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:: 20/out/2021 . 7:46

“AÇÕES EM CONJUNTO ELEVAM ILHÉUS E SUL DA BAHIA A UM EXPOENTE DE DESENVOLVIMENTO; POR ISSO PRECISAMOS CONTINUAR AVANÇANDO”, AFIRMA SOANE GALVÃO

A secretária de Desenvolvimento Econômico e Inovação de Ilhéus, Soane Galvão, na tarde desta terça-feira, 19, concedeu entrevista ao programa Balanço Geral, do apresentador Tom Ribeiro, TV Record Cabrália, onde falou que as ações integradas em várias frentes de trabalho, na estrutura do município, foram o que fizeram a diferença para elevar Ilhéus ao atual expoente de desenvolvimento.

DUAS MULHERES ASSASSINADAS EM MENOS DE 24 HORAS

Duas mulheres foram assassinadas em menos de 24 horas, em Barra do Choça, no sudoeste baiano. As duas vítimas tinham 24 anos e receberam vários tiros.

O primeiro caso, aconteceu na noite desta segunda-feira (18/10), na Rua Bela Vista, no Centro do município. A vítima foi identificada como Fernanda Monteiro.

A segunda morte foi na manhã de terça-feira (19/10) e trata-se de Jéssica Nunes Santos .  O corpo foi removido para o Instituto Médico Legal de Vitória da Conquista e retorna nesta quarta-feira (20/10) para a Terra do Café, onde será realizado o funeral.

Auxílio gás para famílias de baixa renda é aprovado no Senado

Foto: Pedro Ventura/ Agência Brasília
Foto: Pedro Ventura/ Agência Brasília

O Senado Federal aprovou na tarde de ontem(19)/ o Projeto de Lei 1374/21, que cria o auxílio Gás Social a fim de subsidiar o preço do gás de cozinha para famílias de baixa renda. A matéria será enviada ao Senado. Este Projeto será devolvido a Câmara Federal para daí então ser encaminhado ao Presidente da República para sancionar e transformar em Lei.

De autoria do deputado Carlos Zarattini (PT-SP) e outros, o texto prevê que o valor fixado semestralmente deverá ser, no mínimo, igual à metade da média do preço nacional de referência do botijão de 13 Kg nos últimos seis meses, conforme estabelecido pelo Sistema de Levantamento de Preços (SLP) da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

O substitutivo aprovado, do deputado Christino Aureo (PP-RJ), dá prazo de 60 dias para o Poder Executivo regulamentar os critérios para definir as famílias a serem contempladas, a periodicidade, a operacionalização do benefício e a forma de pagamento, cujas parcelas não podem passar de 60 dias de intervalo. O Executivo deverá ainda adequar a quantidade de beneficiários com o orçamento disponível para o auxílio.

Pelo texto, o Poder Executivo será autorizado a pagar o auxílio diretamente às famílias beneficiadas na modalidade de transferência de renda. Zarattini ressalta que o gás de cozinha é o derivado de petróleo mais utilizado diretamente pela população pobre. Ele citou dados da ANP que mostram um aumento de 61% do preço em um período de pouco menos de um ano.

Preferência
O auxílio será concedido preferencialmente às mulheres vítimas de violência doméstica beneficiadas por medidas protetivas de urgência. Entre os beneficiários serão incluídos ainda, segundo o regulamento, as famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) ou que tenham entre seus membros quem receba o Benefício de Prestação Continuada (BPC).

 

Em 60 dias, o Poder Executivo deverá fixar essa alíquota da Cide para o custeio do auxílio Gás Social. As famílias beneficiárias do programa permanente de transferência de renda do governo federal (Bolsa Família e futuro Auxílio Brasil) que não receberem o Gás Social deverão ser compensadas nessa transferência de renda com o valor da Cide incidente sobre o gás de cozinha.

