível apontar uma única causa, mas há 3 fatores que devem ser destacados:

1) Fim de financiamentos das políticas de enfrentamento à violência contra a mulher por parte do governo Bolsonaro nos últimos 4 anos

“Nota técnica produzida pelo Instituto de Estudos Socioeconômicos (Inesc) mostrou que, em 2022, ocorreu a menor alocação orçamentária para o enfrentamento da violência contra mulheres em uma década. Sem recursos financeiros, materiais e humanos não se faz política pública”, aponta a pesquisa.

2) Pandemia de Covid-19 comprometeu o funcionamento de serviços de acolhimento às mulheres

“A restrição nos horários de funcionamento, as dificuldades de circulação impostas pelas necessárias medidas de isolamento social e a redução das equipes de atendimento foram fatores que afetaram em algum grau os serviços”.

3) Ação política de movimentos ultraconservadores que se intensificaram na última década e elegeram, dentre outros temas, a igualdade de gênero como um tema a ser combatido, como visto nas eleições de 2022.

“Pesquisa recente conduzida pela Monash University e pela ONU Mulheres buscou compreender como a expansão do extremismo violento na Indonésia, Bangladesh e Filipinas reverbera na agenda de gênero. Como resultado, concluíram que atitudes machistas e o suporte a comportamentos violentos contra as mulheres constituem os fatores mais fortemente associados ao apoio à violência”, aponta a pesquisa que teve apoio da Uber.

Violência contra a mulher nos últimos anos, segundo Datafolha e Fórum Brasileiro de Segurança Pública — Foto: Arte/g1

Violência contra a mulher nos últimos anos, segundo Datafolha e Fórum Brasileiro de Segurança Pública — Foto: Arte/g1

Para a diretora-executiva do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, “o menor orçamento justamente em um período em que os serviços precisavam de mais apoio para continuarem a existir tornou a acolhida da mulher ainda mais difícil.”

“Os dados do primeiro semestre de 2022 já indicavam crescimento dos feminicídios e outras formas de violência contra a mulher. Os últimos anos foram marcados pelo desfinanciamento das políticas de enfrentamento à violência contra a mulher. Vocês do g1 fizeram uma matéria importante com os dados de uma pesquisa do Inesc que mostrava o menor valor executado em mais de uma década. Não tem política pública na ponta sem orçamento”, diz.

“Também acredito que a pandemia afetou fortemente os serviços de acolhimento às mulheres em situação de violência, a rede da qual tanto falamos. Equipamentos de assistência social, saúde e segurança tiveram serviços interrompidos, horários de funcionamento restrito e muitos profissionais afastados por serem grupos de risco.”

Tipos de ofensa mais citados

  • Ofensas verbais: 23,1% de prevalência (14,9 milhões)
  • Perseguição: 13,5% (8,7 milhões)
  • Ameaças: 12,4% (7,9 milhões)
  • Agressão física (chutes, socos e empurrões, por exemplo): 11,6% (7,4 milhões ou 14 por minuto)
  • Ofensas sexuais: 9% (5,8 milhões)
  • Espancamento ou tentativa de estrangulamento: 5,4% (3,4 milhões)
  • Ameaça com faca ou arma de fogo: 5,1% (3,3 milhões)
  • Lesão provocada por algum objeto que lhe foi atirado: 4,2% (2,7 milhões)
  • Esfaqueamento ou tiro: 1,6% (1 milhão)

Os pesquisadores destacam que, em comparação com as pesquisas anteriores, o cenário é de “um crescimento acentuado de formas de violência grave, que podem incorrer em morte da mulher, como é o caso do crescimento de episódios de perseguição, agressões como tapas, socos e chutes, ameaça com faca ou arma de fogo e espancamentos”.

Marisa Sanematsu, diretora de comunicação do Instituto Patrícia Galvão, afirmou que para compreender o aumento “é preciso recorrer aos principais fatores de risco para a violência doméstica e sexual definidos pela OMS: baixo nível de educação, experiências pessoais com violência doméstica e um ambiente de aceitação dessa violência.”

“Assim, se olharmos para o nosso contexto atual, é possível identificar a presença desses fatores de risco. Ao lado dos altos índices de violência registrados, é inegável que estamos vivendo um ambiente de naturalização e até de estimulo à violência, que, como mostra a pesquisa, já está produzindo impacto sobre as vidas das mulheres brasileiras”, diz.

