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:: ‘Ilhéus’

Músico de 25 anos é assassinado com tiros na cabeça em Vitória da Conquista

O músico e produtor musical Jefferson Santos, de 25 anos, apelidado de Feijão, foi morto a tiros na noite desta terça-feira (6), na cidade de Vitória da Conquista. De acordo com o Blog do Anderson, o músico foi assassinado por criminosos por volta das 18h, na rua onde morava, no bairro Zabelê, onde a 78ª Companhia Independente de Polícia Militar registrou o assassinato de outro homem, ás 20h50.
Não há informações sobre as circunstâncias do crime, que vitimou Jefferson, músico que já integrou diversas bandas na região Sudoeste e foi alvejado na cabeça.

Pensão por morte vai ser automática a partir de maio, diz INSS

A concessão automática da pensão por morte será o mais novo serviço do INSS fornecido totalmente pela internet. O sistema estará disponível aos segurados partir de maio, prevê o diretor de benefícios, Alessandro Ribeiro. Atualmente, podem ser automáticas as liberações das aposentadorias por idade e por tempo de contribuição, além do salário-maternidade. “A ideia é que todos os serviços do INSS possam ser concedidos automaticamente até o final do ano que vem”, afirma Ribeiro.

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Após determinação judicial, esposa e sobrinho do prefeito de Itabuna são exonerados das secretarias

Foi publicado no Diário Oficial do Município desta quarta-feira (7) a exoneração da secretária de assistência social de Itabuna, Sandra Neilma Ramos Costa, e do secretário de administração, Dinailson Nascimento de Oliveira, Son Gomes.
Sandra Neilma é esposa do prefeito Fernando Gomes, e Dinailson Gomes, sobrinho. Ambos foram exonerados após uma determinação do Juíz da I Vara da Fazenda Pública Dr. Wlisses Maynard Salgado.

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Adolescente é apreendido após ser flagrado dirigindo caminhão em rodovia na Bahia

Adolescente foi apreendido após ser flagrado dirigindo caminhão em rodovia na Bahia (Foto: Divulgação/PRF)Adolescente foi apreendido após ser flagrado dirigindo caminhão em rodovia na Bahia (Foto: Divulgação/PRF)

Adolescente foi apreendido após ser flagrado dirigindo caminhão em rodovia na Bahia (Foto: Divulgação/PRF)

Um adolescente de 16 anos foi apreendido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) após ser flagrado dirigindo um caminhão que transportava 3.500 litros álcool sem nota fiscal. De acordo com a PRF, o veículo de carga foi abordado pela polícia na tarde de terça-feira (6), quando transitava pela BR-324, no trecho da cidade de Simões Filho, região metropolitana de Salvador.

Conforme disse a PRF, o adolescente foi abordado durante uma fiscalização na rodovia. Na ocasião, os policiais que participavam da ação solicitaram a documentação do condutor e constataram que ele é adolescente.

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Especial Dia da Mulher:’É muito difícil um homicídio contra uma mulher não se configurar como feminicídio’, diz promotora; BA tem 474 mortes em 2017


Por Danutta Rodrigues, G1 BA

 

Pesquisadora Clara Flores fala sobre o que é feminicídio, segundo o código penal

Pesquisadora Clara Flores fala sobre o que é feminicídio, segundo o código penal

Em 2017, 474 homicídios contra mulheres foram registrados na Bahia, segundo dados da ouvidoria geral da Secretaria de Segurança pública do estado. Desses, 74 são feminicídios. [No vídeo acima, saiba mais sobre a lei]

Sob a ótica da promotora do Ministério Público da Bahia, Livia Vaz, e da pesquisadora Clara Flores Seixas, o G1 destaca dificuldades no entendimento adequado da lei e problemas em obter números precisos da morte de mulheres pela condição de gênero.

Promotora do Ministério Público, Livia Vaz (Foto: Divulgação/MP-BA)Promotora do Ministério Público, Livia Vaz (Foto: Divulgação/MP-BA)

Promotora do Ministério Público, Livia Vaz (Foto: Divulgação/MP-BA)

Promotora Lívia Vaz

*Livia Vaz é coordenadora do Grupo de Atuação Especial em Defesa da Mulher e População LGBT – GEDEM

“É muito difícil um homicídio contra uma mulher não se configurar como feminicídio. Não é só em relação à violência doméstica familiar. Também se considera feminicídio quando o crime envolve o menosprezo à mulher”, Lívia Vaz.

“Muitas vezes não é um crime que ocorre dentro da convivência familiar. Quando ela é estuprada e morta, por exemplo. Muitos casos chegam na delegacia e não são enquadrados como feminicídio”.