Quanto aos recursos vindos do petróleo da União e de seus royalties, o texto determina que será usado o aumento de arrecadação verificado no exercício. Assim, se o auxílio vier a ser pago ainda em 2021, serão usados os recursos arrecadados a mais em relação ao estimado na lei orçamentária deste ano.

Vitíma do negacionismo: Ele ignorou o pedido do filho para usar máscara e foi parar no hospital de cadeira de rodas: ‘Achava que Covid não era tão grave’

Ele ignorou o pedido do filho para usar máscara e foi parar no hospital de cadeira de rodas: ‘Achava que Covid não era tão grave’
 

Ele ignora pedido do filho para usar máscara e acaba no hospital com Covid

Veja o depoimento completo de Marconi Torres, autônomo de Serra Talhada (PE):

“Nos primeiros meses da pandemia, eu conhecia muito pouco sobre a doença, eu nunca pesquisei muito. Eu achava que a Covid não era tão grave. Pegou no meu pai, pegou no meu irmão, pegou na minha irmã, mas não foi uma coisa tão grave. Eles se recuperaram em casa mesmo.

Eu andava muito aqui na academia da cidade, em barzinho. Me aglomerava muito. Eu chegava numa mesa com 10, 20 pessoas, a maioria sem máscara.

A máscara me incomodava. Eu realmente não gostava de usar a máscara. Eu achava bonito máscara nos outros, entendeu? Eu achava que quem tinha obrigação de usar a máscara era o outro que estava comigo, não era eu. Se ele tivesse com máscara, nem ele pegava, nem eu pegava.

Marconi Torres conta que não usava máscara com regularidade no início da pandemi — Foto: Reprodução

Marconi Torres conta que não usava máscara com regularidade no início da pandemi — Foto: Reprodução

Do mesmo jeito que eu achava que não pegava [a Covid], eu achava que não ia ser grave [se eu pegasse]. Que ia ser uma coisa leve. Porque eu sou um cara que eu me alimento bem, eu não fumo, bebo às vezes.

Às vezes, eu saía com meu menino e ele pegava no meu pé direto. ‘Painho, cadê a máscara?’ E eu achava que eu não ia pegar. Mas, quando eu peguei, o bicho pegou. Não foi bom, não. Foi preciso eu pagar o preço pra ter medo.

Foi no dia 21 de abril. Eu fui pra minha fazenda. Eu já estava com os sintomas, com disenteria, dor de cabeça, febre. Eu passei quarta, quinta, sexta sem comer nada. Só bebendo água.

Fiz alguns remédios caseiros para dor de barriga e nada dessa disenteria passar. Quando foi no sábado, eu retornei para Serra Talhada. Um amigo meu foi que trouxe o carro, pois nem condições de dirigir eu tinha.

Eu escondi de todo mundo que eu estava nessa situação. Fui irresponsável, né? Como é que você está sentindo alguma coisa e não fala para ninguém? Nem meu pai, nem meus irmãos, ninguém sabia.

Chegou uma pessoa na minha casa e me encontrou num estado deplorável. Quando essa pessoa me viu, falou: ‘Meu filho, você não tá bem, não’ .

Marconi em imagens do final da sua internação por Covid, quando ele já estava se sentindo melhor — Foto: Reprodução

Marconi em imagens do final da sua internação por Covid, quando ele já estava se sentindo melhor — Foto: Reprodução

Dei entrada na unidade médica de cadeira de rodas, pois eu não conseguia nem andar. Aí foi quando eu vi que ela não brinca, não. A doença não brinca, não.

Eu vi que estava quase morto. O médico disse: ‘Oxigênio nele urgente’. Aí é onde eu digo: sem oxigênio, o cara morre. Ele morre. O médico disse: ‘Se você demora duas ou três horas aí fora, você tinha morrido’.