Maioria das mulheres não tomou atitude depois da agressão mais grave

A maioria das mulheres que sofreram agressões e responderam à pesquisa não tomou uma atitude após ter sofrido a agressão mais grave. A resposta com maior percentual foi “não fez nada”, com 45%.

Em seguida, aparecem “procurou ajuda da família” (17,3%) e procurou a ajuda de amigos (15,6%). Apenas 4,8% acionaram a Polícia Militar, e 1,7% denunciaram via registro eletrônico, por exemplo.

Atitude da mulher após a agressão mais grave | Últimos 12 meses

Pesquisa de 2017 2019 2021 2023
Procurou ajuda da família 13,0 15,0 21,6 17,3
Procurou ajuda dos amigos 12,0 10,0 12,8 15,6
Denunciou em uma Delegacia da Mulher 11,0 10,0 11,8 14,0
Denunciou em uma delegacia comum 10,0 8,0 7,5 8,5
Procurou a Igreja 5,0 8,0 8,2 3,0
Ligou para a Polícia Militar no 190 3,0 5,0 7,1 4,8
Ligou para a Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180) 1,0 1,0 2,1 1,6
Não fez nada 52,0 52,0 44,9 45,0
Denunciou à Polícia através de um registro eletrônico 1,8 1,7
Procurou uma associação ou entidade de proteção à Mulher (ONG) 1,9 0,5

Perfil da mulher vítima de violência

Os pesquisadores destacaram algumas características das vítimas de violência em 2022, como perfil étnico racial, faixa etária, escolaridade e estado civil:

Perfil étnico racial

  • 65,6% eram negras, 29% brancas, 2,3% amarelas e 3% indígenas;
  • Mulheres negras passaram por níveis mais elevados de violência (29,9%) do que as brancas (26,3%).

Faixa etária

  • 30,3% tinham entre 16 e 24 anos; 22,8% entre 25 e 34 anos; 20,6% entre 35 e 44 anos; 17,1% entre 45 e 59 anos; e 9,2% 60 anos ou mais;
  • Mulheres mais jovens (16 a 24 anos) foram as maiores vítimas (43,9%), sendo que as ofensas verbais foram o tipo mais frequentemente relatado (32,4%);
  • Vítimas com idade entre 45 e 59 anos sofreram maiores níveis de violências como espancamento (8,2%), ameaça com faca ou arma de fogo (8,7%) e esfaqueamento ou tiro (4,5%

Escolaridade

  • Mulheres que cursaram apenas o ensino fundamental foram as que mais sofreram agressão física como empurrões e chutes (14,6%), espancamento ou tentativa de estrangulamento (7,7%), ameaça com faca ou arma de fogo (8,3%) e esfaqueamento ou tiro (2,5%).

Estado civil

  • Vítimas separadas e divorciadas apresentaram níveis mais elevados de vitimização (41,3%) do que em comparação com casadas (17%), viúvas (24,6%) e solteiras (37,3%).

“A tentativa de rompimento com o agressor e histórias repetidas de violências são fatores de vulnerabilidade que podem aumentar as chances de mulheres serem mortas por seus parceiros íntimos, o que revela que a separação é, ao mesmo tempo, a tentativa de interrupção da violência, mas também o momento em que ela fica mais vulnerável”, apontou o relatório.

Autores das agressões

  • 31,3% das mulheres afirmaram que o autor da violência mais grave sofrida no último ano foram os ex-companheiros;
  • No caso dos atuais companheiros, o percentual foi de 26,7%;
  • Autores desconhecidos correspondem a 24,5% dos casos.

Frequência das agressões

  • Em 2022, as vítimas sofreram, em média, quatro episódios de violência ao longo dos 12 meses;
  • Entre as mulheres divorciadas, a média foi de 9 agressões.

O dobro da média de agressões contra divorciadas chamou a atenção da diretora-executiva do Fórum. Para Samira, a separação é vista como a porta de saúda para a violência doméstica, mas não é.

