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:: 23/ago/2017 . 10:15

Itacaré realiza dia 29 a Conferência Municipal de Assistência Social

 

O Conselho Municipal de Assistência Social e a Secretaria de

Desenvolvimento Social da Prefeitura de Itacaré estará realizando na próxima

terça-feira, às 9 horas da manhã, no Clube Pirajá, Conferência Municipal de

Assistência Social, que terá como tema “Garantia de direitos no fortalecimento

do Sistema Único de Assistência Social – SUAS”. O encontro é aberto a todas

as pessoas da comunidade interessadas em conhecer mais os programas e

discutir as políticas públicas na área de assistência social.

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SP registra 1 Feminicídio a cada  4 dias; 63% das vítimas morrem em casa

rodução
Claudia Zerati, Mizaelly Mirelly, Nathalia Aparecida e Celina Moura, mortas nos últimos dias em SP
Claudia Zerati, Mizaelly Mirelly, Nathalia Aparecida e Celina Moura, mortas nos últimos dias em SP

O Estado de São Paulo registra um caso de feminicídio a cada quatro dias, mostram dados da Secretaria da Segurança Pública obtidos pela Folha por meio da Lei de Acesso à Informação.

Os números se referem aos boletins de ocorrência do primeiro semestre de 2017, quando foram notificadas 46 ocorrências, e mostram um retrato inédito da implementação da legislação no Estado.

Sancionada em 2015, a lei federal que define o feminicídio transformou em hediondo o assassinato de mulheres motivado justamente por sua condição de mulher. Ela aumenta a pena por homicídio, que é de 6 a 20 anos de prisão, para 12 a 30 anos.

Os dados sobre esse tipo de crime vêm à tona após uma sequência de assassinatos de mulheres no Estado –nos últimos dois dias, ocorreram ao menos quatro casos.

O registro das mortes de mulheres como feminicídio no boletim de ocorrência depende do entendimento da polícia sobre as circunstâncias de cada um dos crimes.

Enquadram-se na lei os homicídios em que as circunstâncias envolvem “violência doméstica e familiar” e “menosprezo ou discriminação à condição da mulher”.

De janeiro de 2015 a junho de 2017, foram classificados dessa forma 142 casos no Estado de São Paulo. Se forem considerados também os casos de tentativa, em que o agressor não conseguiu matar a mulher, o número de registros salta para 417.

Entre as mortes consumadas, a maioria das vítimas tinha entre 18 e 25 anos ou estava na casa dos 30 anos, e mais da metade era branca.

A residência foi o local de morte de 63% dessas mulheres, dado que é coerente com o de outros levantamentos. “Embora os homens sejam maioria entre os casos de homicídio, são elas que vivem maior risco dentro de casa, onde deveriam estar protegidas”, diz Sinara Gumieri, advogada e pesquisadora do Anis – Instituto de Bioética, que faz estudos sobre o tema.

Em relação à localização no Estado, os dados da Secretaria da Segurança Pública da gestão Geraldo Alckmin (PSDB) mostram que a Grande São Paulo foi a região que teve mais registros desde 2015: 40, superando a capital, que teve um total de 27.

SÓ POR SER MULHER

*Dados calculados a partir do total de 142 casos consumados no período (jan.2015 a jun.2017)

RETRATO NACIONAL

Tudo indica que, no país como um todo, o quadro do feminicídio é ainda pior. Uma pesquisa do Ipea que estimou o número de ocorrências com base nos registros de saúde de 2009 a 2011 indicou que São Paulo tinha a terceira menor taxa do Brasil –3,2 a cada 100 mil mulheres, contra 11,2 do Espírito Santo, que lidera o ranking nacional.

Ainda assim, o retrato fornecido pelo governo paulista, de um feminicídio a cada quatro dias, é aterrador para a representante da ONU Mulheres no país, Nadine Gasman.

“É um número enorme”, diz. “Sofrer violência é uma preocupação cotidiana das mulheres brasileiras. Elas têm medo de sair na rua e medo dos parceiros.”

A situação seria inaceitável mesmo se só tivesse ocorrido um caso, afirma Maria Laura Canineu, diretora do escritório no Brasil da Humans Rights Watch. “Não deveria nunca se aceitar que uma mulher seja vítima de uma violência fatal”, diz.

“São crimes que ocorrem em todas as classes socioeconômicas, em todas as idades e em todas as cores. Entre os casos recentes de São Paulo, há o de uma juíza e o de uma moradora da periferia.”

GOMES

Vereador Fabrício Nascimento visitou importante Projeto de Saúde para nossa região


O Vereador Fabricio Nascimento visitou no último dia 18/08, junto com a Secretária de Saúde do Municipio de Ilhéus mais um programa desenvolvido pelo governo do estado em parceria com o governo municipal. O Vereador salientou a importância desse Projeto em nossa cidade. ” Importante ter um projeto dessa magnitude em nossa cidade, aja vista que muitas mães e mulheres necessitam de instrucão e desses exames para o combate do Câncer de Mama em nossa cidade” Disse o nobre edil.

O Programa Estadual de Rastreamento do Câncer de Mama é uma estratégia itinerante que visa à prevenção, a detecção precoce e o tratamento da doença em todo o estado da Bahia. O Programa consiste na realização de mamografias e, caso sejam detectadas alterações, são realizados exames complementares. Para as mulheres com diagnóstico positivo da doença, é feito o encaminhamento para a unidade de Alta Complexidade em Oncologia mais próxima da sua região, onde será feito o tratamento cirúrgico, quimioterápico e/ou radioterápico. O público-alvo do Programa é de mulheres de 50 a 69 anos, faixa etária considerada de risco para a doença.

No período de 2011 a 2014, o programa percorreu 280 municípios de 17 Regiões de Saúde e foram realizadas mais de 220 mil mamografias, além de ações de mobilização. No ciclo 2015-2016, foram 14 Regiões de Saúde contempladas, com 183 municípios atendidos e mais de 170 mil mamografias bilaterais realizadas, além de outras ações pontuais de mobilização e em parceria com Pacto pela Vida.

Com informações do Blog IlheusPolitica 

Vereador Fabrício Nascimento solicita asfaltamento da Ladeira do Hospital São José

O Vereador atuante Fabrício Nascimento solicitou ao Poder Executivo com carater de urgência o asfaltamento ou a reforma da Ladeira do São José, visto que ali o fluxo de carros meio que duplicou ao longo dos anos e a estrutura feita anteriormente não suporta mais tanto movimento de carros e ambulâncias. 

A indicação de número 984/2017 (18 de Julho), tem como principal ponto a melhoria do local para usuários do Hospital e moradores daquela localidade. “A ladeira encontra-se toda esburacada, com o calçamento todo irregular por toda a sua extensão e assim vem provocando muito desconforto, principalmente aos doentes que passam diariamente no local, muitos dos usuários da ladeira sofrem com dores agudas e sofrem com a má conservação da ladeira”. Disse o  vereador. Que ainda fez outro questionamento dizendo que os idosos, parturientes e os demais enfermos seguem tendo muitas dificuldades para terem acesso aos primeiros atendimentos naquele hospital. De pronto o secretário já esteve no local juntamente com o vereador e em breve as obras terão inicio.

Com informações do Blog IlheusPolitica



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