Esse médico, que é amigo da família, me chamou a atenção. ‘Rapaz, um homem inteligente como você, um cara estudado, um cara da sociedade, um cara que vê todo dia as coisas acontecendo… Aí você tem todos os sintomas que você teve e, em vez de ficar na cidade, procurar uma orientação médica, você vai pra fazenda e fica lá. Mas rapaz…’

Se eu tivesse escutado meu menino, meu filho… Ou se eu tivesse, no dia 21 de abril, chegado em casa, ligado para minha irmã e dito: ‘Ó, tô sentindo sintomas de Covid, me leva pro hospital’. Não, fui para a fazenda, me isolei lá, e cheguei quase morto. Irresponsabilidade.

Eu mesmo quase me mato, entendeu? Ninguém deve fazer isso. Quando você sentir [sintoma], corra. Vá o mais rápido possível ao médico. Porque ninguém sabe o amanhã.

Passei uma semana com aquele oxigênio no nariz. Aquela mangueirinha. Eu fiquei até sem conversar, sem falar nada. Às vezes, eu escutava minha irmã conversando vagamente. Quando você está sem oxigênio, seu cérebro fica desligado.

O filho de Marconi, Mateus, de 11 anos, sempre cobrava o pai sobre o uso da máscara — Foto: Reprodução

O filho de Marconi, Mateus, de 11 anos, sempre cobrava o pai sobre o uso da máscara — Foto: Reprodução

Quando foi no dia 4 de maio, o médico me liberou e mandou minha irmã me trazer pra casa. Entrei no carro dela, olhei pra trás, pro hospital, e disse: ‘Não quero voltar mais, não’. Aí comecei a chorar.

Você pensa em muita coisa. Meu maior medo de morrer era meu menino, meu filho, entendeu? A única coisa que eu tenho na vida que realmente não tem preço é meu filho.

Só vim ver meu filho um mês depois que eu me recuperei. Mas, mesmo assim, eu de máscara e ele de máscara. Eu não quis arriscar, eu não queria que ele passasse pelo que eu passei.

E é um processo de recuperação meio lento. Meses depois, eu não estou totalmente recuperado. Às vezes, fico meio tonto do nada. Às vezes, dá aquela sensação, como se a pressão tivesse baixado. Às vezes, você esquece de alguma coisa.

Agora, vou usar [máscara] até o dia que disser que acabou [a pandemia]. Porque voltar pro pronto-socorro eu não quero mais.

Marconi com o filho; ele conta que, desde a internação, não deixa de usar máscara e de proteger — Foto: Reprodução

Marconi com o filho; ele conta que, desde a internação, não deixa de usar máscara e de proteger — Foto: Reprodução

Meu filho só anda de máscara. Ele é um exemplo para mim. Um menino de 11 anos… E eu não queria servir de exemplo para ninguém, pois eu andei me matando por falta de cuidado.

Primeiro: eu não estava nem aí. Chegava nos cantos, sentava, não sabia de onde o cara vinha, de onde o cara não vinha. Não usava máscara. Segundo: quando eu senti os sintomas, eu não fui atrás do médico. Eu deixei para ir tarde. E se não desse tempo? E quase não deu.

É bom você julgar os outros. Você dizer que uma pessoa é irresponsável é fácil demais. Agora, você dizer que você mesmo foi irresponsável, não é todo mundo que diz, não. Eu estou dizendo que eu fui irresponsável.

Eu sabia que estava errado. Quando o próprio presidente da República falava: ‘Não, não use máscara’… Eu fui irresponsável da forma que o presidente foi. Quando o cara diz ‘Não use’, está incentivando o outro a não usar. Mas, a partir do momento que eu não usava, eu estava induzindo as outras pessoas a não usar também.

Após desabamento de muro de escola que matou pai e filho, prefeitura de Itabuna decide adiar retorno às aulas presenciais

 Retorno das aulas presenciais é adiado em Itabuna após acidente que matou pai e filho
Retorno das aulas presenciais é adiado em Itabuna após acidente que matou pai e filho

O caso aconteceu no último sábado (16) e, segundo familiares das vítimas, pai e filho voltavam de uma feira e passavam pela área externa da Escola Municipal Marechal Castelo Branco quando parte do muro desabou. Guilherme Aurélio Leone, de 12 anos, morreu no local. Já o pedreiro Fábio Guedes dos Santos, de 45 anos, chegou a ser levado para o Hospital de Base de Itabuna, mas não resistiu.