“Ela sofre violência do parceiro íntimo e deposita no divórcio a expectativa de uma saída dessa violência. O problema é que estamos falando de uma violência que raízes culturais, que é fruto de uma sociedade machista e patriarcal, em que o homem entende que a mulher a ele se submete e, portanto, deve obedecê-lo. Quando ela rompe com essas expectativas de gênero, ele se revolta e se torna ainda mais agressivo. Especialmente se tiver filho nessa relação, porque o vínculo necessariamente será mantido”, diz.

“Não é à toa que vemos tantos feminicídios de mulheres divorciadas. O homem não aceita a separação, ou então não aceita que ela se relacione com outro homem, ainda que já separada dele – ‘se não for minha, não vai ser de mais ninguém'”, completa.

Brasileiras sofrem mais violência do que a média mundial

A pesquisa mostrou que mais de um terço das brasileiras acima de 16 anos já sofreram violência física ou sexual provocada por parceiro íntimo ao longo da vida:

  • 33,4% das mulheres vivenciaram violência física ou sexual (21,5 milhões)
  • 32,6% foram vítimas de violência psicológica, com insultos, humilhações e xingamentos proferidos de forma reiterada (21 milhões)
  • 24,5% afirmaram ter sofrido agressões físicas como tapa, batida e chute (15,7 milhões)
  • 21,1% foram forçadas a manter relações sexuais contra sua vontade (13,6 milhões)

Presidente da Câmara de Ilhéus discute sobre instalação de base da 68º CIPM no antigo prédio General Osório

Na terça-feira (28), o presidente da Câmara de Vereadores de Ilhéus, Abraão (PDT), reuniu com a Major PM Joilma Cordeiro Costa Machado – Comandante da 68ª CIPM- e com o Sgt RR PM Gerson Mendes de Oliveira – Presidente da APPM, para discutir sobre a possibilidade de instalação da base da 68ª Companhia Independente de Polícia Militar (68ª CIPM) no antigo prédio General Osório, atualmente ocupado pela Biblioteca Pública Municipal Adonias Filho.

A major Joilma apresentou o projeto ao Presidente e ressaltou a importância de ter a instalação da Companhia de polícia no Centro da cidade, próxima aos principais pontos turísticos, comércio, bancos e áreas de grande movimentação, buscando inibir a violência nesta região.

Para Abraão, a discussão é válida pois é necessária ampliação das ações de segurança em todo o município. Em relação à área Central, o vereador relembrou os recorrentes arrombamentos que têm acontecido a diversos estabelecimentos comerciais nos últimos meses. “Para que ocorra uma atuação eficiente da polícia naquela localidade, a implantação de uma Companhia numa área estratégica, como o prédio do antigo General Osório, seria de grande importância”, destacou.

O presidente ainda chamou atenção para o fato do prédio público ser um monumento histórico e ressaltou que caso haja a implantação da 68º CIPM no local, é importante que se resguarde toda a sua identidade arquitetônica e preservação do local.

Ilhéus, Itabuna e mais 25 cidades do interior recebem viaturas do Detran enviadas pelo Governo do Estado


As Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans) da Bahia receberam na tarde desta terça-feira (28), novas 27 viaturas que vão atuar na organização e fiscalização das vias urbanas nos municípios baianos. A entrega foi realizada pelo governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues no pátio do Departamento Estadual de Trânsito (Detran), ao lado do vice-governador Geraldo Júnior, na avenida Antônio Carlos Magalhães, em Salvador. O valor investido na aquisição dos automóveis foi de aproximadamente R$1,9 milhões.

O governador Jerônimo Rodrigues destacou que a entrega é parte do projeto do estado de modernização da estrutura do Detran na Bahia. “O Ciretrans é resultado desse processo, inclusive com valorização salarial dos profissionais de cada base, mas também de tecnologia e capacitação de profissionais. Hoje a gente entrega a penúltima etapa desse bloco, com essas viaturas para garantir a segurança de quem trabalha, a velocidade do tempo para que estejam em agendas de formação, acompanhamento, fiscalização”.

Foram entregues quatro veículos para Salvador e mais 23 para as regionais do departamento de trânsito do interior. Entre as cidades que as viaturas vão atuar estão Salvador, Camaçari, Feira de Santana, Juazeiro, Barreiras, Itabuna, Jequié, Teixeira de Freitas, Paulo Afonso, Eunápolis, Ilhéus, Senhor do Bonfim, Conceição do Coité, Irecê, Jacobina, Alagoinhas, Brumado, Caetité, Itaberaba, Seabra, Itapetinga, Luís Eduardo Magalhães, Santo Antônio de Jesus e Valença.

