A vítima foi Helen Gonçalves Ferreira. Ela foi morta a tiros na frente da casa onde morava, na Rua Circular 5, no bairro Miro Cairo. Conforme a polícia, no entanto, a irmã dela seria o alvo.
O adolescente apreendido, que não teve idade divulgada, teria agido a mando de um traficante da região, conhecido como “Amendoim”.
De acordo com a polícia, “Amendoim” teria mandado matar a irmã de Helen por conta de dívidas com drogas.
O adolescente apreendido, segundo a investigação, passou em frente à casa da vítima no dia do crime, viu que o alvo estava na residência e, depois, retornou usando uma máscara de palhaço.
Na segunda vez que voltou ao imóvel, no entanto, a irmã de Helen não foi mais encontrada e, então, o suspeito atirou na adolescente.
A polícia informou que, após a apreensão do suspeito, familiares da jovem morta foram até a delegacia da cidade e o reconheceram como sendo autor dos disparos.
A polícia informou que o adolescente já tem passagens por tráfico, roubo e homicídio. O teor do depoimento do suspeito não foi divulgado pela polícia. O caso segue sob investigação.



















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Herwton Assis Santos, 41 anos, foi morto na noite desta sexta-feira (15), em Camacan. O crime aconteceu por volta das 18h30 na avenida dos Pioneiros, no bairro Joana Angélica. A vítima, conhecida como Binho Carecão, pilotava uma moto Biz quando foi alvejada por indivíduos que chegaram em um carro e efetuaram vários disparos de arma ponto 40.



“São equipamentos para que nossos agentes penitenciários possam trabalhar com toda a segurança possível, com o orgulho de estar servindo dentro da secretaria, seja atuando mais diretamente, fazendo a segurança dos perímetros das unidades prisionais, ou trabalhando nas áreas de inteligência. Além disso, estamos entregando viaturas para facilitar nos casos em que precisamos fazer o deslocamento de presos para audiências em fóruns, quando há exigência de um juiz”, explicou o titular da Seap, Nestor Duarte.
(Agencia Brasil)- A necessidade de esclarecer os possíveis mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes manterá a cobrança sobre a Polícia Civil e o Ministério Público fluminense. O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ), com quem Marielle trabalhou, destacou que ainda é preciso revelar a motivação do crime.