“O acréscimo do feminicídio de mulheres negras beirou a quase 54%. Isso revela que nós temos, para além de questão de gênero, uma questão racial, como uma vulnerabilidade sobreposta para as mulheres negras. Além do machismo, sexismo e desigualdade, tem o racismo.

“Os dados têm quem levar em consideração a questão qualitativa. No momento de se divulgar, não se faz a perspectiva de raça e isso dificulta a avaliação. Nós precisamos de políticas públicas específicas para as mulheres negras”.

“Ainda não há uma legislação específica para o transfeminicídio. Mas, apesar da lei não falar expressamente, se você entende a condição de mulher, a identificação como mulher, independentemente da cirurgia de redesignação sexual ou mudança do nome social, a mulher trans e travesti deve ser protegida pela Lei Maria da Penha e pelo sistema de Justiça”

“Apesar da lei que trouxe a qualificação do feminicídio ser nova, de março de 2015, não justifica mais não estarmos atentos às especificidades do crime de feminicídio, que o homicídio que ocorre contra a mulher na condição de ser do gênero feminino. Infelizmente, esses equívocos em não enquadrar o crime como feminicídio mostra uma violência institucional em relação à mulher”

“Quando a Polícia Civil não tipifica o feminicídio e remete ao Ministério Público, é muito possível que o MP discorde e inclua a tipificação do feminicídio. É difícil romper essa desigualdade de gênero e violência que também são tão reproduzidas nas instituições. É a violência invisível”

“A violência invisível é uma série de atos e comportamentos que são reproduzidos diariamente. A chantagem emocional, o menosprezo à mulher, uma série de comportamentos considerados naturais. Ainda é muito difícil que a sociedade e as instituições entendam certas violências contra a mulher que são essas situações de menosprezo”.

Pesquisadora Clara Flores (Foto: Danutta Rodrigues/G1)Pesquisadora Clara Flores (Foto: Danutta Rodrigues/G1)

Pesquisadora Clara Flores (Foto: Danutta Rodrigues/G1)

Pesquisadora Clara Flore

*Clara Flores é mestra em ciências sociais pela UFBA e autora da tese “Do pensamento feminista ao código penal: O processo de criação da lei do feminicídio no Brasil”

“A mulher não morre por ser mulher só porque ela tem uma vagina. Existe uma construção social que subalterniza a mulher, que coloca ela no lugar de objeto, que dá aos homens essa capacidade de exercer o poder sobre as mulheres”

“Então, não é uma questão biológica. Se ela é vista como uma mulher na sociedade, não tem porque não compreender como feminicídio. Além do que, como uma mulher trans, tem o cruzamento de várias maneiras de opressão. O ódio sobre aquela mulher muitas vezes é maior, é mais intensificado”

“Se uma mulher foi morta, a polícia tem que partir sempre da hipótese do feminicídio, mesmo que não tenham evidências no primeiro olhar. Só que na prática é exatamente o contrário que acontece. A tendência é enquadrar só nos casos de violência doméstica”

“O feminicídio é uma forma extrema de violência de gênero, que resulta na morte da mulher. A importância de se criar uma tipificação própria é justamente para diferenciar dos demais homicídios, dizer que as mulheres estão morrendo em um contexto muito diferente do que os homens morrem. Elas morrem muitas vezes em casa, ou, mesmo que na rua, nesse contexto de que o machismo e o patriarcado exercem influência para que essas mortes ocorram”

“Se você olhar os dados de assassinatos de mulheres e comparar com o de homens, óbvio que vai ser um número muito menor. Mas, existe, de fato, uma curva ascendente do feminicídio, no nosso caso, as mulheres estão morrendo em casa”

“Esse fenômeno das mulheres serem mortas por serem mulheres está na fundação dessa nação Brasil, que se constitui em um processo colonizador, que estupra, que mata as mulheres, que estupra as mulheres negras. Algumas autoras latino-americanas estudam sobre isso, de como o processo de colonização foi um processo que atuou diretamente no corpo das mulheres”

“No momento em que a gente dá uma categoria própria [o feminicídio], a gente volta o olhar e a gente lança luz sobre os aspectos e problemas que até então não eram vistos. As mulheres estavam morrendo e continuavam morrendo, mas ninguém olhava para isso como uma expressão da violência de gênero, como expressão da desigualdade entre homens e mulheres. Então, no momento em que você dá nome, é uma maneira de visibilizar”

