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:: 11/jul/2019 . 14:17

EM ILHÉUS, SÃO MIGUEL E VIAMETRO DEVEM APRESENTAR 34 ÔNIBUS NOVOS ATÉ O FIM DESSE MÊS

ILHÉUS: SÃO MIGUEL E VIAMETRO DEVEM APRESENTAR 34 ÔNIBUS NOVOS ATÉ O FIM DESSE MÊS

Até o fim desse mês de julho, as empresas São Miguel e Viametro, que exploram o serviço de transporte público coletivo em Ilhéus, devem apresentar 34 ônibus novos. A exigência faz parte do decreto 133, que autorizou, em dezembro do ano passado, o último reajuste da tarifa no município. Segundo o decreto, cada concessionária deve adquirir 50% do total de veículos novos. Até julho de 2020 são aguardados pelo menos 54 novos veículos.

Fonte: O Tabuleiro

Na Conder, prefeito trata sobre avanços na infraestrutura urbana de Ilhéus

REUNIÃO CONDER 3

Cumprindo agenda em busca de recursos e obras para melhoria da infraestrutura de Ilhéus, o prefeito Mário Alexandre, se reuniu com o presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), Sérgio de Oliveira, na sede do órgão, em Salvador. A reunião foi acompanhada por alguns de seus secretários e serviu para discutir ainda sobre os convênios em andamento e o fortalecimento da parceria do Município com o Governo do Estado.

Para além das demandas com esse objetivo, os gestores discutiram intervenções que envolvem o programa de requalificação asfáltica para dezenas de vias da cidade, também um consórcio para melhorias no aterro municipal e melhoria nas vias de acesso dos bairros Nossa Senhora da Vitória e Teotônio Vilela. O encontro considerou discutir sobre obras de contenções para os altos de Ilhéus, que para o prefeito, vão atendem a um clamor popular.

“Manhã bastante intensa e decisiva que detalharam pontos chaves que devem desencadear muitas obras em nossa cidade. Na ponte, o planejamento dos serviços que envolvem todo desenho urbanístico, também pavimentação, rotatórias, ciclofaixas, estacionamentos, ou seja, um conjunto de obras que vão dar celeridade na conclusão de um projeto tão importante para Ilhéus”, explicou Mário Alexandre.

No final, o prefeito relatou ao presidente do órgão sobre os alagamentos constantes no município, durante o período das fortes chuvas. A região do comércio central, Avenida Soares Lopes e adjacências sofrem com a incidência marítima durante os efeitos. Município e Estado estudam uma maneira de viabilizar novas obras de drenagem pluvial nos locais, uma vez que as intervenções vão ajudar o fluxo de veículos que trafegarão na nova ponte.

No mês passado, o prefeito assinou com a Empresa Baiana de Saneamento e Águas (Embasa), o contrato de programa de serviços públicos de abastecimento de água e esgotamento sanitário para o município. Porém, o chefe do Executivo ilheense entregou um protocolo de intensões ao presidente da empresa, Rogério Cedraz, que inclui contrapartida para viabilização do saneamento básico do bairro Pontal e das obras no canal do bairro Malhado.

O compromisso da Embasa é de investir em ações para a expansão da cobertura dos serviços prestados pela empresa, conforme os termos do Plano Municipal de Saneamento Básico. O contrato de programa é a etapa final do processo de contratualização, fundamental para que a concessionária possa prestar os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário com segurança jurídica, atendendo ao que determina a legislação.

Kannário vota a favor da reforma da Previdência e é chamado de traidor: “Perdeu meu respeito”

Fãs detonaram o cantor nas redes sociais

O deputado federal Igor Kannário (DEM) votou a favor da reforma da Previdência, nesta quarta-feira (10), e foi duramente criticado nas redes sociais pelos fãs.

“Qual foi, Kannário? Votou a favor da reforma da Previdência? Que favela é você? Como diz o ditado ‘Quem anda com porcos, farelo come’. Perdeu meu respeito!”, disse uma seguidora.

“Você deu pedrada foi no povo mais pobre, votando a favor dessa reforma da morte. Seu traidor”, criticou outro internauta. “Roeu a corda. Não vai ser eleito mais nunca”, comentou outro.

Veja:

Redação VN
[email protected]

Câmara aprova texto-base da reforma da Previdênci

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, durante comemoração da aprovação do  texto-base da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados

 

Proposta teve 379 votos a favor e 131 contra

Depois de oito horas de debates, o plenário da Câmara dos Deputados aprovou, em primeiro turno, o texto principal da reforma da Previdência. A proposta teve 379 votos a favor e 131 votos contra.

Agora, os parlamentares começam a votar os 20 destaques apresentados pelas bancadas. Mais cedo, os deputados tinham concordado em derrubar as emendas individuais e manter apenas as de bancada.

Os destaques mais aguardados são o que aumenta a aposentadoria para as trabalhadoras da iniciativa privada e o que suaviza as regras de aposentadorias para policiais e agentes de segurança que servem à União.

