{"id":11711,"date":"2018-01-09T17:15:51","date_gmt":"2018-01-09T20:15:51","guid":{"rendered":"http:\/\/www.ilheusnoticias.net.br\/v1\/?p=11711"},"modified":"2018-01-09T17:15:51","modified_gmt":"2018-01-09T20:15:51","slug":"governo-defende-decreto-de-indulto-natalino-no-stf","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.ilheusnoticias.net.br\/v1\/2018\/01\/09\/governo-defende-decreto-de-indulto-natalino-no-stf\/","title":{"rendered":"Governo defende decreto de indulto natalino no STF"},"content":{"rendered":"<div id=\"content-header\">\n<h1 class=\"title\"><\/h1>\n<\/div>\n<div id=\"content-area\">\n<div class=\"region region-content\">\n<div id=\"block-system-main\" class=\"block block-system block-odd clearfix\">\n<div class=\"content\">\n<article id=\"node-1104182\" class=\"node node-noticia node-odd\">\n<div class=\"content\">\n<p>A Advocacia-Geral da Uni\u00e3o (AGU) e a consultoria jur\u00eddica da Casa Civil da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica defenderam hoje (9) no Supremo Tribunal Federal (STF) a revoga\u00e7\u00e3o da liminar assinada pela presidente da Corte, ministra C\u00e1rmen L\u00facia, que suspendeu parte do decreto de indulto natalino de 2017. No entendimento dos \u00f3rg\u00e3os, o objetivo da norma foi manter a tradi\u00e7\u00e3o do perd\u00e3o coletivo a condenados por crimes de baixo poder ofensivo, com base em crit\u00e9rios gerais e impessoais, sem privilegiar qualquer pessoa.<\/p>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><!--more--><\/p>\n<div id=\"content-area\">\n<div class=\"region region-content\">\n<div id=\"block-system-main\" class=\"block block-system block-odd clearfix\">\n<div class=\"content\">\n<article id=\"node-1104182\" class=\"node node-noticia node-odd\">\n<div class=\"content\">\n<p>A manifesta\u00e7\u00e3o \u00e9 necess\u00e1ria para instruir o julgamento de m\u00e9rito da liminar, proferida no 28 de dezembro, na qual C\u00e1rmen L\u00facia atendeu a um pedido de suspen\u00e7\u00e3o feito pela procuradora-geral da Rep\u00fablica, Raquel Dodge, que questionou a legalidade do decreto presidencial.<\/p>\n<p>Na manifesta\u00e7\u00e3o, os \u00f3rg\u00e3os afirmam que o decreto buscou cumprir a pol\u00edtica humanit\u00e1ria adotada em todos os decretos que j\u00e1 foram editados historicamente pela Presid\u00eancia, al\u00e9m de tentar reduzir a popula\u00e7\u00e3o carcer\u00e1ria.\u00a0 De acordo com o parecer, a norma n\u00e3o se preocupou em \u201calcan\u00e7ar qualquer investiga\u00e7\u00e3o em curso\u201d, como a Opera\u00e7\u00e3o Lava Jato.<\/p>\n<p>\u201cMuito pelo contr\u00e1rio. Estabeleceu regras gerais, impessoais, com crit\u00e9rios mais r\u00edgidos para os condenados por crimes graves ou praticados em reincid\u00eancia. E crit\u00e9rios mais suaves para os condenados por crimes sem grave amea\u00e7a ou viol\u00eancia a pessoa. Prestigiando, acima de tudo, a popula\u00e7\u00e3o carcer\u00e1ria feminina\u201d, diz o documento.<\/p>\n<p>Ao suspender o decreto, a presidente do Supremo entendeu que \u00e9 inconstitucional por incorrer em desvio de finalidade. \u201cComo o desvio de finalidade torna nulo o ato administrativo, compete ao Supremo Tribunal Federal, na forma pleiteada pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal, fazer o controle de constitucionalidade do documento normativo, geral e abstrato como o que \u00e9 objeto da presente a\u00e7\u00e3o\u201d, decidiu a ministra.<\/p>\n<p>Ainda n\u00e3o h\u00e1 data para o julgamento definitivo sobre a quest\u00e3o.<\/p>\n<\/div>\n<\/article>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Advocacia-Geral da Uni\u00e3o (AGU) e a consultoria jur\u00eddica da Casa Civil da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica defenderam hoje (9) no Supremo Tribunal Federal (STF) a revoga\u00e7\u00e3o da liminar assinada pela presidente da Corte, ministra C\u00e1rmen L\u00facia, que suspendeu parte do decreto de indulto natalino de 2017. 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