Após determinação de Jerônimo, Procuradoria Geral do Estado vai acionar MPs contra vereador gaúcho

A Procuradoria Geral do Estado da Bahia (PGE-BA) irá entrar com representação contra o vereador gaúcho Sandro Fantinel (Patriota), do município de Caxias do Sul, junto aos ministérios públicos federal e estadual. O órgão pretende também dar entrada numa ação indenizatória de reparação, de natureza compensatória, por dano moral. A procuradoria foi acionada pelo governador do Estado da Bahia, Jerônimo Rodrigues, que ontem (28), terça-feira, emitiu repúdio ao pronunciamento do parlamentar.

Ainda ontem o vereador ocupou a tribuna da Câmara de Vereadores da cidade gaúcha, onde questionou a repercussão do caso de trabalhadores resgatados em situação de escravidão em vinícolas do Rio Grande do Sul. O parlamentar pediu que os produtores da região “não contratem mais aquela gente lá de cima”, se referindo a trabalhadores vindos da Bahia e afirmou que “a única cultura que os baianos têm é viver na praia tocando tambor”. Um total 207 pessoas foram resgatadas, no dia 22/2, de um alojamento da cidade vizinha de Bento Gonçalves, onde eram submetidas a trabalho análogo à escravidão durante a colheita da uva para as vinícolas.

Nova rodovia BA 649 entre Itabuna e Ilhéus vai impulsionar desenvolvimento regional

 

Com 32 % das obras prontas, a nova Rodovia BA 649, ligando Itabuna a Ilhéus, que está sendo construída pelo Governo do Estado, terá impactos positivos na mobilidade entre as duas principais cidades do Sul da Bahia e contribuirá para impulsionar o turismo, comércio, indústria e serviços, beneficiando cerca de 510 mil moradores de uma das mais importantes regiões do Estado.

 

A nova rodovia terá um trecho de 18 quilômetros à margem direita do Rio Cachoeira no sentido Itabuna-Ilhéus, com quatro pontes e um viaduto, com investimentos de R$ 196 milhões e previsão de conclusão no inicio de 2024. Já foram pavimentados cerca de seis quilômetros da estrada.

 

Moradores do Sul da Bahia destacam a importância da obra para o desenvolvimento regional. O operador de turismo e agente imobiliário José Humberto Sá Nery, afirma que “com os novos empreendimentos e investimentos do estadual na região nossas expectativas são grandes, já que a nova estrada vai ampliar as atividades nos setores de turismo e imobiliário”. Para o caminhoneiro Altair Monteiro, “o tráfego intenso na rodovia atual atrasa muito as entregas de mercadorias nas cidades litorâneas, o que será solucionado com a BA 649, facilitando bastante o nosso trabalho”.

Altair Monteiro

A enfermeira Patrícia Cafezeiro, que atua em hospitais de Itabuna e Ilhéus, afirma que “a nova rodovia é sinônimo de desenvolvimento sustentável regional pautado, principalmente, no respeito ao meio ambiente e com visão futura para melhoria de vida da população tanto no quesito da facilidade de locomoção, com mais segurança; no meu caso e de tantas outras pessoas que fazem esse trajeto todos os dias, pois trabalham em uma das cidades e moram na outra, significará redução no gasto com combustível atrelado ao menor tempo na estrada”, diz.

Patrícia Cafezeiro

Para o taxista Ademilson Souza Santos, “a nova rodovia vai se somar a outra obra importante, a Ponte Jorge Amado, a Ilhéus-Pontal, melhorando consideravelmente o fluxo de veículos, beneficiando não apenas Itabuna e Ilhéus, mas todo o Sul da Bahia”.

Já o motorista de transporte coletivo intermunicipal, Marcos Carvalho, destaca que a nova rodovia BA 649 irá desafogar o trânsito e viabilizar as viagens. “Com mais opções de estradas, consequentemente, há de se ter uma redução no fluxo de veículos, uma vez que os automóveis irão se dividir entre as duas rodovias. Desta forma, conseguiremos fazer viagem mais tranquilas e mais seguras”, afirma.

