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:: 29/jun/2019 . 14:17

Bahia se reinventa com produção de Chocolate de Origem

choc fest 3

“Tivemos de demitir todos os 120 funcionários e fazer financiamentos na tentativa frustrada de recuperar totalmente a lavoura. Perdi alguns imóveis e uma fazenda. Jamais vivemos algo como a vassoura-de-bruxa, foi uma coisa altamente desastrosa”. Exatos 30 anos depois do surgimento do fungo que dizimou as plantações de cacau no Sul da Bahia, o cacauicultor Fernando Botelho, 77, celebra o crescimento da sua marca de chocolate e outros derivados do cacau orgânico, a Modaka, e se prepara para participar da 11ª edição do Chocolat Bahia Festival, que acontece em Ilhéus, de 18 a 21 de julho. O evento, hoje considerado o maior do setor no Brasil, teve um início modesto, com apenas quatro marcas nacionais. Este ano, 70 produtores de chocolate de origem, de um total de 170 expositores, ocuparão o pavilhão de feiras do Centro de Convenções da cidade.

Patrícia e o pai, Fernando Botelho, da Modaka: da crise à reinvenção || Foto Caixa Colonial

A crise que abateu a cacauicultura na região em 1989 levou os produtores a buscar alternativas. “Começamos a fazer polpa e geleia de cacau na cozinha da minha mãe”, conta a engenheira Patrícia Viana Lima, 50 anos, filha de Botelho e Chocolate Maker da Modaka. O nome faz referência ao doce do deus hindu Ganesha, símbolo de prosperidade e força no rompimento de obstáculos. Desde 2012, é na única fazenda que restou à família Viana Lima, no município de Barro Preto, Sul da Bahia, onde se produz o cacau 100% orgânico que dá origem aos nibs, amêndoas crocantes e chocolates certificados nacional e internacionalmente.

Lessa idealizou o Chocolat Bahia e produz chocolate || Foto Valter Pontes/Coperphoto-Fieb

Lessa idealizou o Chocolat Bahia e produz chocolate || Foto Valter Pontes/Coperphoto-Fieb

O beneficiamento da amêndoa foi a saída encontrada para a derrocada da produtividade. “O Chocolat Festival surgiu justamente para fomentar a profissionalização desse novo mercado que, em 2008, surgia ainda timidamente na região e hoje está em plena expansão. Há 11 anos reunimos consumidores, especialistas e produtores nesse evento, uma grande oportunidade para discutir a industrialização, a verticalização da produção e, consequentemente, a melhoria da qualidade das amêndoas de cacau selecionado e produto final elaborado”, pontua o empresário Marco Lessa, idealizador do festival, eleito em 2016 e 2018 uma das 100 personalidades mais influentes do agronegócio no Brasil

Incra/BA denuncia empresa que comercializa serviços exclusivos da autarquia federal a assentados


A Superintendência Regional do Incra na Bahia está tomando providências no sentido de coibir a atuação abusiva de empresas que ofertam serviços, que são gratuitos e exclusivos do Incra, a beneficiários da reforma agrária, na região do Extremo Sul do estado.
Desse modo, a autarquia federal esclarece que o assentado não necessita de Certificado de Cadastro de Imóvel Rural (CCIR), de declarações de posse e nem do pagamento do Imposto sobre Territorial Rural (ITR), enquanto o não receber o título definitivo do lote.
Sobre a documentação de posse, o Incra concede ao assentado o Contrato de Concessão de Uso (CCU) – que tem valor de título provisório. Já o CCIR é um documento emitido pela autarquia apenas a proprietários rurais e é gratuito. Com relação ao ITR, esse imposto é recolhido pela Receita Federal a proprietários rurais e os assentados são isentos.

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Peto 70 tira mais três de circulação em Ilhéus

No Alto da Legião, em Ilhéus, mais três malas foram tirados do meio da sociedade pelo Peto 70.  A polícia conduziu para o plantão da 7ª  Coorpin Lucas, Jacson e Maurício, após serem flagrados com um revólver calibre .38 municiado. Ao fazer a checagem no sistema do Infoseg, foi constatado mandado de prisão em aberto em desfavor de Jacson, que aparece no centro da foto.

Matéria: Fábio Roberto

Viva Ilhéus: Guarda Civil Municipal apreende facas e garrafas

Prepostos da guarda municipal de Ilhéus, sob o comando de Leonardo Gomes Bandeira, apreenderam na noite desta sexta-feira, 28, fora do circuito do Viva Ilhéus, duas facas, tipo peixeira. Os meliantes ao avistarem a guarda fugiram, mas deixaram as facas caírem no chão.

O item é um dos objetos proibidos de entrarem no circuito durante os dias do evento. Além das armas brancas, várias garrafas de vidro e espetinhos usados em churrasco também foram apreendidos, para evitar que sejam utilizados como armas.

Para reforçar a segurança na festa, a Guarda Municipal conta com 25 agentes atuando por noite nos dias da festa na Avenida Soares. Todos os foliões que acessam a área são revistados para evitar ações violentas no circuito. A festa conta com o reforço de polícias Civil Militar e corpo de bombeiros, atuando em pontos estratégicos ao longo do circuito.

Matéria: Fábio Roberto



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