Recentemente peguei um post no IG da @luizarodrigues.adv e decidi fazer essa enquete no meu storys. Realmente acham que existe estupro no casamento? 96% das pessoas acreditaram que sim.
O direito da mulher é um assunto que mexe com o interesse de milhares de pessoas nos tempos de hoje e infelizmente ainda existe muita desinformação a respeito dos direitos das mulheres e da liberdade do seu corpo.

O Código Penal tipifica o estupro, mas a sociedade romantiza, seja ela por falta de conhecimento, informação, medo etc. Não é incomum perceber que muitas das vítimas não sabem nem que estão sendo vítimas desta prática repulsiva.
Nós, com SORORIDADE, COMPANHEIRISMO e como seres EMPÁTICOS, independente de gênero, podemos ajudá-las a esclarecer que o AMOR não gera violência.

O Ordenamento Jurídico, hoje, defende a liberdade sexual como um todo, não apenas o estupro do homem contra a mulher e que tenha somente a penetração. Mas de fato podemos identificar que essa pratica é em sua grande maioria (sem muitos esforços) realizada por homens contra as mulheres.

A sociedade resiste em reconhecer o sexo sem consentimento nas relações como pratica de estupro. Mas o que é o estupro? Não adiantaria eu falar do texto do Código Penal sem que vocês entendam o que realmente ele é, por isso resolvi trazer uma forma mais simples e acessível e para que seja do entendimento de todos, o estupro é qualquer ato de constranger alguém a ter conjunção carnal (intromissão do órgão genital masculino no órgão genital feminino) ou qualquer ato libidinoso = (ato para satisfazer vontade/prazer do outro).

Desde os primórdios, (história básica) as mulheres eram consideradas objetos dos homens e estava ali para servir seus maridos também de forma sexual, o que era (normal) e aceito pelas diversas civilizações. Muitos companheiros (as) baseando-se nesses tradicionalismos acreditam que o corpo do seu companheiro (a) está ali para servi-lo (a).
NINGUÉM TEM O DIREITO DE OBJETIFICAR O OUTRO POR MERA SATISFAÇÃO DE PRAZER.
Quando isso vai acabar? Quando vocês, agressores, entenderem que NÃO é NÃO!

KARINE CATARINO