“Diante dessa fatalidade, nós mensurados com relação aos riscos e ao tempo que teríamos de aula efetivamente com esses alunos na escolas, e achamos por bem que não deveríamos fazer essa retomada”, explicou Janaina Araújo, secretária de Educação de Itabuna.

Com a suspensão das aulas presenciais na rede municipal, o ano letivo segue no mesmo formato: os alunos irão continuar recebendo blocos de atividades que são fornecidos em cada unidade de ensino.

“Em relação a essa escola onde vivemos a problemática e também à escola que nosso aluno era matriculado na rede municipal, nós decretamos o luto de sete dias. Elas não irão abrir para esse bloco de atividades. Essas atividades serão entregues na semana seguinte”, disse a secretária de Educação de Itabuna.

De acordo com a Secretaria de Educação de Itabuna, os alunos irão finalizar as atividades no dia 8 de dezembro e o fim do ano letivo está previsto para o dia 16 do mesmo mês. Além disso, o calendário de 2022 deve começar em março com aulas totalmente presenciais.

Pai e filho morreram após serem atingidos por muro no sul da Bahia — Foto: Arte g1

Pai e filho morreram após serem atingidos por muro no sul da Bahia — Foto: Arte g1

O acidente chocou moradores da região e os pais de alguns alunos reclamaram das péssimas condições das escolas e cobraram melhorias, como é o caso de Simone Maria.

“Acho que esse tempo que a escola ficou parada, por conta do coronavírus, deveria estar passando por reformas. Esperou acontecer essa tragédia para tomar uma atitude de dizer que as aulas não vão começar. Eles vão reformar as escolas?”, questionou a mulher.

Durante o período sem aulas presenciais, a prefeitura informou que vai reformar as escolas municipais e que o processo de licitação já foi concluído. O contrato deve ser assinado ainda esta semana, mas a data não foi detalhada. Serão investidos R$ 6 milhões para reformar todas as unidades de ensino do município.Pai e filho morreram após serem atingidos por muro no sul da Bahia — Foto: Reprodução / TV Bahia

Pai e filho morreram após serem atingidos por muro no sul da Bahia — Foto: Reprodução / TV Bahia

Após moeda de R$ 1 ser achada em acarajé, antropólogo vê relação com orixás e sorte: ‘Fartura e felicidade’

Baiano encontra moeda de R$ 1 dentro de bolinho de acarajé em praia de Salvador — Foto: Arquivo Pessoal

“Essa foi oferecida para os orixás para dar sorte à vendedora e por acaso caiu no prato dele”, disse uma seguidora.

No entanto, para a presidente da Associação Nacional de Baianas de Acarajé (ABAM), a situação não se tratou de uma oferenda, e sim de um erro da baiana ou da ajudante.

“Isso não existe, ali foi um descuido da baiana ou mesmo da ajudante. Dentro do terreiros, em sua oferenda sagrada, pode sim ter, mas na rua não”, afirmou Rita Santos.

Apesar da palavra da presidente da ABAM, o antropólogo e professor da Escola de Nutrição da Universidade Federal da Bahia (Ufba), Vilson Caetano acredita que, de fato, se tratava de um oferenda.

“Existe a prática de se ‘enfeitar’ os acarás [acarajés] com moeda pedindo dinheiro e movimento no comércio. O curioso é que geralmente estas oferendas não transitam entre clientes, mas ficam entre os outros acarajés”, explicou.

Segundo o antropólogo, o quitute oferecido se chama acarajé de preceito e é diferenciado dos outros bolinhos que ficam no tabuleiro.

