
Febraban aponta que análise do USTR é fruto de “informações incompletas” sobre objetivos e funcionamento da ferramenta; entidade tem “boa expectativa” sobre audiência pública
João Nakamura, da CNN Brasil, em São Paulo



A Febraban (Federação Brasileira de Bancos) saiu em defesa do Pix após as conclusões da investigação comercial dos Estados Unidos sobre “práticas desleais” por parte do Brasil.
A entidade ressalta que a ferramenta desenvolvida pelo BC (Banco Central) é uma “infraestrutura de pagamento, e não um produto comercial, que favorece a competição e o bom funcionamento do sistema de pagamentos e consequentemente da atividade econômica”.
“Trata-se de um modelo aberto e não discriminatório, com participação de bancos, fintechs, instituições financeiras nacionais e estrangeiras. Não há qualquer restrição à entrada de novos participantes, de qualquer porte ou segmento da indústria financeira, desde que operem no mercado nacional, já que é um sistema de pagamentos local e em reais, a moeda brasileira”, ressalta a nota desta terça-feira (2).