A reforma da Previdência precisava de 308 votos, o equivalente a três quintos dos deputados, para ser aprovada. Se aprovado em segundo turno, o texto segue para análise do Senado, onde também dev e ser apreciado em dois turnos e depende da aprovação de, pelo menos, 49 senadores.

debate do texto principal foi aberto por volta das 17h, quando a Câmara rejeitou o último requerimento de retirada de pauta da reforma da Previdência. Nas últimas horas, os líderes dos partidos estavam encaminhando as orientações para as bancadas.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, se emociona durante comemoração da aprovação do texto-base da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados – Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
Por Wellton Máximo – Repórter da Agência Brasil  Brasília

Fies:pré-selecionados têm até esta sexta para complementar inscrição

Os candidatos pré-selecionados no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) têm até as 23h59 desta sexta-feira (12), para complementar a inscrição no site do programa na internet.

Para garantir a vaga, o candidato deve prestar informações como nome do fiador, caso seja necessário, e o percentual de financiamento.

A relação com os pré-selecionados já está disponível no site do Fies. Ela foi divulgada na última terça-feira (9).

Caso o candidato perca o prazo, as vagas ficarão disponíveis na lista de espera, para todos os candidatos não contemplados na primeira fase.

A lista serve para que esses estudantes tenham a oportunidade de preencher vagas que não forem ocupadas. Essa etapa ocorre de 15 de julho a 23 de agosto.

Para a segunda edição do ano, 46,6 mil vagas foram ofertadas em 1.756 instituições de ensino privadas de todo país.

Com financiamento a juros zero, o Fies é voltado para estudantes com renda familiar mensal bruta por pessoa de até três salários mínimos.

Para concorrer ao financiamento, o candidato precisa ter feito qualquer uma das últimas dez edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), ter alcançado média igual ou superior a 450 pontos nas questões e não ter zerado a redação.

P-Fies

Saiu também o resultado para o Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies). Diferentemente do Fies, no P-Fies os juros são variáveis e as condições são definidas pela instituição de ensino e pelo banco. Para participar, o estudante precisa ter renda familiar mensal bruta por pessoa até cinco salários mínimos.

Os aprovados no P-Fies devem comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição com a qual fechará o contrato para validar suas informações. O P-Fies é por chamada única, sem lista de espera.

 

 

Fonte: Agencia Brasil

Quando o sapato aperta, Bolsonaro adere à ‘velha política’ – mesmo que negue

Quando o sapato aperta, Bolsonaro adere à 'velha política' - mesmo que negue

Cada um sabe onde o próprio sapato aperta. Essa é uma máxima popular que pode ser aplicada em vários contextos. Durante a semana decisiva para aprovação da reforma da Previdência, o dito popular cai como uma luva no processo de transformação da “nova política” na forma mais regular de barganhar votos no Congresso Nacional: a liberação de emendas e negociação de cargos de segundo e terceiro escalão. Há algo de errado nisso? Não. Porém é importante lembrar que há o conflito entre o discurso e a prática do governo federal.

As cartas nessa mesa de barganha é o “toma lá, dá cá” oficial em Brasília. O presidente Jair Bolsonaro, na sua tese de que é preciso exorcizar as relações promíscuas entre o Executivo e o Legislativo, pode até seguir com a retórica de que não faz “negociatas” com a Câmara dos Deputados. Agora, na iminência da votação mais importante para o primeiro ano de governo, foi preciso deixar de lado esse discurso e partir para a prática. O resultado foi a liberação em massa das emendas para aliados e o indício de que indicações políticas podem acontecer, tudo como sempre aconteceu na capital do Brasil.

Quem primeiro falou sobre essa concessão foi o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. Ex-deputado federal por dois mandatos, ele conhece o funcionamento dos bastidores do Congresso e, diferente do presidente, nunca endossou o coro contra “a velha política”. Segundo Mandetta, o governo autorizou a liberação de quase R$ 1 bilhão em emendas em um esforço “pró-Previdência”. Foi a chave para que percebêssemos que Bolsonaro e sua trupe finalmente se rendeu às regras do jogo, ainda que insistam que não.

Talvez segurar até esse momento para liberar emendas e os cargos de escalões inferiores tenha sido estratégico. A reforma da Previdência é a pauta primordial para a governabilidade do país e, em uma perspectiva repleta de adversidades, ceder às vésperas da votação da matéria era uma carta na manga do Planalto. Rodrigo Maia, que é efetivamente o pai da apreciação do texto, conseguiu atingir um nível de consenso que, até então, o governo não parecia atingir em um horizonte de curto prazo.

Logicamente, é certo que a reforma não vai passar exatamente do jeito planejado pelo ministro da Economia, Paulo Guedes. Entre idas e vindas, no entanto, é provável que a reforma seja muito mais próxima da ideia inicial do superministro do que esperaríamos. A desidratação, típica em projetos como esse, foi menor e acabou compensada por malabarismos do relator na comissão especial, Samuel Moreira (PSDB-SP).

Caso passe pela Câmara dos Deputados em dois turnos, os olhos da articulação se voltam para o Senado, onde o projeto deve ser cozinhado por mais algumas semanas – ou até alguns poucos meses. Porém, aprovado pelas duas Casas, tem tudo para ser um bom trunfo de Bolsonaro frente ao mercado e a uma parcela expressiva da população. Quer a oposição faça barulho ou não, o presidente caminha para ficar maior do que esteve durante todo o processo.

Este texto integra o comentário desta quinta-feira (11) para a RBN Digital, veiculado às 7h e às 12h30, e para a rádio Excelsior.

 

 

 



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