“O acarajé de preceito reúne algumas características mágicas que são juntadas a ele. Ele não sai do tabuleiro, porque é oferecido aos orixás”, afirmou.

“Ele é oferecido ao orixá Exu, que é orixá do comércio; é oferecido ao orixá Ibeji, que são os gêmeos, que está ligado à comida e ao comércio também; e está relacionado também ao orixá Oyá, que é lembrada como a dona do acará, que nós chamamos de acarajé”, complementou.

De acordo com Vilson, algumas baianas jogam o acarajé de preceito na rua, antes de iniciar as vendas, enquanto outras distribuem os bolinhos ou deixam no tabuleiro.

“Provavelmente foi alguma pessoa desavisada que pegou esse bolinho e colocou no meio da porção”, disse.

Questionado se o acarajé poderia trazer sorte e dinheiro para o cliente, o antropólogo disse que sim.

“É como se a fartura e felicidade tivessem escolhido ele. Para os africanos, dar é bom para quem doa e para quem recebe”, destacou.

Relembre o caso

 

Ele e a esposa guardaram a moeda como recordação — Foto: Reprodução/Redes Sociais

Ele e a esposa guardaram a moeda como recordação — Foto: Reprodução/Redes Sociais

No dia 12 de outubro, o engenheiro Pedro Sabóia, de 31 anos, e a esposa dele, encontraram uma moeda de R$ 1 dentro de um bolinho de acarajé que haviam comprado.

Ele compartilhou fotos do “acarajé cashback” nas redes sociais e surpreendeu os amigos e seguidores. Na legenda da publicação, ele detalhou como tudo aconteceu.

“Dia das crianças, final de tarde, sol e praia. Essa combinação já pede um acarajé com coquinha, ou cerva para os cachaceiros. Como de costume, e para quem é bom baiano e manja do quitute dos orixás, pedimos acarajé tipo bolinho, que tem mais daquela crosta crocante, que para mim é a melhor parte. Quando já estávamos pela metade da porção, vem a surpresa, tinha dinheiro na comida!”, escreveu.

“Aliás, dinheiro não, uma moeda de um real, daquelas bem ‘grandona’ e cintilante. Na verdade, a moeda estava integrada ao bolinho, fazia parte do alimento, parecendo que tinha sido estrategicamente posicionada para dar um charme ao prato, padrão raio gourmetizador. A resenha foi imediata. Teve gente que disse que era cashback, lembrança de dia das crianças, sinal dos céus, mentira, o escambau. Quando Soteropobretano largou um “Meu Deus”, ficou claro que essa experiência tinha de ser compartilhada com os mais chegados. E está aí a foto para vocês. Isso que eu chamo de valorizar a experiência do cliente”, brincou na legenda da publicação.

Pedro e a esposa levaram a moeda para casa para guardar de recordação. Ele disse que não falou com a vendedora sobre o ocorrido para não deixá-la constrangida. “Nos rendeu boas risadas, vida que segue”.

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Comitiva do Governo do Estado visita empresa portuguesa que implantará projeto de suinocultura na Bahia

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A comitiva do Governo do Estado liderada pelo vice-governador João Leão, que cumpre agenda internacional em Portugal, realizou, nesta terça-feira (19), uma visita técnica ao empreendimento Susalva, do segmento de suinocultura intensiva, localizada na localidade de Foros de Salvaterra, região do Ribatejo, Portugal. A empresa pertence ao Grupo Euroeste, que já investe na Bahia, no município de Barra, onde iniciou um projeto agropecuário com 3 mil bois criados com auxílio de tecnologia de pivô de irrigação e pretende iniciar uma experiência em suinocultura, que incialmente contará com um pavilhão de 1,6 mil leitões.

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“Aqui em Portugal, a Susalva produz uma média de 35 leitões por porca ao ano, enquanto que a média no Brasil é de 25 leitões ao ano. O nosso interesse é atingir esta alta produtividade também na Bahia”, destacou o vice-governador João Leão que enalteceu o potencial do estado e a importância da parceria com empreendimentos que possam levar ao estado a expertise que resulte em altos índices de produtividade.