“O objetivo é mudar a abordagem desses crimes, tanto no direito, nas sentenças, mas também na mídia. Mais do que um combate mais direto, todo esse movimento que se criou, das pessoas falarem sobre feminicídio, de ir para os jornais como feminicídio, colocar na ordem do dia é uma das coisas mais importantes dessa lei”

‘Ela morreu só na mente dos outros…tenho ela viva ainda’, diz pai de grávida baleada pelo marido dois dias antes do parto na BA


Por Danutta Rodrigues, G1 BA

 

Daiane Reis Mota foi assassinada pelo marido em dezembro de 2017 (Foto: Arquivo pessoal)Daiane Reis Mota foi assassinada pelo marido em dezembro de 2017 (Foto: Arquivo pessoal)

Daiane Reis Mota foi assassinada pelo marido em dezembro de 2017 (Foto: Arquivo pessoal)

As horas de dor e angústia à busca da filha desaparecida às vésperas do parto ainda estão latentes na voz do comerciante Rubem Oliveira Mota, de 56 anos.

A esperança de encontrar a filha viva deu lugar à luta por justiça quando o corpo foi achado no dia 17 de dezembro de 2017. A jovem Daiane Reis Mota, de 25 anos, foi assassinada com um tiro na nuca pelo marido, Adilson Prado Lima Júnior. Ele ainda ajudou a família a procurar a vítima após o suposto sumiço.

O caso da jovem de Serrinha, cidade a 180 quilômetros de Salvador, é um dos 74 feminicídios registrados na Bahia em 2017, segundo dados da Ouvidoria Geral de Polícia da Secretaria de Segurança Pública do estado. As narrativas alegadas pelos acusados dos crimes, como o ciúme, se repetem e tentam esconder a principal motivação: a condição de ser mulher.

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Governo do Estado anuncia mais de R$ 900 mil para Agricultura Familiar do Sertão do São Francisco

O Governo do Estado, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), anunciou investimentos de R$ 902,4 mil para a agricultura familiar do Território de Identidade Sertão do São Francisco, no município de Juazeiro.

Dois convênios do projeto Pró-Semiárido foram assinados, na terça-feira (6), com a Associação Cultural e Artística de Radiofusão Comunitária Sertaneja e a Associação de Mulheres Produtoras de Doces e Massas de Laginha. Por meio do projeto Bahia Produtiva, com a Associação Comunitária Agropastoril de Cachoeirinha.

O setor já havia sido beneficiado, com o lançamento pelo governador Rui Costa, no final do mês de fevereiro deste ano, de dois editais do Programa Bahia Produtiva, que somam R$ 80 milhões em apoio à agricultura familiar – o Edital Alianças Produtivas Territoriais, que  vai investir R$ 60 milhões em 30 projetos, e o Edital Qualificação de Agroindústrias da Agricultura Familiar, que beneficiará 40 projetos e contará com um aporte de R$ 20 milhões. As inscrições para os editais, inclusive, já podem ser feitas pelo site da Secretaria de Desenvolvimento Rural do Estado (www.srd.ba.gov.br).

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Inscrições estão abertas para eleição do Conselho Estadual de Comunicação

Estão abertas até o dia 7 de abril as inscrições para a eleição do Conselho Estadual de Comunicação. O edital de convocação para a eleição das entidades representantes da sociedade civil visando à composição do Conselho foi publicado nesta quarta-feira (7) pela Secretaria de Comunicação Social do Estado da Bahia (Secom), no Diário Oficial do Estado.

Para votar na entidade de sua preferência, o eleitor, pessoa física representante da sociedade civil, deverá possuir vinculação com algum dos segmentos previstos no inciso III, do art. 41 da Lei nº 12.212/2011 e preencher o requerimento de inscrição por meio de formulário disponível no site. O procedimento é o mesmo para entidades da sociedade civil interessadas em se habilitarem como candidatas no Conselho.

A reunião para a eleição do Conselho ocorrerá no dia 26 de abril, entre 9 e 17 horas, no auditório da Casa Civil, no subsolo da Governadoria, no Centro Administrativo da Bahia. O resultado da eleição será publicado pela Comissão Eleitoral no site da Secom no dia 24 de abril. Os conselheiros titulares e suplentes serão nomeados pelo Governador do Estado e tomarão posse na primeira reunião do Colegiado.

O mandato dos conselheiros e respectivos suplentes será de dois anos, permitida uma recondução por igual período. As atribuições dos membros constam no Regimento Interno do Conselho de Comunicação Social da Bahia, aprovado pelo Decreto Estadual nº 14.117/2012, e disponível no site da Secom. Mais informações podem ser obtidas na Assessoria de Políticas Públicas da Secretaria de Comunicação Social, através do telefone (71) 3115-6025.