José Humberto Sá Nery

A nova rodovia será complementada com o projeto do semi-anel Norte, entre a localidade de Banco da Vitória e o Distrito Industrial, ambos em Ilhéus, ligando a BA 649 às rodovias Ilhéus-Uruçuca e Ilhéus-Itacaré.

 

(Foto aérea: Zé Drone)

Prefeitura de Ilhéus e Faculdade Santo Agostinho realizam ação de promoção à saúde no Rio do Engenho

Saúde na Comunidade

A Prefeitura de Ilhéus, através da Secretaria de Saúde (Sesau), em parceria com a Faculdade Santo Agostinho, realiza nesta sexta-feira (3) uma ação de promoção à saúde na comunidade do Rio do Engenho. A iniciativa faz parte do projeto ‘Saúde na Comunidade’, ofertado semanalmente pelo Município.

A atividade vai contar com atuação de alunos do curso de Medicina da Faculdade Santo Agostinho. A programação acontece das 9h30 às 13h30 com assistência nas seguintes especialidades: Clínica Médica, Ginecologia, Pediatria e Infectologia.

A expectativa é atender 200 pessoas durante a ação. “Essa parceria público-privada veio para somar ao trabalho que desenvolvemos na zona rural de Ilhéus”, frisou André Cezário, titular da Sesau. O trabalho conta ainda com apoio do Núcleo de Promoção da Saúde dos Povos Tradicionais (ARANTU).

O quê? Saúde na Comunidade – Rio do Engenho.

Quando? sexta-feira, 3 de março de 2023, das 9h30 às 13h30

Ilhéus realiza 2ª edição do Seminário ‘Delas para Elas’; evento acontece na próxima terça-feira (7)

Delas para ElasNo próximo dia 7 de março, Ilhéus vai receber a 2ª edição do seminário “Delas para Elas”. O evento faz parte da programação em alusão ao Dia da Mulher, celebrado neste mês. O encontro será realizado no Hotel Praia do Sol, a partir das 14h. A iniciativa promovida conjuntamente pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Prefeitura de Ilhéus e SEBRAE visa fomentar o empreendedorismo e compartilhar experiências entre grandes lideranças femininas da região e de todo o Brasil.

As inscrições podem ser feitas na sede da CDL de Ilhéus ou no SEBRAE. Para se inscrever, basta levar 2 kg de alimentos não perecíveis. A programação do evento conta com uma exposição de empreendimentos de sucesso nas áreas de artes, estética e gastronomia, uma roda de conversa com empreendedoras e a palestra principal.

“Trata-se de evento direcionado ao empreendedorismo feminino, principalmente para aquelas mulheres empreendedoras que estão quebrando paradigmas no seu próprio tempo e contribuindo para a economia local”, destacou o gerente de Inovação da Prefeitura.

Nesta edição, o seminário traz como um dos destaques a palestra da colunista da revista Época Negócios, Lala Deheinzelin, que está no ranking das 4 tops futuristas da América Latina, além de ser pioneira na área de economia criativa e colaborativa. Conforme a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Inovação (SDE), o empreendedorismo feminino é um instrumento de transformação para muitas mulheres, porque assim elas podem ser independentes, ter o seu próprio sustento e ganhar espaço na sociedade.

Serviço

O quê?  Seminário “Delas para Elas”

Quando? 7 de março (terça-feira) –  Exposição às 14h e Palestra às 18h

Onde? Hotel Praia do Sol

Inscrições – 2 kg de alimentos não perecíveis entregues na sede da CDL de Ilhéus ou no SEBRAE

Saúde na Comunidade: Sesau divulga cronograma de atendimento no mês de março

saúde na comunidade

A Secretaria de Saúde (Sesau) divulgou o cronograma de atendimento do programa ‘Saúde na Comunidade’ para o mês de março. A iniciativa visa descentralizar a assistência em Ilhéus, levando serviços às localidades mais distantes.

Do dia 1º ao dia 13, o programa contemplará as comunidades de São José, Santo Antônio, Juerana, Banco do Pedro, Castelo Novo, Inema, Banco Central, Ponta da Tulha, Couto, Itariri, Aritaguá, Sambaituba, Sol e Mar, Vila Cachoeira, Assentamento Demétrio Costa e Assentamento Ressurreição.

Confira o calendário.