 

Participaram do encontro com os empresários sócios do Grupo Euroeste, os portugueses Pedro Garcia de Matos e José Coimeiro, que receberam receberam “Chave do Céu”, homenagem por ajudarem na implantação da Fazenda Escola Modelo, de Barra. Além do reitor da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), Paulo Fagundes, o deputado estadual Eduardo Salles, presidente da Frente Parlamentar do Setor Produtivo, da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), e o diretor de Planejamento Territorial da Seplan, Herbert Oliveira.

Quase dois milhões de baianos estão com segunda dose da vacina contra Covid-19 atrasada

ita vacinaQuase dois milhões de baianos não foram aos postos de saúde completar o esquema vacinal contra a Covid-19. São pessoas que já poderiam ter tomado a segunda dose de acordo com o aprazamento de cada imunizante, no entanto não buscaram os serviços de saúde. Do total do público em atraso, 332.091 tomaram a vacina Coronavac; 539.830 Oxford/AstraZeneca; e 1.127.959 Pfizer/BioNTech.

A Secretária da Saúde do Estado, Tereza Paim, alerta que a imunização completa é que garante uma maior proteção contra a doença. “É importante que as pessoas busquem as unidades de saúde para se vacinarem contra a doença, incluindo também a dose de reforço. O esquema completo de vacinação dá uma maior garantia de defesa contra a Covid-19”, ressalta. Ela ainda destaca que que a principal medida para conter o avanço da Covid-19 é a imunização.

Além de não garantir a efetividade completa das vacinas, os atrasos podem acarretar a perda de doses, como alerta a coordenadora de imunização do Estado, Vânia Rebouças. Ela destaca que as doses enviadas da Pfizer precisam ser aplicadas no prazo de até 31 dias, por conta das especificidades no armazenamento. Antes da distribuição, os imunizantes são armazenados em ultracongeladores que chegam a temperaturas de até -86°C.

Prefeitura de Ilhéus realiza abertura de cursos gratuitos para capacitação

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A Prefeitura Municipal de Ilhéus realizou a abertura de cursos de capacitação ofertados gratuitamente por meio da secretaria de Promoção Social e Combate à Pobreza, nesta última segunda-feira, 18, no salão nobre da Associação Comercial. Cursos de cuidador, estética e autodefesa para mulheres estão sendo ofertados para pessoas a partir de 18 anos para qualificação da mão de obra, inserção no mercado de trabalho, oferta de serviços e geração de renda. Materiais de estudo e os vales-transportes foram entregues, na oportunidade, para os alunos inscritos pelos secretários Rubenilton Silva, de Promoção Social, e Soane Galvão, de Desenvolvimento Econômico.

“São políticas públicas de capacitação para a inserção dos nossos jovens e mulheres no mercado de trabalho. É mais conhecimento, resgate da cidadania e aprimoramento pessoal para a melhoria da qualidade de vida, por meio da oferta de serviços e geração de renda. Tudo isso com parcerias importantes para capacitar e cuidar de gente, o que reflete no nosso desenvolvimento social e econômico”, disse Soane Galvão.

Para a aluna do curso de autoproteção, Jordana Alves, 33, o curso veio para fortalecer as mulheres. “Hoje em dia, o feminicídio está muito presente em nossa sociedade, então o curso vem para aprimorar mais as nossas capacidades, para sermos mais ativas e ter cuidado com nós mesmas. Gostei muito do curso e da iniciativa da prefeitura”.

Também marcaram presença o Superintendente de Desenvolvimento Econômico, Maurício Galvão, também representando o vice-prefeito Bebeto; o presidente do Conselho Municipal de Assistência Social (CMAS), Renilson Soares; o Subcomandante da CIPE Cacaueira Capitão Gerson; e a soldada Adriana Lima (Caerc).



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