:: 18/set/2017 . 8:59
Revista “Time” publica trabalho da fotógrafa residente em Itacaré
Amanda Oliveira | Portal I´Mídia
É muito bom ver o trabalho de gente nossa ser reconhecido mundialmente. Foi o que aconteceu com Luisa Dörr, fotógrafa gaúcha de 28 anos que vive e trabalha em Itacaré, Bahia.
A diretora de fotografia da Revista Time, Kira Polack, conheceu a seriedade do trabalho de Dörr no Instagram, onde a brasileira tem mais de 70 mil seguidores.
Rui autoriza obras na BA-210 e anuncia construção de Unidade de Oncologia no norte do estado
Para reforçar as áreas de infraestrutura, saúde e da agricultura familiar em Sento Sé, no norte do estado, o governador Rui Costa autorizou, na manhã neste sábado (16), no município, a licitação no valor de mais de R$ 15 milhões para restauração de 48 quilômetros da Rodovia BA-210, no trecho que liga Piçarrão a Piri e Quixaba. A obra de restauração e pavimentação vai beneficiar cerca de 280 mil habitantes, entre Sento Sé, Sobradinho e Juazeiro.Na ocasião, ele anunciou a construção de uma Unidade de Oncologia (Unacon) da região,
inaugurou uma Unidade Básica de Saúde (UBS), entregou 519 certificados do Cadastro Ambiental Rural (CAR) a produtores rurais e assinou convênios no âmbito do Programa Bahia Produtiva e Pró-Semiárido.
‘Ajayô’: Filhos de Gandhy e Carlinhos Brown estreiam projeto Concha Negra
O bom humor dos personagens Mainha e Junior, do grupo ‘Frases de Mainha’, deu ao público da Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador, as boas-vindas ao projeto Concha Negra, que estreou no fim da tarde de domingo (17). Depois dos humoristas e ao som da percussão e de um sonoro ‘Ajayô’, subiu ao palco o Afoxé Filhos de Gandhy, abrindo a programação musical e trazendo como convidado o cantor Carlinhos Brown. Muitos sucessos do Gandhy e do artista fizeram a festa da consagração da cultura afro e dos blocos de matrizes africanas, reafirmando a história de resistência desses grupos fora da época de Carnaval.
Iniciativa do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Cultura do Estado (Secult), e em parceria com a Secretaria de Promoção da Igualdade Racial (Sepromi), a ideia do projeto é dar visibilidade a esses blocos, que são patrimônio cultural da Bahia e parte da identidade do povo baiano. Para isso, os grupos são remunerados pelo estado e também recolhem a bilheteria de cada um dos eventos.