Quarta-feira (01/03)

Locais: São José, Santo Antônio, Juerana, Banco do Pedro e Castelo Novo

Quinta-feira (02/03)

Locais: Juerana e Inema

Sexta-feira (03/03)

Local: São José

Segunda-feira (06/03)

Local: Banco Central

Terça-feira (07/03)

Locais: Ponta da Tulha, Couto e Itariri

Quarta-feira (08/03)

Locais: São José, Santo Antônio, Juerana, Aritaguá e Sambaituba

Quinta-feira (09/03)

Locais: Juerana e Sol e Mar

Sexta-feira (10/03)

Locais: São José e Vila Cachoeira

Segunda-feira (13/03)

Locais: Assentamento Demétrio Costa e Assentamento Ressurreição

Menina de 6 anos é sequestrada, estuprada e morta estrangulada em MS; vizinho confessa crime

Foto da menina foi compartilhada nas redes sociais da escola onde ela estudava.  — Foto: Redes sociais/Reprodução

Foto da menina foi compartilhada nas redes sociais da escola onde ela estudava. — Foto: Redes sociais/Reprodução

Sophia, de apenas 6 anos, foi morta estrangulada após ser estuprada e sequestrada por um vizinho, de 18 anos, em Douradina (MS)O corpo da vítima foi encontrado, neste sábado (25), na área rural da cidade. À polícia, o suspeito confessou o crime e foi preso em flagrante.

Ao g1, o delegado responsável pelo caso, Mateus Rocha Rodrigues Alves, esclareceu que o suspeito foi preso após várias testemunhas apontá-lo como a última pessoa ser vista na região onde Sophia morava. A menina morava com a tia.

Conforme as investigações, a polícia chegou ao suspeito após a denúncia do sequestro de Sophia e um furto de uma motocicleta na região onde a menina morava. Para os policiais, a responsável pela criança apontou o vizinho como possível suspeito.

“Conversamos com a tia da menina. Ela disse que o vizinho seria o suspeito de sequestrar a sobrinha, já que testemunhas disseram que ele foi o único visto na rua no momento em que a menina sumiu”, relatou o delegado adjunto da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário de Dourados (Depac), onde o caso foi registrado.

 

Corpo da menina foi encontrado próximo a plantação de soja, em Douradina.  — Foto: PCMS/Reprodução

Corpo da menina foi encontrado próximo a plantação de soja, em Douradina. — Foto: PCMS/Reprodução

Após os primeiros relatos, a polícia saiu em busca da menina e do suspeito. Era por volta das 1h deste sábado, quando os oficiais avistaram o rapaz saindo de uma área de vegetação. Questionado, o suspeito respondeu que estava “brincando de esconde-esconde com amigos”, comentou o delegado.

Foi então que o rapaz foi levado na situação de suspeito para a Depac de Dourados, cidade vizinha à Douradina. Na delegacia, o jovem, de 18 anos, confessou o furto da moto, o sequestro, estupro e assassinato de Sophia.

“O rapaz roubou a moto. Depois, ao voltar para casa, vu a criança na calçada, a pegou no colo e a levou para uma plantação de soja. Lá amarrou a menina com as mãos para trás, abusou dela sexualmente e depois, com as roupas da menina a enforcou até que ela ficasse inconsciente”, diz o delegado.

 

O corpo de Sophia passa por exame necroscópico para para comprovar as agressões e a violência sexual. O suspeito, conforme a policia, deverá responder por homicídio qualificado, estupro de vulnerável e roubo.

Luto

 

Escola lamentou a morte da menina nas redes sociais.  — Foto: Redes sociais/Reprodução

Escola lamentou a morte da menina nas redes sociais. — Foto: Redes sociais/Reprodução

Nas redes sociais, a escola onde Sophia estudava publicou uma foto da menina e externaram luto.

“A escola lamenta profundamente a morte da nossa ex-aluna Sophia. Estamos sem palavras! Que Deus conforte a família”, escreveram na postagem.

Brasil começa a aplicar vacina bivalente contra covid-19. Saiba aqui quem pode tomar

Começa a ser aplicada hoje (27) em todo o país a vacina bivalente contra a covid-19. De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina melhora a imunidade contra o vírus da cepa original e também contra a variante Ômicron e tem perfil de segurança e eficácia semelhante ao das vacinas monovalentes.