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Ilhéus realiza encontro de carros antigos, motos, aeromodelismo e miniaturas


Voto impresso é “inegável retrocesso” das eleições, afirma TSE

 

Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil

Em parecer encaminhado nesta semana ao Supremo Tribunal Federal (STF), o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) enumera diversos riscos e empecilhos à adoção do voto impresso como meio para garantir idoneidade ao processo eleitoral, concluindo que o método representa “inegável retrocesso no processo de apuração das eleições”.

A manifestação, assinada assessora jurídica do TSE Izabella Belusio dos Santos, atende a um pedido de informações feito pelo ministro do STF Gilmar Mendes, que é o relator de uma ação direita de inconstitucionalidade (ADI) na qual a procuradora-geral da República, Raquel Dodge, pede ao Supremo que impeça, com decisão liminar (provisória) urgente, a impressão do voto.

Dodge quer que o trecho da Lei 13.165/2015, que determina o voto impresso em 100% das urnas neste ano, seja considerado inconstitucional, entre outras razões devido à impossibilidade de aplicação da medida sem que se comprometa o sigilo do voto, uma cláusula pétrea da Constituição. A legislação foi aprovada em 2015 pelo Congresso Nacional como uma espécie de minirreforma eleitoral. Em seu parecer, o TSE reforça a argumentação da PGR.

De acordo com o Corte Eleitoral, o voto impresso hoje em desenvolvimento não traz nenhuma informação sobre o eleitor, mas este poderia ser identificado, por exemplo, pela combinação de seus diferentes votos em presidente, governador e parlamentares, uma vez que todas essas escolhas constariam em um só documento.

“A reunião de todas as escolhas do eleitor em um único documento impresso facilita a identificação e quebra do segredo constitucional do voto”, diz a peça enviada pelo TSE.

Outro argumento levantado pela PGR e reforçado pelo TSE decorre da previsão, na lei, de que a votação só estará concluída após a verificação, pelo eleitor, se o que está impresso no papel corresponde ao que aparece na tela da urna eletrônica. Isso, segundo a Justiça Eleitoral, comprometerá o sigilo do voto de cegos e analfabetos, por exemplo, pois essas pessoas necessitarão de auxílio para realizar a conferência.

Entre outros argumentos, o TSE cita a omissão da lei no que se refere ao uso do voto impresso como meio de auditar o resultado das eleições.

“Se houver discrepância entre o resultado eletrônico e o obtido a partir da contagem dos votos, qual deverá prevalecer? Ou nenhum prevalecerá e a urna deverá ser anulada, convocando-se, se for o caso, eleição suplementar?”, indaga o TSE. “Tais perguntas não encontram resposta na legislação eleitoral”.

Compra de impressoras

Enquanto o STF não julga a questão, o TSE continua a tomar medidas para implementar a impressão dos votos no pleito deste ano em ao menos 5% das cerca de 600 mil urnas eletrônicas.

Nesta terça-feira, a corte eleitoral abriu uma segunda licitação para compra de 30 mil conjuntos de impressão, após os vencedores do primeiro certame terem sido desclassificados por questões técnicas. Para o TSE, a situação evidencia “uma clara limitação do mercado para conseguir fabricar os modelos de impressão de voto em tempo hábil para as Eleições 2018”.

Ministro fará entrega do Residencial Cachoeira nesta sexta-feira

Ministro da Cidades, Alexandre Baldy

Ministro da Cidades, Alexandre Baldy

A solenidade de entrega dos 600 apartamentos do Conjunto Residencial Rio Cachoeira, em Ilhéus, vai contar com a presença do ministro da Cidades, Alexandre Baldy, e do presidente da Caixa, Gilberto Occhi. Será nesta sexta-feira (9), às 15 horas, no bairro do Banco da Vitória, de acordo com ofício encaminhado ao prefeito de Ilhéus, Mário Alexandre. O Residencial Rio Cachoeira foi construído ao lado do Hospital Regional Costa do Cacau. Os contratos dos beneficiados foram assinados no último dia 3.

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Preso o Monstro: Homem é preso por estuprar três sobrinhas; uma delas está grávida

Um homem acusado de estuprar três sobrinhas e engravidar a mais velha delas foi preso nesta segunda-feira (5). Identificado como Climério Manoel dos Santos, de 50 anos, ele violentava sexualmente as garotas desde quando elas tinham 8, 10 e 12 anos.

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