“A vacina monovalente, como o próprio nome diz, tem um tipo só do vírus que causa a covid. Ela foi originalmente desenhada com aquele chamado vírus ancestral, o primeiro que apareceu na China no fim de 2019. Então, todas as vacinas que a gente tinha e usou até agora eram monovalentes, independentemente do laboratório fabricante”, explicou o diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações, Juarez Cunha.

Inicialmente, a vacina será aplicada somente nos chamados grupos de risco. Conforme divisão anunciada pelo ministério, a imunização será feita da seguinte forma: na fase 1, pessoas acima de 70 anos, imunocomprometidos, indígenas, ribeirinhos e quilombolas; na fase 2, pessoas com idade entre 60 e 69 anos; na fase 3, gestantes e puérperas; e na fase 4, profissionais de saúde.

“Essas populações, do que a gente tem nesses três anos de pandemia, são as pessoas que mais sofreram e mais sofrem com a doença. É importante termos um planejamento porque não tem vacina suficiente para incluir toda a população com a bivalente. A tendência é que, com o passar do tempo, a gente vá aumentando os grupos que vão receber.”

No Brasil, duas vacinas bivalentes, ambas produzidas pelo laboratório Pfizer, receberam autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso emergencial. Elas são indicadas como dose única de reforço para crianças e adultos, após dois meses da conclusão do esquema vacinal primário, ou como última dose de reforço.

“Para quem é recomendada a bivalente? Só como reforço. Para pessoas que foram plenamente vacinadas com o esquema primário que, em geral, são duas doses ou dose única. Mesmo para aquelas que já fizeram a terceira e a quarta doses, dois reforços”, disse Juarez. “Essas pessoas que têm essa vacinação já feita, desde que tenham se passado quatro meses da última dose, podem receber a bivalente.”

O ministério reforça que as vacinas monovalentes contra a covid-19 seguem disponíveis em unidades básicas de Saúde (UBS) para a população em geral e são classificadas como “altamente eficazes contra a doença”, garantindo grau elevado de imunidade e evitando casos leves, graves e óbitos pela doença.

“A aplicação da bivalente não significa que as vacinas monovalentes não continuam protegendo. Elas continuam protegendo, mesmo para a variante Ômicron, mas, claro, tendo a possibilidade de uma vacina desenhada mais especificamente para a variante circulante, a tendência é termos melhor resposta.”

Inscrições para primeira seleção de 2023 do Prouni começam terça-feira, 28

Inscrições para primeira seleção de 2023 do Prouni começam terça-feira

Programa oferece mais de 288 mil bolsas de estudo nesta ediç

As inscrições para a primeira seleção de 2023 do Programa Universidade para Todos (Prouni) começam na próxima terça-feira (28) e vão até 3 de março. Serão ofertadas 288.112 bolsas, das quais, 209.758 integrais e 78.354 parciais. O resultado da primeira chamada está previsto para 7 de março.

O Ministério da Educação (MEC) publicou todas as informações sobre as vagas disponíveis para que os interessados em disputar uma bolsa possam consultar, com antecedência, as opções ofertadas para todo o país. De acordo com o MEC, são 14.346 cursos de graduação de 995 instituições privadas de ensino superior em todos os estados e no Distrito Federal.

A consulta está disponível na página do Prouni, no Portal Único de Acesso ao Ensino Superior. A busca pode ser realizada por tipo de bolsa (integral e parcial), modalidade (presencial e a distância), curso, turno, instituição e localidade do campus. Os estados com maior número de bolsas ofertadas são São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Rio de Janeiro.

Quem fez as provas de 2022 ou de 2021 do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) pode participar do Prouni – considera-se a edição em que o estudante tiver obtido a melhor média de notas. É necessário atingir, no mínimo, 450 pontos na média das notas e ter nota acima de zero na redação. Outra exigência é não ter participado do Enem na condição de treineiro.

Para obter uma bolsa integral, o candidato deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até um salário mínimo e meio; e para a bolsa parcial (50%), a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa da família.

Requisitos

O Prouni é um programa de acesso ao ensino superior que oferece bolsas de estudo integrais e parciais em instituições particulares de ensino superior para aqueles que nunca concluíram um curso de graduação.



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